(03)

Transformation

• Prompt: Transformation
• Nalu Week Day 03
July 03, 2015

[A.N: College AU setting. Happy reading! ]

* * *

          People say that, love can transform you into a different person.

I used to be a different person. I am different from other girls. I hate wearing makeup, wearing beautiful dresses and gowns, I hate fixing my hair, I hate being in spotlight, I never fights back when someone bullies me.

I am a weak person back then.

My best friend Levy McGarden keeps on saying that I’m pretty so I should act and dress like a proper young lady but I would always say,

“I’m fine this way, Levy-chan. Besides, nothing is going to change even if you know, I change myself” and shrugged.

That’s my usual conversation and topic with Levy-chan whenever we’re together.

* * *

          I was walking to our next class when someone tripped me, making me fell on the floor. I looked up to see who tripped me and as expected, it was a classmate of mine who likes bullying. He’s not actually alone. He’s with his friend. All of a sudden, they began laughing at me and teasing me saying how pathetic, weak and ugly I am just because I am not fighting back and jus because I looked like a nerd who likes wearing loose shirt, sweat pants and eyeglass. It’s always like this. I couldn’t take this anymore. I was about to burst out crying when I heard someone from behind me all of a sudden spoke up.

“Is that how you treat a lady? ”

I looked behind me to see who it was. It ’s an unfamiliar guy. He has cherry blossom colored spiky hair. He looked serious with his hands on his pocket. For some reason, I couldn’t take my eyes off him. I felt my heart pounds faster. I have no idea how long I am staring at him. What is this feeling? I snapped when he spoke to me. And that’s when I noticed that the guy who always bullies me was already out of my sight. I didn’t even noticed that that guy already left! Probably because I was so focused on my savior.

“Hey, something’s wrong? Are you alright? ” he asked as he held his hand to help me stand up.

I reached his hand and held it. As I held his had, I felt sparks. What is this feeling? I don’t know. This is the first time I felt this way. Suddenly, I became self-conscious.

I dusted my pants as I get on my feet and faced him. “U-uh..y-yes…thank you” jee, why am I stammering? Ugh, I don’t like this feeling!

“That’s good then” he responded and flashed a goofy smile. “I’m Natsu. And you are?”

“U-uh..I-i’m Lucy…”

After that day, I couldn’t stop thinking about him anymore. I even can’t concentrate in classes because he’s on my mind. What did he do to me? He has a big effect on me. Why? What did he do to me? This is bad. This is so bad.

One day, Levy-chan told me that she noticed something about me. She said that I act so strange lately. It’s like I was always looking for something or someone and I always space out. It’s not so me and I admit that Levy-chan was correct. While Levy-chan and I were eating at the cafeteria, I spotted the guy I was looking for and thinking of everyday.

He was with a beautiful girl. I suddenly felt this thing called ‘jealousy’ inside me. If I become beautiful like that lady, will he notice me? Is he going to talk to me again?

I let out a deep sigh. I guess he’ll not talk to me again. But I hope. I really hope that he would talk to me again and be friends with me.

* * *

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O Acordo 03 - Malditos olhos

ELE ESTAVA ABRAÇANDO MINHA MÃE

Um total estranho. Eu só podia lidar com alguns abraços por ano sem me sentir sufocada, e ele estava embrulhado em seus braços como uma jiboia por três, quatro, cinco, seis segundos.

Ainda estavam se abraçando.

E foi uma braço completo, não um daqueles laterais , difíceis que tinha dado em meu pai.

Jesus Cristo, sua cabeça estava debaixo de seu queixo. Seu queixo!

Os segundos pareciam se expandir em horas, e seus olhos arregalados encontraram os meus por cima da cabeça da minha mãe. Do jeito que minha mãe estava fechada, ele nunca se libertaria. Era como numa daquelas histórias tristes que uma criança sufoca o gato porque ela o abraçava muito forte.

Ele riu e deu um tapinha nas costas dela. Ao contrário dos meus risos para os meus pais, ele conseguiu fazê-lo sem soar como se estivesse sendo apontado com uma arma.

Finalmente, depois de uma abraço de DEZ segundos, ela o soltou.

Aos dez segundos, eu teria hiperventilado. Então, novamente, provavelmente ela não teria me soltado depois de dez segundos.

- É tão maravilhoso que estejam aqui. Juliana não vai admitir, mas ela sente muita falta de vocês. – ele falou me fazendo querer matá-lo

Encolhi quando ele me chamou de Juliana e minha mãe sorriu. Ela me olhou por cima dos ombros e haviam lágrimas em seus olhos. Quinze segundos e haviam lágrimas de alegria em minha mãe. O que era aquele garoto?

- Senhor, eu sou Rodrigo Simas. O senhor educou sua vida maravilhosamente bem.

- Sério? – nem meu pai acreditava

SÉRIO. Realmente ele havia dito aquilo. Eu iria matá-lo, embora algo me dissesse que a real vontade era de beijá-lo.

- É bom conhecer você, filho. – sério que meu pai o chamou de filho? Eu estava perdida na minha própria mentira. Socorro!

Eu nem disse que iria me sentar, mas Rodrigo parecia ter um merda de um sexto sentido, porque não levou nem meio segundo para estar a meu lado afastando a cadeira para eu me sentar. Meus pais ficaram nos olhando como se quisessem eternizar aquela cena em uma pintura.

Rodrigo pegou minha mão e entrelaçou nossos dedos. Maldito calor na pele! Aquele demônio estava tocando fogo em tudo dentro de mim.

Finalmente meu pai olhou para a minha mãe e sugeriu que tomassem um café. Esperei até que meus pais estivessem na fila, só então eu me virei para ele, mal contendo o desejo de lhe fazer um mal físico.

- O que diabos foi isso? – falei vendo suas sobrancelhas franzirem

- Eu estava tentando conhecer seus pais.

Tentei segurar minha raiva. Realmente ele não deveria ter esses olhos tão lindos e essa boca que me fazia perder o controle.

- Arruinando a chance deles gostarem do MEU namorado de verdade?

- Seu NAMORADO sou eu, lembra?

- Você abraçou minha mãe! Abraços são como crack para essa mulher.  Viciam !

- Desculpa! Você não me disse seu sobrenome. Tive que improvisar. – aquela voz rouca estava me deixando maluca. Era melhor manter distância.

- Apenas… apenas não a abrace mais. – estava perdida se tivesse que abraçá-lo também. Suspeitava que não iria largá-lo. – Eu só preciso que eles acreditem. Aqui não cabe um Oscar de interpretação. E meu último nome é Paiva. E por falar em nome, não me chame de Juliana. É JU!

- Ju cabe melhor em você. – sorriu desgraçadamente me fazendo tremer.

Maldito. Ele tinha um poder de tirar a minha raiva por completo. Eu estava no inferno e sinceramente não queria sair.  Ele achando pouco, quase colou os lábios em minha orelha.

- Sua mãe está vindo. Prometo que nada de abraços, mas não posso falar o mesmo dos beijos. – falou fazendo uma sirene de alerta soar em minha mente. Ele só estava fingindo, não queria dar em cima de mim. Será?

Começamos a conversar e estranhamente eu estava gostando de saber mais sobre ele. Só agora havia percebido os livros sobre a mesa. Lindo, gostoso e inteligente? Isso era demais para mim.

- Não entendo porque Juliana estava querendo te manter em segredo. – minha mãe disparou me fazendo tremer.

- Ela apenas queria ir devagar. Oportunidades estão aí para isso. Estamos aqui e isso é o que importa. – ele novamente me salvava.

- Oportunidades. Gosto disso. – meu pai se pronunciou. -  Vejo agora uma ótima para estreitarmos os laços. Estava conversando com a Cris e decidimos ficar mais um pouco. Amanhã é Ação de Graças e nada melhor do que ficar em família.

- Mas vocês não iam embora hoje? – quase gritei

- Não mais. Vamos passar essa data com vocês. O que acham? – minha mãe colocou os dentes para fora como se os estendesse num varal.

- Eu… eu…

- Nós achamos ótimo! – Rodrigo novamente estava querendo ter uma morte lenta. – Não é Ju?

- Claro! – quase pude sentir o incêndio do café em minha garganta.

- Vai ser a melhor ação de graças, senhora Paiva.

- E o que aconteceu com o “mãe”?

- Desculpa, mãe! Só fiquei emocionado.

Eu estava perdida!

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Voltei! Espero que não tenham me abandonado. Beijocas

çaylarımızı içmiş miydik o gün, bilmiyorum. ben bir kaç dakika, bir kaç saat, bir kaç gün ya da bir kaç yıl sonra ayağa kalkmıştım. gidiyordum. içimde, bir bilmeceyi çözememiş olmanın sıkıntısı vardı..
—  Hasan Ali Toptaş