'centro

5

An exceptional home with absolutely stunning panoramic views of San Miguel’s historic Centro and the nearby Sierra Madre mountains which can be appreciated while lying in bed, lounging in the outdoor covered living room or entertaining on the back patio.  More photos // homeadverts

Quanto sono innamorata ?
Da 1 a 10 direi 11, cioè livello personaggio Disney che sospira ripensando all'amato, con gli occhi rivolti verso l'alto e i gomiti sul davanzale, mentre la scena si allarga sempre più e ci viene mostrato un campo panoramico con al centro la casina dell'innamorato e poi la luce si spenge e cambia scena è mattino.

Clãs M&A - O Casamento - Cap 18

Fiquei boquiaberta com a cena, porque Vanessa  não havia escolhido um salão grandioso para nos casarmos e sim um pátio pequeno, íntimo – como uma gruta –, delimitado por paredes de pedra cobertas por trepadeiras e ramos de boa-noite que serpenteavam em direção ao céu. As últimas flores brancas e luminosas do fim do verão estavam abertas e pareciam estrelas caindo em volta de nós.

A iluminação era feita apenas pela lua cheia e as muitas velas presas nos parapeitos das altas janelas em arco ao redor, arrumadas às dezenas na mesa de pedra onde as pequenas taças de prata esperavam e acomodadas entre as flores que cresciam em profusão por todo o jardim.

Era tudo perfeito, como Vanessa havia prometido. Apesar de estarmos no centro de um castelo que ela mantinha com ordem e precisão, o pátio possuía uma beleza caótica, como o próprio amor. Pelo menos como o amor que eu sentia por Vanessa, que parecia incontrolável. Era um lugar em desordem, selvagem, no fundo do meu coração, que um dia também insistira na ordem racional.

É, foi o jardim que me fez respirar fundo.

Mas foi a visão da própria.Vanessa, e não o cenário incrível que ela havia criado para nós, que me compeliu a dizer seu nome.

Ela estava me esperando no fim de um corredor formado entre a folhagem, diante da mesa de pedra, e eu nunca a tinha visto tão séria, tão solene. Mas aquele não era o lado sombrio de Vanessa. Não, era como se ela estivesse tão feliz que não conseguisse sorrir. Eu entendia isso porque estava sentindo a mesma coisa. Era como um júbilo tão intenso que só poderia ser expresso com os olhos. Parecia profundo demais para ser demonstrado apenas com um sorriso.

Naquele momento, eu sabia que nossos convidados estavam ali, nos observando das cadeiras enfileiradas nos dois lados do caminho, mas mal os percebia. E não andei até Vanessa  imediatamente. Ficamos em silêncio, perdidas no tempo, no espaço – e uma na outra. Mesmo a distância, na escuridão, eu podia ver que ela estava emocionada, que ela jamais se esqueceria de como eu estava ao entrar no jardim vestida de noiva, assim como eu jamais esqueceria a imagem de Vanessa de pé ali, alta e confiante, os ombros largos puxados para trás e as mãos cruzadas às costas, como sempre fazia.

Mas naquela noite Vanessa não baixou a cabeça nem andou de um lado para o outro. Ficou perfeitamente imóvel, costas eretas, olhos fixos em mim enquanto compartilhávamos aquela felicidade extraordinária, profunda, as duas cientes de que aquele era um momento único.

Poderíamos ter ficado assim durante horas se papai não tivesse tirado o braço do meu e beijado meu rosto. Finalmente desviei o olhar de Vanessa e me virei para o meu pai, cujos olhos novamente brilhavam com lágrimas enquanto ele me dizia:

Renato – Eu te amo, Anna.

Quis dizer ao meu pai que também o amava, mas de repente fiquei com um nó na garganta e precisei confiar que ele entendia que eu não conseguiria falar.

Então ele deu um passo para o lado, porque a tradição era que eu caminhasse sozinha os últimos metros até minha esposa. Nem flores eu carregava. Deveria me aproximar de Vanessa com as mãos vazias, para simbolizar que, a partir daquela noite, não haveria nada entre nós.

Assenti para May, que ficou à minha frente e começou a ir devagar pelo caminho. Quando ela chegou a seu lugar e olhou de volta para mim, todos os convidados se levantaram e se viraram também. Mas eu ainda mal os notava, nem dava atenção a May, que esperava à esquerda da mesa de pedra, nem percebia Thais parada à direita de Vanessa. De novo estava hipnotizada pela imagem de Vanessa, concentrada não somente em seus olhos, mas na mulher inteira, a vampira, com quem eu iria me casar.

Seu cabelo preto brilhava ao luar que, juntamente com as velas, também iluminava suas feições. As maçãs do rosto definidas, o nariz reto e o queixo forte que eu tinha notado pela primeira vez numa escola da Pensilvânia, num dia e num lugar que pareciam infinitamente distantes. Ela usava um terninho  tão escuro quanto seus olhos e que era tão adequado quanto o jardim era perfeito para nossa cerimônia. Era discreto  –, mas sua simplicidade só parecia enfatizar a segurança de Vanessa, como se ela confiasse o suficiente em seu poder a ponto de não precisar de qualquer aparato extra. De algum modo ela conseguia mostrar que era uma princesa mesmo usando nada mais do que uma camisa branca debaixo do terninho escuro e calça preta reta, como a que usara no jantar que oferecemos antes do casamento.

Vanessa me esperava ereta porém à vontade, como a guerreira que fora criada para ser, e eu mal podia acreditar que ela era minha.

Algum dia ela já parecera tão alta? Tão dominadora? Tão capaz de comandar?

Enquanto eu começava a andar até ela, jamais afastando os olhos, vi que Vanessa usava um toque sutil de cor. Um colete cinza, quase da cor do meu corpete.

Quando cheguei mais perto, ela tirou as mãos das costas, como se não pudesse esperar nem mais um segundo para me tocar, e também vi uma ponta branca em seu braço, um pedaço de tecido aparecendo por baixo da manga, logo acima da mão.

Vanessa – Clara, eu, eu… – disse ela, quando eu estava suficientemente perto para ouvi-la sussurrar. Suficientemente perto para ver a admiração, o fascínio, em seus olhos, emoções fortes o bastante para deixar até mesmo Vanessa Mesquita sem fala, provavelmente pela primeira vez na vida.

Então eu sorri, porque tive a certeza de ter alcançado o que queria: Vanessa, sempre tão eloquente, nem conseguia encontrar palavras para se expressar ao me ver.

Ocupei meu lugar ao seu lado e Vanessa sorriu também, revelando, pela primeira vez naquela noite, os dentes de um branco puro que eu finalmente sentiria de novo em meu pescoço.

Encarei seu rosto bonito e ela estendeu a mão esquerda – a mão marcada, dominante – e segurou forte a minha direita, também marcada, unindo-nos diante de todos e reabrindo suavemente os ferimentos, de modo que nosso sangue se misturasse. Foi o momento mais feliz da minha vida.

A incisão na minha mão, tão recente, doeu ao ser perturbada. A pele se separou e Vanessa observou meu rosto atentamente, com preocupação e um pedido de desculpas nos olhos, mas balancei a cabeça de leve, dizendo que estava tudo bem, que ela deveria se certificar de que o sangue saísse.

Então ela apertou os dedos com mais força em volta da minha mão, torcendo nossas palmas ligeiramente. Eu me obriguei a não demonstrar a dor do corte que se abria. Pude sentir o sangue começando a sair e, mesmo sabendo que Vanessa também sangrava, era impossível dizer qual sangue era de quem – assim como deveria ser, a partir daquele momento.

Antes eu pensava que o momento em que Vanessa cravou as presas no meu pescoço pela primeira vez seria sempre o melhor da minha vida, mas nada poderia se comparar a me unir a ela para sempre na presença da nossa família e dos nossos amigos. Nada jamais se compararia àquele olhar caloroso e de adoração de Vanessa por mim, que se abria tão sem reservas enquanto nosso sangue sereno se fundia no ponto em que estávamos conectados.

Demoramos mais um instante ali, apenas sendo uma, guardando tudo na memória, e então nos viramos para encarar o mais velho dos Anciões, que havia saído das sombras e se juntado a nós do outro lado da mesa de pedra. Ele anunciou:

– Comecemos.

Pensieri sparsi:

È proprio vero che anche se non siamo al mare basta poco per far sì che sia ancora estate.
Un motorino ed il vento tra i capelli, una canzone in cuffia e la tua pelle sfiora la mia.
La città vuota e di corsa per le vie del centro.
Il sole scotta.
È ancora estate.

Edificio de Nacional Financiera, calle Isabel la Católica, en la esquina de la República de Uruguay, Centro Histórico, México DF 1964

Arq. Ramón Marcos Noriega

‘Celosía’ de Herbert Hofmann-Ysenbourg

Nacional Financiera Building, Centro Historico, Mexico City 1964

‘Lattice’ Herbert Hofmann-Ysenbourg

Aki, si dicono tante belle cose ma poi, in fondo in fondo, ognuno vive pensando solo al proprio tornaconto. Basta poter mangiare bene, basta poter comprare ciò che ci piace. Ma amare una persona significa pensare che lei viene avanti a tutto. Se non avessimo abbastanza cibo, darei a te la mia parte. Se avessimo pochi soldi, piuttosto che acquistare qualcosa per me, comprerei quello che tu desideri. Se mangi qualcosa di buono tu, è come se avessi la pancia piena anch'io, se sei felice tu, allora lo sono anch'io. Questo significa amare una persona. Credi che esista qualcosa di più importante? A me non viene in mente nulla.
—  Kyoichi Katayama