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ー( ´ ▽ ` )ノ we young ☆ミ

Quem não amaria um Deus assim? Quem não lavaria seus pés com lágrimas? Quem não levantaria as mãos na Sua presença? Ou beijaria as cicatrizes dos pregos em Suas mãos, quando essas são as mãos que se estendem para curar as áreas feridas em sua vida? A mulher precisa saber que há um Deus que conhece seus mais negros e profundos segredos e, mesmo assim, tem compaixão dela. Que mulher não tremeria diante de um Deus que assume a tarefa de defendê-la e colocar-se entre ela e seus atacantes? Que mulher não apreciaria um Deus que se torna advogado, aceita o caso dela, não cobra honorários e vence o processo? Que mulher não se sentiria reverente ao saber que há um Deus que pode estar convencido da sua culpa, mas insiste em que seja perdoada? Este é o símbolo do amor: saber que todos estamos nus diante dEle e, todavia, de alguma forma, pela Sua graça, Ele se abaixa e toca os lugares escusos em nossa vida.
—  A dama, seu amado e Seu Senhor
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Remembering Rita Hayworth on her birthday.

October 17th 1918 — May 14th 1987

There’ll never be another girl like her… I’ve never seen another one like her… I’ve seen a lot of stars, but I’ve never seen one like her.” - Ann Miller

Eu estava aflito, em angústia e dor mas veio o Teu amor e levou tudo embora… Como reagir a tão gracioso amor, se não entregando tudo o que tenho em Teu altar? O que sou é Teu para sempre, eu descansarei em Ti, insistente amor que me conquistou.
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Laura Souguellis