黄甫圣华

Il y a un truc qui m’énerve en ce moment, dès que quelqu’un a un soucis -surtout niveau étude- on vient me demander de l’aide, étant une personne gentille je réponds en essayant d’être le plus clair possible. Mais quand c’est à mon tour d’avoir besoin d’aide, bah NADA. J’ai tout simplement l’impression de me prendre un gros FUCK dans la gueule.

       ❝SCRAPBOOK DE MEMÓRIAS ❤ HOGWARTS (Ano 1 ao 7)


Vivendo em Hogwarts (ou quase) 


For the two of us, home isn’t a place. It is a person. And we are finally home.


Se há uma coisa que essa escola nunca precisou é de publicidade. Uns falam que Hogwarts é um lar, outros falam que Hogwarts é um pesadelo e assim segue o mesmo falatório que se repete no mesmo ciclo de um ano. Se eu fosse capaz de resumir minhas experiências nessa escola, ficaria com a turma do pesadelo. A ideia de um lar foi se dissolvendo conforme fui descobrindo as minhas verdadeiras origens e quando tive certeza, bang!, me vi querendo sair desse colégio interno que segue firme me dando calafrios. 

É, seu sei. Não é culpa da escola o fato de eu ter sangue mágico proveniente de uma família purista. Aquele tipo de família adorável que em pleno 2025 ainda fala sangue-ruim. Também não é culpa da escola que ainda existam pessoas com o cérebro do tamanho de uma ervilha.

Mas não é sobre essas pessoas que esse scrapbook se trata. Glória ao hipogrifo porque sou muito sortudinha em ter lidado e conhecido serumaninhos tão preciosos, ugh! 

Antes, uma história.

No arco 1 ao 3, pertenci ao grupo de andarilhos de Hogwarts. Aquele grupo junto apenas mentalmente porque na prática andávamos solitariamente. Meu caminhar sozinho não era por medo de chacota, mas porque não conseguia me entrosar devido a minha ansiedade. Independente disso, o isolamento do qual me submeti me fez conhecer as rotas de fuga e todos os cantos dos corredores que muitos usaram/usam para se esconder dos valentões e das valentonas. Caminhos que me nortearam na direção dos mais diferentes serumaninhos.

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