野生のカントク

She could almost see herself glowing much brighter than ever. 

And even though it was such a rare occurance, she could remember it very well while he approached — almost as if it was her own light, and not his. That burning sensation, that blinding light. Something lingering in the back of her head, like a feeling, or memory long lost.

She could only trap his light for a few moments. But she always felt that slight connection, as if something was amiss. 

Was he that mysterious, with his blue smile and sweet words? No. Maybe it was just her curiosity towards those moments. But deep down, she felt, there was something else, hidden between the cycles, waiting for them to find out.

There was something about them.

About him.

About her.

She could only wonder. But that didn’t mean she couldn’t enjoy that moment, even if for a little bit.

The Eclipse

I saw @illustraice AU some time ago and got hooked. What an amazing AU! so I decided to make a fanart about it cause yaaaassssss it’s so good ç~ç

                                              PLOT DROP #004

                                         GOOD NIGHT. SLEEP TIGHT. DON’T LET THE DEAD BITE.

                                               ( t r i g g e r   w a r n i n g ) assassinato.

                              ( p a r t i c i p a ç õ e s ) Akin Alamieyeseigha, Narcissus Ariessen, 

                                                         Juliana Nikaule, Fleur Deveraux.

Poças acumulavam-se nas calçadas e vias de acesso da academia, resquícios da chuva que havia caído mais cedo. Caminhando da forma altiva que outros geralmente lhe atribuíam, a herdeira brasileira voltava ao dormitório mais tarde após um pequeno desvio de caminho, seguida de perto pelo daemon pavão, na seguinte ocasião mantendo as penas fechadas. Distraída com o próprio reflexo distorcido que a água lhe revelava, parou por um momento ao perceber que, conforme seu avanço, a água semitransparente adquiria tons dourados, um estranho pó brilhante flutuando em sua superfície. A calçada ainda exibia parte das homenagens dadas aos príncipes galeses na semana passada, pétalas de flores monocromáticas agora tingidas com ouro, tal qual as manchas de tinta deixadas pelos artistas mais desajeitados, e o pó parecia espalhar-se por todo canto. O Forte Dourado poderia ser visto como a fonte de toda aquela poeira, mas o Centro das Artes não era tão próximo… Quando as últimas notícias vieram à sua mente e o medo a assomou, já era tarde.

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Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si, é sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti. É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz, é sobre dançar na chuva de vida que caí sobre nós. É saber se sentir infinito num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar e então fazer valer a pena daquele verso daquele poema sobre acreditar. Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu, é sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu. É sobre ser amigo e também ter morada em outros corações e assim ter amigos contigo em todas as situações. A gente não poder ter tudo. Qual seria a graça do mundo se fosse assim? Por isso eu prefiro sorrisos e os presentes que a vida trouxe pra perto de mim. Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar e assim sobre cada momento sorrindo a compartilhar, também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais. Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás. Segura teu filho no colo. Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui. Que a vida é trem-bala, parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir.
—  Ana Vilela.