é

E eu continuo esperando que você me pegue e você continua esperando salvar o que nós temos. Então eu faço questão de manter a minha distância, digo “eu te amo” quando você não está ouvindo. Quanto tempo podemos continuar com isso?
—  Christina Perri.
Uma hora a gente entende que a vida é esse eterno ir e vir e que o bom é aprender com cada partida. Já nem dói, cada vez mais me importo menos.
—  Nattan Duran.
STATUS:  Ela é

Ela é dessas que não passa duas vezes na vida de ninguém, então se ela passou na sua tome muito cuidado pra que ela não vá embora.

Ela é segura demais, toda cheia de si, mas qual é o problema disso? Se ela não se garantir, quem é que se garante por ela? 

Ela não vai mudar por ninguém, a não ser que decida que tá na hora de se reinventar.

Ela se deu conta de quem era e bate no peito orgulhosa de ser assim, meio amarga, meio doce, meio quente, meio fria, meio ela e só ela.

Ela é daqueles que junta os caquinhos e joga fora, porque se quebrou é que tá na hora de viver por algo novo.

Ela deu muitas chances pra quem não merecia e sofreu um bocado na mão desses caras, até que descobriu que não precisava deles pra nada.

Ela é caos e calmaria, jazz e rock n’ roll, yin e yang, preto e branco, tudo e nada.

Ela é diferente de tudo o que você já viu. Não tente compará-la com as outras que já passaram na sua vida.

Ela é do tipo que não chora leite derramado, nem se desfaz inteira porque algo não saiu como planejado.

Ela é muito transparente pra tolerar ao seu lado alguém que se camufla na primeira oportunidade.

Ela é intensa, não sabe sentir em conta-gotas, ou faz sol ou faz tempestade, porque não nasceu pra ser garoinha.

Ela é difícil de baixar a guarda, você precisa convencê-la de que vale a pena.

Ela é diferente, dessas que não se enquadram, não se adaptam.

Ela faz o que quer, quando quer, mas se você merecer ela te cede um espaço ao seu lado.

É no silêncio que ela se encontra. Não tente entende-la, nem a desvendar, ela não é um mistério a ser descoberto, é só alguém a ser respeitado.

Eu já perdi a hora. Já perdi o ônibus. Já perdi amigos. Já perdi meu tempo com algumas pessoas. Já perdi às chaves do carro. Já perdi meu celular, mas nenhumas dessas perdas foi tão dolorosa como perder você. É sempre um baque, porque a gente nunca acha que está magoando. A gente nunca espera ser abandonado, deixado de lado como se fossemos uma roupa velha, mesmo quando merecemos. Apesar de serem necessárias, às perdas nunca são fáceis.
—  O Primeiro Amor de um Homem.