熊飼いたいくまゆ

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Japan2015_273 by Wallace
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Himeji Castle and Sakura,. Himeji Castle Park (姬路城), . Himeji, Japan

               O caminhar por entre o Salão de Festas dava-se de forma automática enquanto a princesa colombiana saltitava, com toda a cautela para não arruinar sua roupa unicamente desenvolvida, para conseguir obter uma melhor visão daqueles que protagonizavam o evento. Julieta havia frequentado poucos bailes quando ainda em sua terra natal, a ausência quase sempre justificada pelo fato da garota ser jovem demais para participar de tais eventos, mas, enquanto em Avalon, ela podia vagar livremente, observando atenta as roupas e detalhes que vestiam os príncipes, princesas e outros habitantes do local, sempre com o irmão mais velho em vista, não desejando separar-se muito dele, algo que acabou acontecendo para seu desespero, agarrando o braço dx pessoa ao seu lado, uma voz chorosa e preocupada lhe regia as palavras. —— ‘  ✶ Você viu meu irmão? ❜ ——

E logo eu, que sempre sei o que dizer; Sempre digo tudo o que sinto e o que penso. Agora não sei dizer o que estou sentindo, estou um total caos. Estou tipo uma enigma, uma labirinto… Que nem eu mesma sei decifrar.
—  Fernanda Faria.
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Japan2015_200 by Wallace
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Zenpukuji (善福寺),. Arima Onsen (有馬温泉),. Japan

                                    meet li wei protein!

Wei é nadador profissional e isso faz dele um membro mais do que honorário no time de natação, porque apesar dos apesares ele não pode largar o que mais ama fazer. Está no clube de jornalismo como redator e no clube de leitura e está do terceiro ano do curso de Educação Física. Junto com seu irmão gêmeo veio da China e entraram para a Sigma Chi. 

plots + cnns + about !

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Parece que o motivo do “beijo” é porque querem que a guardiã beba uma poção que a fará esquecer da vida que teve no seu mundo original. Mas ela, É CLARO, se recusa. Então um dos paqueras “beija” ela para fazer ela engolir a poção.
—  Mascarado, cadê tu? Acredito em você 100% agora, me diga seus planos que ajudarei em todos.

Após um pouco caminhar por todo o salão ao lado do Rei e Rainha da Rússia, seus pais, Alla decidiu desbravar o lugar ou até conhecer novas pessoas longe do encalço dos seus familiares. Allaric, seu lobo, caminhava ao seu lado formosamente. Estava adornado com uma espécie de coleira, enfeitada com pedras preciosas e ouro e ás vezes, a princesa russa chegava a rir, pois sentia que seu companheiro estava mais confortável do que si na festa. Socializações não era algo típico da princesa e ela sabia que deveria trabalhar isso e talvez, conversar com alguém naquele evento já fosse um começo para isso. Expirando rapidamente o ar até seus pulmões, Alla passou a mão pela vestimenta; um pequeno tique que tem quando está a ficar nervosa, para então encaminhar-se para perto da pessoa mais próxima que estava de costas para si. Tentando parecer calma, Alla tocou-lhe no ombro levemente, chamando a atenção. “O evento está lindíssimo, não concorda?”

                                    ❛ ——  Uma moeda por seus pensamentos. —— ❜ Levantou em uma das mãos uma singela moeda de dólar canadense, que provaria ser um pouco inútil no terreno galês onde estavam, mas ainda assim valia a piada para a Tremblay, que estava se sentindo em um ótimo humor, para conversar com qualquer um.      

A księżniczka parou para checar seu relógio de bolso, verificando se não tinha ultrapassado os limites com o tempo que dedicara ao futuro. Era simplesmente desrespeitoso atrasar-se para um evento, e aquilo apenas se acentuaria caso o motivo fosse a sua esfera. Por vezes atrasava-se estudando as propriedades do objeto, aparecendo sempre como uma figura antiquada ainda com seu relógio de bolso, mas ninguém aparentava dar tanta importância para isso quanto seu pai. Assim que chegara, após passar da fase de cumprimentar os demais convidados, teve de ser chamada atenção pelos minutos de atraso, em ameaças em polonês que ela cansava de ouvir deixar a boca de seu pai. Manteve-se ainda sim em sua postura séria, resignada a aceitar o que ele falava sem deixar uma explicação sequer sair de seus lábios, corroendo-se secretamente com a ansiedade para deixar a conversa com o rei polonês. Odiava quando sua mãe acabava por não comparecer os eventos, quase como se fosse traída, uma vez que acabava sendo forçada a ouvir com mais intensidade as reclamações de um pai insatisfeito com o sexo de sua criança. Assentiu mais algumas vezes antes de se afastar, sobre o pretexto de ter de falar urgentemente com a pessoa que acabara de passar. Chamou-a, exibindo um de seus mais curtos sorrisos. “Perdoe-me por ter te chamado, mas se importa de fingir que está conversando algo sério comigo enquanto nos afastamos sutilmente?

No exato momento em que adentrou no Instituto, deixou que os olhos percorressem pelos alunos atrás do único motivo que se encontrava apertado dentro do terno -que Nadia havia insistido que ele colocasse, uma boa maneira de esconder as várias tatuagens que cobria seu corpo, mesmo que não adiantasse de nada em relação a que tinha no pescoço e em ambas as mãos-. Usando uma foto e alguns detalhes de sua memória para acha-lá, acabou por fim, não tendo sucesso algum. Resolveu então conhecer a piscina, onde daria suas aulas dali pra frente. Precisava se acostumar com a ideia que teria uma vida mais calma por algum tempo, se assim possivel, e pra fazer isso precisava realmente entender como um Treinador agia. Talvez colocar um terno foi muito exagero. Hogwarts era grande, se saísse as cegas pelos corredores provavelmente acabaria perdido, então decidiu perguntar a alguém. - Excu… Excuse me, could you tell me where the pool is? - o sotaque russo ainda estava muito presente no inglês de Alek, mas até que se saiu bem. Não estava muito acostumado a agir de maneira educada, mas precisava realmente entrar no papel se quisesse continuar ali, para que o esforço valesse de alguma coisa no final. Era pelo menos, o que Aleksey esperava.

Não é sobre ter todas as pessoas do mundo pra si, é sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti. É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz, é sobre dançar na chuva de vida que caí sobre nós. É saber se sentir infinito num universo tão vasto e bonito, é saber sonhar e então fazer valer a pena daquele verso daquele poema sobre acreditar. Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu, é sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu. É sobre ser amigo e também ter morada em outros corações e assim ter amigos contigo em todas as situações. A gente não poder ter tudo. Qual seria a graça do mundo se fosse assim? Por isso eu prefiro sorrisos e os presentes que a vida trouxe pra perto de mim. Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar e assim sobre cada momento sorrindo a compartilhar, também não é sobre correr contra o tempo pra ter sempre mais. Porque quando menos se espera a vida já ficou pra trás. Segura teu filho no colo. Sorria e abrace teus pais enquanto estão aqui. Que a vida é trem-bala, parceiro e a gente é só passageiro prestes a partir.
—  Ana Vilela.