ほたるび

“Từ khi nào em đẩy tôi ra xa, và chúng ta không còn là chúng ta nữa. Từ khi nào câu hỏi mọc lên không còn chỗ chứa, và tôi mệt mỏi giữ chúng lặng im. Tôi nhìn những vết đinh ghim, còn sót lại sau dãy ảnh hạnh phúc. Tôi đã gặp và yêu em đúng lúc, còn em kết thúc chỉ có một mình. Nếu tình yêu là cuộc viễn chinh, em đã chiến thắng còn tôi có tất cả mà tay trắng cô đơn.”

(“Và để cơn mưa nằm yên” - Zelda)

#CHIÊU Thành phố này ồn ã quá, anh à.

flickr

三軒家路地 by m-louis .®
Via Flickr:
Jul 2, 2016 at 11:55, Osaka 大正区

flickr

DSC05079 by Zengame

flickr

パンダのリーリー by Copanda_

youtube

nova canção // m ã o s

essas mãos não têm fim…

onde é que elas vão depois de mim?

amor é a tua vez agora,

e que o álcool leve a timidez embora.

e entre os dedos da mão esquerda agarro o mundo ou um cigarro,

e entre os medos na cabeça eu guardo o fundo ou a cidade.

à falta de pais temos as ruas em Lisboa,

vou-me despindo dos O L V S sob uma lua que nos magoa.

os punhos adornados… corpos onde eu tropeço,

e há o sangue que é roubado como é o ouro que preenche o meu esqueleto.

e tu vens-te e vais-te embora,

vais e bates a porta e nunca me dás aquilo que eu rezo.

e quando não mos contas onde é que guardas os segredos?

e quando não me tocas onde é que tu guardas os dedos?

essas mãos não têm fim…

onde é que elas vão depois de mim?

amor é a tua vez agora,

e que a droga leve a timidez embora.

e eu bebo aquilo que houver…  acho as tuas palavras.

estas noites habituaram-me a embebedar-me com falácias.

dizem que as putas baratas sentem tudo em demasia,

e que na cidade das acácias há magia.

(tenho) as mãos em sangue de amar-te - tocar-te é quase vida.

e que a dor que tu me trazes se transforme em arte um dia.

e eu chego tarde… as veias são apenas pedras,

não existem maneiras de viver sem ser em guerra.

Lisboa ensinou-nos a decorar-nos com miséria,

e a encontrar beleza entre a maldade e a tristeza.

és uma fera que insiste em dançar para se esconder.

e há maneiras de chorar que são difíceis de entender.

e quando não mos contas onde é que guardas os segredos?

e quando não me tocas onde é que tu guardas os dedos?

essas mãos não têm fim…

onde é que elas vão depois de mim?