Índia

As Quatro Leis da Espiritualidade Ensinadas na Índia

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A primeira lei diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa”.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido”.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira lei diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo”.

Tudo começa na hora certa, nem antes, nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última lei afirma: “Quando algo termina, ele termina”.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.

escuta aí baixinho:
um dia eu volto.

se o mundo queima às 6h de uma segunda-feira
e eu sinto a tua falta
mas respiro fundo
porque eu preciso me encontrar
e contigo eu só sabia esquecer de mim.

se Plutão não é mais considerado planeta
e eu sou que nem Plutão
sendo anulada em você.

se parecia tão pesado pertencer
e eu só sei fugir
como os refugiados da Síria.

se a Síria não tem paz e nem eu
 e o mundo engole a gente e depois cospe
e nesse engole-cospe
a gente se desprendeu.

se ir ao céu contigo foi bonito
mas desacelerar e voltar
também tinha de ser.

se eu não acredito em outras vidas
mas nem que seja em uma delas
eu sei que eu volto.

se azul é a cor que eu mais gosto
e eu te expliquei que é porque remete algo grande
e que eu sou feita de tons de azul
quando talvez o azul que trago em mim
seja o blue bird do Bukowski.

se tu me falou que a vida é muito longa pra dar adeus
e que um dia a gente se reencontra
e eu quis tanto acreditar que sim.

se o cometa Halley demora
mas sempre volta
e eu te digo que eu volto também.

se o mundo é cheio de rotas de fugas
e numa delas eu caio em você.

se eu gostar da queda
e ficar até ter que ir outra vez
como o Halley.

se eu te canto Rubel
e tu repete pra mim que
we’ll float around and hang out on
clouds then we’ll come down

e eu rio porque sei que isso pode ser um ciclo vicioso.

se aqui não chove
e naquele vilarejo do noroeste da Índia
o céu não para de chorar
e talvez as lágrimas que eu não derramei
estejam perdidas por lá.

se a gente ainda não foi à Itália
e não bebemos vinho numa gôndola.

se em outra dimensão eu não precisei ir
mas ainda assim em outra tu nem chegou
então eu prefiro essa.

se eu sinto que não acabamos por aqui
porque há ligações que quebram o esquecimento contínuo.

se assim como na minha música favorita
tô encontrando em minha vida um canto só pra você.

se eu procuro por paz
mas tudo que eu quero é me armar e ir à guerra com você.

se a nossa colisão foi forte e assustadora
e eu te digo que esse tempo longe pode ser só o nosso big bang
formando algo bonito pra nós.

se i do keep a date with you
um dia eu volto
só não sei quando
mas eu volto.

Sobre o Aborto.

O aborto acima de tudo, é um crime previsto pelo código penal, e ao contrário do que muitos pensam o supremo tribunal federal (STF) não tem competência de legislar, e muito menos anular algo já previsto pelo código penal.

Agora partindo do princípio ético e moral, que é algo extremamente deixado de lado ultimamente, não existe “direito da mulher” ou “saúde pública” quando se trata de assassinar o próprio filho. O aborto, na maioria dos casos, é uma atitude de desespero, onde a mulher se encontra sem saída e muitas vezes é pressionada pela família ou namorado a fazer tal ato, então onde a tal “liberdade feminina” se encontra em uma situação como essa? Ser contra o aborto, é zelar pela vida da criança e da própria mulher, pois o procedimento do aborto é algo extremamente agressivo e invasivo, além de comprometer á saúde mental da mulher, muitas entram em depressão, síndrome do pânico ou se culpam a vida toda pelo sentimento de ter matado o próprio filho. Se estivessem realmente preocupados com a saúde da mulher, não estariam pensando em legalização do aborto, que é algo extremamente prejudicial para á saúde física e psíquica da mulher, mas sim em uma melhor infraestrutura para gestantes, como por exemplo, órgão pró-vida, que dão acompanhamento médico e psicológico para essas pessoas que se encontram nessa situação de desespero. Furar o útero, desmembrar seu próprio filho (o desmembramento ocorre quando a criança ultrapassa 3 meses) e comprometer futuras gestações, não é um direito e muito menos está ligado á “liberdade”.

O aborto que estão querendo legalizar aqui no Brasil, não são em casos de estupro ou onde a gestação compromete á saúde da mulher, pois esses casos já são descriminalizados, o que estão querendo legalizar é uma covardia, dando até mesmo ao STF o direito de exercer funções que não os cabem. O que querem, é que por exemplo, uma mulher com plena condição econômica de criar seu filho, aborte pelo simples incômodo. Quando se legaliza algo assim, você além de abrir portas para que as pessoas não pensem duas vezes antes de cometer tão crime, pois elas se sentiram mais asseguradas pelo fato de ser feito sob a legalidade, você ainda dá incentivo para que se invista menos em saúde e educação, pois com o aborto, vem a redução populacional.

Um argumento banal que é usado, é que “até os 3 meses não existe vida”, mas isso é uma completa falácia, pois a ciência comprova que a vida começa no momento da fecundação, além do fato de que o sistema nervoso, não define o início da vida. Outro argumento comumente usado, é que as mulheres morrem em número absurdos por ano tentando fazer abortos clandestinos, esse argumento é completamente furado e deturpado, pois são pouquissímos os casos de mulheres que morrem em um procedimento de aborto clandestino, cerca de 20 á 30 ao ano. Esses número absurdo de 1.000.000 de mortes, são número manipulados e divulgados pelas próprias empresas abortistas, que lucram com o procedimento. O próprio movimento feminista, movimentou milhões de dólares para promover o aborto aqui no Brasil. 

“Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos, e suponho que os outros, se parassem para pensar sobre isso, também sabiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram números úteis, amplamente aceitos. Então, por que não usá-los da nossa forma? Por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis contra o aborto, e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida”.

(Dr. Bernard Nathanson, médico ginecologista e obstetra)

Com a legalização do aborto não vem a conscientização, muito menos os números do procedimento caem. Basta ver as estatísticas de de países onde o aborto é legal, por exemplo o Chile, onde o aborto é ilegal as taxas são baixas, já na Índia com o aborto legalizado, as taxas são 5 ou 6 vezes maiores.

O fato de que o marido ou namorado abandonou a mulher grávida, não dá o direito da mesma, de assassinar o próprio filho. O que é contraditório, é que os abortistas são extremamente contra á moral judaíco-cristã, que protege e zela a família, assim, indo completamente “contra” àqueles que abandonam seus filhos e esposas.

São contra à família tradicional, mas usam como argumento de que o aborto seria algo benéfico, pois a criança poderia crescer em um família desestruturada.

Os argumentos abortistas são baseado em falácias, especulações e dados manipulados, e muitos defendem esses argumentos, sem antes procurar saberem da verdade, que muitos canalhas, se aproveitam do pouco conhecimento de alguns para encher a cabeça dos mesmos com imbelicidades facilmente aceitas, para fortalecer mais ainda seu exercito de não-pensantes e idiotas-úteis, para assim, alcançarem seus objetivos perversos.