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Sorry

@opajana01-blog

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“Algum dia nós vamos nos encontrar. Eu acredito nisso com todo o meu coração. Até que esse momento chegue, eu quero que você mergulhe em busca dos seus sonhos. Quero que você confie no seu coração. Quero que você viva por amor. E quando estiver pronto, venha me encontrar. Eu estarei esperando.”

A morte e a vida de Charlie.  

“Perguntei para Deus

Por que o Senhor não quer me ouvir?

Me frustrei, eu chorei

Pensei até em desistir

Mas quando eu calo, Ele me fala pra eu prosseguir

Se desanimo, Ele me diz: Filho, estou aqui!

Vai chegar a sua vez, não te esqueci

Pode confiar em mim

Aquilo que eu tenho preparado pra você

A sua imaginação não consegue prever

Ore outra vez, busque outra vez

Tente só mais uma vez”

— Minha vez

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Daí Jesus vem, sofre por você, leva aquela cruz até o fim, suporta tudo por amor, morre, ressuscita, te faz companhia todos os dias, conhece as tuas fraquezas, ainda assim não desiste de você e você diz que ninguém se importa.

“Chega uma hora em que a gente se pergunta: será que eu sou bom mesmo? Será que sou boa pessoa? Será que faço as coisas certas? Será que fiz as escolhas que devia ter feito?”

Clarissa Corrêa

Quando eu me sinto perdida, tento pensar que há uma versão melhorada de mim mesma perdida por aí, uma mais aliviada e com mais motivos pra sorrir, e que preciso fazer um esforço pra encontrá-la, sabe? Ela tá aqui dentro de mim, em algum lugar no meio de todo esse caos.

Uma das piores coisas da vida é fingir. Fingimentos de qualquer espécie, ordem, tamanho, tipo, grau. Odeio fingir. Me sinto mal, me sinto atriz, me sinto fora de mim. Mas é necessário. De vez em quando é, acredite. As pessoas me elogiam, me amam, me querem bem. Que bom, fico feliz: obrigada. Obrigada mesmo, obrigada de verdade, obrigada, obrigada. Mas me dá licença, posso ficar na minha? Posso ficar sozinha? Posso ter o direito de estar triste? Não quero ficar sendo legal, quero meus cinco minutos de depressão profunda e solitária. Me deixe só com os meu pensamentos, com meu coração esmigalhado e com minha auto-estima do outro lado. Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro. E está doendo. Você não entende a minha dor. Não quero explicar. Nem eu entendo. Sei que dói. Sei que queria você de volta. Sei que queria que tudo fosse do meu jeito. E meu jeito é certo? Não sei. Mas não me diga que a vida é assim, que ele não merece minhas lágrimas, que o mundo dá voltas e que o tempo cura. A vida não era pra ser assim, droga! Ele não merece minhas lágrimas? Mas eu preciso chorar! E quem disse que ele não merece? O mundo dá voltas, eu sei, mas para mim ele parou agora e nunca mais vai se mover. O tempo cura, benegripe cura, neosaldina cura. Mas demora. Me deixa ficar aqui. Sozinha. Ouvindo música. No escuro. (…) Amanhã eu recomeço. Ou não.

Clarissa Corrêa.  (via inverbos)

empatia não é só você sentir a dor de quem você ama.

empatia é você sentir a dor de todo mundo, é você entender o que se passa, entender tanto que é capaz de sentir isso em você.

empatia é você se importar com problemas, mesmo que não sejam seus.

Como a gente muda, meu Deus. Como os sonhos mudam. Alguns foram embora, me deixaram. Outros cresceram juntinho comigo. Alguns sonhos, impacientes, fizeram as malas e se foram sem ao menos deixar uma foto como lembrança. E eu fico aqui, um pouco saudosa, tentando lembrar o que um dia eu quis.

Clarissa Corrêa.  (via pressagiar)

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Por um mundo onde o “setembro amarelo” dura o ano todo. Onde a empatia pode ser algo praticável, assim como ir a academia, até que um dia se torne algo espontâneo e natural. Onde a gente não julga as desistências do coleguinha. Um mundo em que a gente não finja que o vendedor de morangos ali do mercado é invisível e entenda que não custa nada dizer “hoje não, obrigado”. Não é preciso largar a vida e ir pra África. É como plantar feijão em um potinho e colocar na janela: No início parece algo insignificante, com o tempo algo brota daquilo e você sente que tá salvando o planeta. Pois bem, o teu “oi, como foi o dia?” tá salvando o planeta.

-Rabuscos (NinaFepe)