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Raise !

@oito-e-cinco

Deprimida demais para sorrir, cansada demais para chorar.
Eu causo nas pessoas um tipo de enjôo com meu jeito, com minha carência, com minha ânsia por atenção. Tenho amor incondicional pelas pessoas que entram em minha vida e sinceramente, não sei o quanto isso é bom nos dias atuais. Talvez esse seja meu pior defeito.

Cazuza. (via desembarcou)

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hatesea
Você não pode ter medo que as pessoas te machuquem, viu. Porque as pessoas vão te machucar de vez em quando, até mesmo aqueles que você mais confia e admira. Não vão fazer por mal, mas somente porque são humanos. Cometemos erros ridículos com pessoas maravilhosas. Faz parte.

Caio Fernando Abreu. (via animicida)

Source: animicida
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hatesea

Geralmente quando você está triste escrever te ajuda. Mas o que você faz quando você já chegou num ponto em que não consegue mais escrever? Quando você quer, mas não sai nada.

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hatesea
Não vou entrar em detalhes sobre tudo, mas vou dizer, que houve dias péssimos.

As vantagens de ser invisível.  (via animicida)

Source: animicida
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hatesea
Eu tenho amigos, muitos. Eu tenho uns parentes por aí também. Mas não tem jeito, eu sou ridiculamente sozinha nessa vida.

Tati Bernardi. (via animicida)

Source: animicida
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hatesea
Algumas coisas não podem ser consertadas, não existem ferramentas nem partes adicionais. Estas coisas só precisam de tempo, e mesmo assim, nunca voltarão a ser o que eram.

League Of Legends.  (via animicida)

Source: animicida
Sabia que no japão existem três maneiras de dizer “Eu te amo”? Você diz Daisuki para seus amigos e ficantes, diz Aishiteru para um namoro mais sério e Koishiteru para a pessoa com que você quer passar o resto da sua vida. E eles seguem isso à risca. Isso é uma das coisas que eu admiro neles. Eles não banalizaram o “Eu te amo” como nós fizemos.

Autor Desconhecido.  (via poesografa)

Source: breakss
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Uma vez eu irei. Uma vez irei sozinha, sem minha alma dessa vez. O espírito, eu o terei entregue à família e aos amigos com recomendações. Não será difícil cuidar dele, exige pouco, às vezes se alimenta com jornais mesmo. Não será difícil levá-lo ao cinema, quando se vai. Minha alma eu a deixarei, qualquer animal a abrigará: serão férias em outra paisagem, olhando através de qualquer janela dita da alma, qualquer janela de olhos de gato ou de cão. De tigre, eu preferiria. Meu corpo, esse serei obrigada a levar. Mas dir-lhe-ei antes: vem comigo, como única valise, segue-me como um cão. E irei à frente, sozinha, finalmente cega para os erros do mundo, até que talvez encontre no ar algum bólide que me rebente. Não é a violência que eu procuro, mas uma força ainda não classificada mas que nem por isso deixará de existir no mínimo silêncio que se locomove. Nesse instante há muito que o sangue já terá desaparecido. Não sei como explicar que, sem alma, sem espírito, e um corpo morto — serei ainda eu, horrivelmente esperta. Mas dois e dois são quatro e isso é o contrário de uma solução, é beco sem saída, puro problema enrodilhado em si. Para voltar de dois e dois são quatro é preciso voltar, fingir saudade, encontrar o espírito entregue aos amigos, e dizer: como você engordou! Satisfeita até o gargalo pelos seres que mais amo. Estou morrendo meu espírito, sinto isso, sinto…

Clarice Lispector in, Aprendendo a viver (via recitarpoesias)