nerd-zoeiro-deactivated20220926
“Fui embora porque estava ferido demais para continuar. Não ouse dizer que foi covardia. Desistir também é um ato de coragem.”
— Pedro Pinheiro.
inverbos
“Tem que haver alguma razão. Tem que ter algum sentido. Não é possível a gente ter um corpo que sente, um coração que bate, um nariz que respira, um cérebro que pensa, uma alma que sonha, e no fim, não ser nada. Sinceramente, não sei o que é pior: ser um nada e estar livre de tudo, ou ser alguma coisa e estar presa a outra a qual nem se sabe o que é.”
— Depois daquela viagem.
“Nós sempre estivemos destinados a dar errado, isso era óbvio, mas a forma que terminou, doeu. Ambas as partes feridas, não intencionalmente, claro, entretanto, os dois lados ficaram quebrados de uma forma tão profunda, que eu ainda tenho as minhas dúvidas se irei me recuperar dessa vez.”
— Os distúrbios do amor.
Source: convalescida
“Ninguém vive sozinho. Ninguém deveria se sentir sozinho, aliás. Essa sensação deveria ser definitivamente proibida, porque de fato, gente precisa de alguém. Precisamos ter alguém mesmo sabendo que na teoria todo mundo nasce livre e destinado a não ser mandado. Precisamos ter alguém porque nos momentos de angústia e caos nada melhor do que um ombro de encosto seguido de doces palavras: “Estou aqui”. E a gente chora porque mesmo tendo alguém a satisfação do acolhimento que essa pessoa nos proporciona desperta um lado emocional tão intenso que não conseguimos segurar as lágrimas. E a gente continua chorando porque a gente se sente seguro mesmo depois de todo o caminho de pedras que trilhamos até chegar nesse alguém que nos mostra um jardim de girassóis-amarelos-brilhantes-radiantes e nos faz sentir como se fôssemos um. E dessa forma vai se esvaindo a necessidade que a gente sente de outra presença física para nos satisfazer. Porque no meio de tanta tempestade, aprendemos a usar a chuva para florescer. E agora somos um girassol. Amarelo. Brilhante. Radiante.”
— Pedro Pinheiro e Fernanda Gomes
nosso ponto final está estampado nesse silêncio em que ambas as partes resolveram fazer.
(nosso fim morreu com a gente)
Source: me-afastei
Pra você que tá lendo:
Algum dia, em algum lugar, alguém vai ser muito grato por te conhecer.
“Você fica quieto. Enquanto acontece uma guerra dentro de você.”
— Orquestrando
“Não se arrisque em tentar me escrever nas suas melhores linhas. Eu não preciso de altar, só vem, repousa tua paz na minha. Eu já te disse alguma vez, tu tem pra mim o nome mais bonito. A boca canta ao te chamar, teu canto chama o meu sorriso e tá tão fácil de encaixar os teus cenários na minha rotina, no calendário passear, um fim de tarde em qualquer esquina, tão natural que me parece sina. Vem cá. Te sinto seu ao se entregar, me tenho inteira pra você, te guardo solto pra se aventurar, é tão bonito te espiar viver. Se encontra, se perde e se vê mas volta pra se dividir, amor. É que você fica tão bem aqui, comigo.”
— AnaVitória.
“Se um dia sua alma vazar, quero que caia em mim.”
— A garota que eu quero.
inverbos
“De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades: não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma; cuidado com o que anda desabafando; conte até três (tá certo, se precisar, conte mais); antes só do que muito acompanhado; esperar não significa inércia, muito menos desinteresse; renunciar não quer dizer que não ame; abrir mão não quer dizer que não queira. O tempo ensina, mas não cura.”
— Martha Medeiros.
inverbos
“Aliás, foi melhor? Foi bom? Me diga. Me conte. Roteirize a cena pra mim. Vamos lá, eu quero saber. Entrei no seu jogo e estou dando uma oportunidade pra você se gabar. Não desperdice. Pegue. Foi bom? Foi melhor? Espero no mínimo um sim, que tenha valido a pena, porque você pôs a perder algumas coisas que até ontem pareciam importantes. Defenda-se.”
— Gabito nunes.
inverbos
“Não ache que consegue me abrir, me comover, me prender com apenas três palavras. Não quero ler ou saber que você me ama. Quero sentir isso. Não perca a chance, não deixe pro dia seguinte. Não existo amanhã. Esqueça tudo o que leu e ouviu sobre mim. Não me descreva, não me entenda, não diga me amar. Me ame, apenas.”
— Gabito Nunes.




