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@laymirza

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retaliador
Os livros estão sendo minha única saída deste mundo caótico — este que é repleto de pessoas intolerantes, preconceituosas e ignorantes. Os livros me fazem sonhar, viver e voar sem sair do lugar. Eles têm o poder de me dar conhecimento, viagens, calmaria e alegria. Um conselho? Leia. Leia muito. Abra um livro e desbrave-o. Fuja deste mundo louco através de uma bela leitura.

Bruno Estevam (via retaliador)

Source: retaliador
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O que você queria que eu fizesse?! Me diz. Você simplesmente decide ir embora e eu tenho que ir atrás implorar para você ficar? Meu bem, amar é nunca ir. E você foi.

amor distante (via retaliador)

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Acho que assim como o amor a riqueza esta nos detalhes...

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O dia está feio. Meu coração está afundado. E eu só não me atiro dessa janela porque tem grades, e eu passaria um trabalhão tentando removê-la sem as ferramentas necessárias. Outro contra, também, é que moro no segundo andar e a distância até o piso não se anuncia muito letal, então o máximo que eu ia conseguir é deslocar alguns membros importantes e ficar sangrando para a diversão de um monte de cretinos abelhudos sem mais nada pra fazer, até que alguma ambulância resolva aparecer. Logicamente, é melhor seguir fazendo o que melhor sei fazer, que é sofrer calado, entrar no banho e ir estudar naquela bosta de lugar.

Gabito Nunes. (via expelidor)

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inacabar
Pra ser sincera, estou bem cansada. Cansada de esperar por amor alheio, de buscar sentimentos onde não tem, cansada de esperar por alguém que não vem. Cansada principalmente pela dependência emocional imposta a essa obrigação de relacionamentos hoje em dia, obrigação de estar em um, de não conseguir viver sem uma companhia. Pois bem, se não sou suficiente para ninguém, serei a mim mesma. O amor da minha vida sou eu e para esta pessoa que vos fala, isto já basta.

Autossuficiência.  (via adesejar)

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Eu vi estrelas no céu, mãe, eu comi estrelas e agora elas brilham em mim, eu estou chorando porque quero voar mas não consigo, o céu, mãe, eu quero morar no céu onde ninguém machuca meus braços e as minhas mãos não são esmagadas; aqui eles apertam a minha voz, aqui eles chutam meus sonhos para a vala, aqui eles querem me ver preso à dor. Eu não aguento, o paraíso é muito distante daqui? Porque se der, eu vou a pé, eu vou com os pés no chão contando os minutos para que eu veja tudo indo embora: você, meus amigos infelizes, meus professores angustiados, a população morrida, mãe, as guerras na Síria me afetam, há poetas perdendo seus dedos pra guerra e a gente só pode pedir para o infinito os guardarem, e a seca dos interiores consomem meu cérebro, a gente pode levar água mãe, a gente pode salvá-los, diz que sim, eu não aguento esse mundo, estão pisando nos meus ombros, eu não suporto o peso da roda-gigante, do tic-tac, da solidão que pede meu corpo e eu, sem forças, o dou. Amazing grace, se eu pudesse colocar essa música para tocar para os africanos que passam fome agora, mãe, eu faria; eles devem precisar de comida, e aqui dizemos que livros saciam. Saciam mesmo? Acho que se jogássemos páginas no deserto eles rasgariam-nas e comeriam-nas até dar disenteria. Eles riem quando digo que quero ser um elefante ou uma girafa, e por quê? A beleza do mundo perdeu-se entre tantos computadores e falas absurdas, os apartamentos contêm mais objetos do que sentimento, eu não aguento isso eu não aguento isso, poesia é motivo da chacota e porque decoro poemas me chamam de louco, mãe, eu estou morrendo aqui, estou perdendo meu fôlego, o paraíso está perto? meus pés doem, cadê a água, e meus amigos, e os livros, e poesia mãe a poesia, cadê? Os Estados Unidos ainda mandam no mundo, eu preciso engolir o sistema para estudar, o metrô parece uma prisão à luz do dia, eu estou com preguiça de viver, eu desabafei demais, mas mesmo assim eu falo sozinho, meu melhor amigo são as palavras e elas ainda assim nem dizem tudo, elas só dizem um pouco. Mãe, hoje me machucaram, falaram que eu sou antissocial, e o que é ser isso, mãe? Isso é legal? É que eu só me preservo de todas as facas que me lançam, eu queria flores, e poemas, e canções; queria abraçar o mundo que sofre sem causas aparentes. Mãe, o paraíso já chegou? meus olhos estão se fechando, eu já não vejo nada… mãe, eu não sinto nada.

Floresinexatas. (via romanteios)