Leio muitos textos sobre o mal que o amor faz a uma pessoa, mas o que não entendo é como uma coisa tão boa pode fazer mal. As pessoas esperam sempre uma reciprocidade quando dizem amar alguém, mas o que não entendem é que isto se baseia em atitudes. Como diz o Renato Russo, é preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã. Mas amar no sentido de respeitar e tentar ajudar da melhor forma. Sei que às vezes quebramos a cara, como quebrei a minha diversas vezes ao amar alguém, mas de uns tempos pra cá, resolvi observar e tentar aprender com os erros e, percebi que a culpa de toda essa dor é de nós mesmos, que somos urgentes em todo tempo e não sabemos esperar por nada, queremos um amor pra vida em cada pessoa que nos dá um pouco de atenção e quando essa atenção acaba, sofremos até achar outra pessoa, somos desesperados, temos pânico em esperar e cobramos demais por causa disso. E, o amor não é assim, ele é calmo e paciente e tem seu próprio tempo, seu próprio jeito, e nós por nossa vez, somos tão apressados que atropelamos qualquer sentimento e superlativamos nossa dor que muitas vezes é completamente desnecessária. Do amor só conheço a dor que eu mesmo provoquei por minha urgência, mas se aprendermos esperar só um pouquinho talvez conheçamos o amor em sua mais pura essência.
Bruno Estevam e Thiago Polycarpo sobre o amor. (via retaliador)
Source: retaliador
henriquepaglioni-deactivated202
“Uma pessoa? Você. Um lugar? Qualquer um, desde que você esteja lá. Um sonho? Você dizendo “sim” em cima do altar. Um medo? Ficar sem você. Um cheiro? O seu. Um gosto? O do seu beijo. Uma melodia? Sua voz. O que eu mais gosto? Seu sorriso. O que eu mais desejo? Você aqui, comigo. O que eu mais preciso? Que você precise de mim, como eu preciso de você.”
(via youre-the-only-infected)
Dentro de sete bilhões de pessoas no mundo, aconteceu você. E mesmo se estivéssemos em um museu cheio de arte, eu ainda preferiria olhar pra você, escolheria você, porque foi você que deu cor para os meus dias cinzentos. Foi com você que senti algo especial. E esse algo, ainda não tem nome.
É especial, mas não tem nome. (via apagou)
inverbos
— Você não é feliz?
Aquela pergunta me desorientou. Claro que eu tinha momentos de felicidade. Mas ninguém é feliz o tempo todo. Ser feliz não é uma característica estática, como ser louro ou moreno. Eu posso estar feliz agora e no segundo seguinte não estar mais.
Fazendo meu filme 4. (via apagou)
Source: inverbos
Temos medo do inesperado, das mudanças, daquilo que de repente pode mudar nossa vida. Mas, de verdade, a pior tragédia da vida é aquilo que se repete sem parar. Quantas vezes vamos repetir a mesma coisa? Quando alguém é exposto ao perigo uma ou outra vez dizemos que tal pessoa é inconsciente. Mas inconsciente de que? Nós gostamos de sempre voltar a ouvir a música que amamos, ou comer a nossa comida favorita; repetimos o que gostamos. Mas por alguma razão, nós também repetimos o que nos faz mal. Estamos dormindo, vivendo de memórias, vivendo a mesma coisa dia após dia. Como um disco arranhado. Então, um dia algo ou alguém muda nossa perspectiva. Muitos acreditam que não ser consciente é uma forma de embarcar na vida de uma forma leve. A consciência é um meio de prestação de contas. Quando você é uma criança, não estás ciente dos perigos que você expõe-se. Essa é a diferença entre crianças e adultos, o inconsciente do perigo. Quando você é grande torna-se o responsável por cair de novo e de novo na mesma armadilha. O inconsciente não é o que podemos ver, mas o que nós não vemos. Há algo em comum entre os seres humanos; todos nós temos algo que não queremos ver. Às vezes, estamos tão adormecidos que, se alguém nos diz: “Ei, estás novamente cometendo o mesmo erro”, poderíamos pensar que tal pessoa é louca. O segredo da inconsciência é não ver o óbvio. Nosso inconsciente é uma caverna escura iluminada de tempos em tempos pelo nosso medo. Por tudo aquilo que não queremos enfrentar. Despertar é abrir os olhos para o abismo que muitas vezes é a vida, e é por isso que todos nós preferimos manter essa verdade em inconsciência hermética. Mas, apesar do grande esforço que fazemos para não acordar, por vezes, a vida não nos deixa escapatória. Às vezes ela nos coloca em um beco sem saída e não nos deixa outra escolha senão abrir os olhos. A vida vai apresentar oportunidades para acordar e para seguir inconsciente. É de sua responsabilidade escolher um ou outro. Acordar não é agradável, nem engraçado, nem alegre. É apenas real. Estar consciente não é fácil e ninguém garante que você pode lidar com isso. Despertar é cruel, duro e caótico. O verdadeiro despertar é como acordar de um pesadelo. Com um grito, agitado, e com a firme decisão de sair desse mundo torturante. Não é fácil, é difícil, angustiante e assustador. Contudo, uma coisa é certa, depois de acordar, não há volta.
Sou um ser feito de barro, apenas. (via deprimentes)
a-interrogada-deactivated20-blog
Você me conhece, mas só conhece aquilo que eu lhe permito conhecer. Você me vê, você julga a minha aparência, mas você não sabe como eu sou , não sabe as minhas verdades e nem as minhas mentiras. Você vê o meu sorriso, diz que eu sou feliz, mas não.
Contos para não serem lidos. (via a-interrogada)
é nina simone. eu peço silêncio ao cachorro e sorrio para o teto. essa lua tá me destruindo e eu não falo com você desde cedo. tudo bem, eu repito. tá tudo bem. o cheiro do cigarro e o gosto do desprezo e o caos dessa necessidade. shhh. eu sou capaz de me manter viva apesar do desastre sísmico evidente. e foda-se a obviedade dos meus sentimentos. tudo que é real alguém já viveu antes e julgou antes e condenou antes porque é essa porra de tempo que nos prova convictamente dessa existência massacrante toda vez que passa. grito: o presente é uma vadia. e você paga, e depois xinga de ingrata, faz poesia, faz passeata. hipocrisia mata, baby. escrever não salva sua alma. e eu não consigo manter a calma. talvez eu bote fogo na cama. quem sabe eu acordo no meio da lama. parece menos sujo do que esse amor. a dor é a ausência de cores, baby um breu de demônios a falta completa de luz
yas
É tão estranho como a mesma pessoa, pode te fazer feliz e te trazer tanta dor. É tão estranho como a mesma pessoa pode fazer você amar até doer
Fifth Harmony. (via importunarei)
Às vezes acho que no meu coração tem uma plaquinha escrita: entre, quebre tudo, e saia sem dizer adeus.
Tati Bernardi. (via retaliador)
Pedir desculpas pode ser considerado uma virtude. Mas não do meu ponto de vista. Erros são sempre acompanhados de desculpas. E desculpar-se não pode se tornar um hábito. Porque consequentemente, os erros também iriam se tornar um.
Querido John. (via retaliador)
Já perdoei erros quase imperdoáveis; tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis; já fiz coisas por impulso; já me desiludi com pessoas que nunca imaginei que me desiludiriam; mas também desiludi alguém; já abracei para proteger; já ri quando não devia fiz amigos eternos e amigos que nunca mais vi; amei e fui amado mas também fui rejeitado; fui amado e não amei; já gritei e saltei de tanta felicidade, já vivi de amor e fiz promessas eternas; mas também me magoei muitas vezes; já telefonei só para ouvir uma voz e apaixonei-me por um sorriso; já pensei que fosse morrer de tanta saudade; tive medo de perder alguém especial (e acabei por perder). Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida e também tu não deverias passar! Bom é lutar com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia. Porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é muito para ser insignificante.
Vive!’
Augusto Branco. (via remewber)
Source: retaliador
“Adolescente é buzinado dia e noite: tem que estudar para o vestibular, aprender inglês, usar camisinha, dizer não às drogas, não beber quando dirigir, dar satisfação aos pais, ler livros que não quer e administrar dezenas de paixões fulminantes e rompimentos. Não tem grana para ter o próprio canto, costuma deprimir-se de segunda a sexta e só se diverte aos sábados, em locais onde sempre tem fila. É o apocalipse. Felicidade, onde está você?”
Martha Medeiros. (via retaliador)
Ultimamente tenho me sentido tão estranho. Eu não tenho mais paciência nem para tentar conversar ou me socializar com alguém. Tudo me irrita. Tudo me deixa triste. É um abismo tão grande, uma sensação de vazio.
Enigmas de Oliver. (via trespoesias)



