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Eu sei que eu sou estranho. As pessoas sempre me chamaram assim, mas a minha meta sempre foi me ater a mim mesmo e não incomodar ninguém.

How To Get Away With Murder. (via quotteando)

Source: classificar
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loyaltyy
Eu me pergunto, se é possível te amar mais, cada segundo que passa te quero mais, te preciso mais, te amo mais.

Nem a distância vai nos separar. (via vireipassaro)

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tajmahhal
Eu sei que te prometi parar de ser um idiota, mas acho que promessas são como as leis: feitas pra serem descumpridas. Não, você sempre soube que eu sempre levei promessas ao pé da letra, mas você me faz querer descumprir pra te provar que as vezes, ser diferente e cumprir promessas não ajuda. Tu me conheceu sendo um idiota, e quis entrar de cabeça na minha mente cheia de idiotice e infantilidade mesmo assim. Aí eu mudo e o que acontece depois? Tu vê que tua quedas por idiotas ta mais pra “penhasco” e decide não cair mais de cara no meu abismo. Pois é, robin, você é cheia de paranóia, e eu descobri que conviver contigo me deixou assim. Paranóia de mudança, porque mudar me assusta. Porque mudar muitas vezes significa que a coisa tá tão ruim, que não da mais pra aguentar. E aí tu fala “a gente tem que mudar alguma coisa”. E eu sou medroso, pra caralho mesmo. E boca suja, não que venha ao caso. Mas sou medroso porque deixar de lado o meu lado que te atraiu, poderia significar perder você. Logo eu que nunca te tive, morro de medo de não te ter mais. E depois dos 15 anos, eu prometi pra mim mesmo que nunca mais falaria sobre medos porque não era coisa de “homem”. Mas descobri que aceitar, as vezes, nem é sinal de fraqueza. Engraçado mencionar isso, já que você sempre me disse que o meu maior medo era admitir as coisas. E depois que eu te conheci esse medo pulou pra fora e mandou um tchau, porque eu nunca mais consegui guardar as coisas pra mim quando o assunto era você. Eu prometi, Robin, e pisei na bola. Porque não pude evitar o turbilhão de coisas e os furacões que tu ainda consegue me por. Porque não pude evitar ter medo e receio de mudar. E porque não pude evitar apertar teus números e ligar. “Alô?” Eu gosto de promessas.” “E eu gosto de pessoas que as cumprem.” “Eu não pude cumprir.” “Porque não gosta de arcar com suas promessas?” “Porque gosto de você”. E aí tu me xinga de cachorro, idiota, paspalho e tudo mais que tu consegue. Mas só tu não vê que isso fez uma diferença enorme, que eu precisei ter sido um completo babaca ordinário com outras, pra conseguir ser só a parte do “babaca” contigo. E eu não sei fazer dar certo, e acho que tu já notou, mas presta bem atenção, esse errado não me parece tão ruim. Mas caso dê mais errado do que o comum, já dizia Jorge Vercilo: “ela só precisa existir pra me completarrrr”.

robin and stubb. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

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loyaltyy
Tem quem diga que nós somos um erro, que não vamos dar certos juntos, que é engraçado dois seres tão diferentes juntos, que somos estranhos, que não existe amor entre nós, e sabe o que eu digo? Deixe que falem, que pensem, nós dois sabemos que o que existe entre nós é mais do que verdadeiro, completo, é real, é amor.

Nem a distância vai nos separar. (via vireipassaro)

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i--myours
Acredito que as pessoas aprendem com os próprios erros e com o tempo. Acredito também que quem traiu uma vez e foi perdoado vai trair de novo. Acredito que aquelas pessoas que vivem falando mal dos outros vão falar mal de você com esses outros. Acredito que as pessoas só mudam por vontade própria e nunca pelo pedido de outra pessoa. Acredito que tudo que eu acredito hoje vai mudar com o tempo. E que, no futuro, talvez, eu acredite em menos coisas. Ou em nada mais.

Clarice Lispector.  (via quotteando)

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O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado. Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. “Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. Vou te trazer um cálice de vinho”. Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. “Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato.” Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira. Quem não levanta a voz, mas fala. Quem não concorda, mas escuta. Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.

Martha Medeiros. (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

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loyaltyy
— Conte-me o que dói? — Por onde quer que eu comece? Sabe aquela dorzinha no estômago, não são as borboletas, e sim o inverso delas, você sente aquela vontade enorme de vomita-las, mas elas não querem sair de você, e então essa dor sobe até seu coração, e ele bater é só questão de sobrevivência porque nada mais existe dentro de você, você é apenas um vazio, um moribundo, então tem a sensação de andar, pisar, e não sentir nada, anestesia do corpo, a sua fala, é apenas por obrigação, porque tudo o que você quer é ficar calado, e ignorar a voz dos outros a sua volta. Você quer seu quarto escuro, fechado. Sua respiração existe porque seu corpo te obriga a respirar. Seus pés, pernas, braços, mãos, são dormentes, mas nada é pior do que a dor de um coração baleado.

Anna Paula Varella. (via vireipassaro)