Qm nunca?
“Você mentiu! Mentiu quando disse que eu era a sua menina. Mentiu quando disse que teu sorriso era o melhor e mais sincero quando comigo. Mentiu, quando disse que teu coração seria meu, não importando onde, quando ou com quem estivesse. Você mentiu, e foi na maior cara dura. Você mentiu quando disse que eu fazia de você uma pessoa melhor. Mentiu quando falou que só comigo se sentia bem e feliz. Você mentiu e no momento eu não sei nem no que acreditar. Chego a pensar que o amor que disse sentir por mim, era/é uma mentira. Você mentiu, quando disse que eu era a sua morena. Mentiu quando disse que eu seria sua escolha. Você mentiu dizendo que eu era a parte boa do mundo. Mentiu quando me ligou na madrugada só pra dizer que pensava em mim, duvido! Deveria estar apenas com uma insônia qualquer e sabendo que eu estaria disponível, me ligou. Você mentiu, quando pensamos em ter uma família, ou quando dizia querer fazer alguma coisa comigo. Na realidade, tudo que saiu da sua boca, referente a mim, foi mentira. Céus, você mentiu e eu cai de cara, coração e corpo nessa mentira. E as músicas, tantas elas que nós trocamos, será que significaram isso tudo mesmo? Será que foi só eu, apenas eu que senti isso tudo. Será que só eu, só eu que acreditei no “nós”? Mas é tão óbvio, como poderia ter acreditado, sendo que você mentiu até nisso. Espera, talvez você tenha me amado, mas é claro, pô, é claro que tu me amou. Me amou naqueles momentos que só eu estava ali pra você. Me amou quando tu se sentia aquele ser podre e desprezível. Me amou nas suas noites de insônia, afinal, que pessoa viraria a noite pra ficar com você? Me amou quando eu dava razão em tudo pra você. É óbvio que me amaria se eu te enchia de palavras, atitudes que comprovaram meu amor por você. Você me amou nos seus momentos ruins, porque agora, tá tudo bem, não está? Não há razões, motivos ou circunstâncias que te façam lembrar disso, desse amor. Eu amei você nos meus momentos bons e agora, quem vai me amar nos meus momentos ruins? Sendo que você já está amando outro alguém? Contar com você? Com suas falsas promessas e falsas declarações, não há possibilidades nas quais eu olhe pra você e veja alguma atitude da tua parte que tenha sido sincera. É decepcionante sim e novamente sim, você foi a pior e maior decepção da minha vida. O que esperar de alguém como você? Está certo, sou demais pra você que é tão de menos e na moral? Quem saiu perdendo nisso tudo foi você e quanto a mim? Bom, já não sou mais sua, estou por aí com um outro alguém bem melhor do que você. Pasme, encontrei alguém melhor, pois é.”
— Não sou de matar amores, mas o meu por você.. eu acabei de enterrar. Escriturias.
eu sou aquela palavra que morreu entalada na garganta. eu sou aquela carta de amor que jamais foi entregue ao seu destinatário. eu sou aquela promessa esquecida, pois era cara demais para ser cumprida. eu sou aquele sorriso sincero, que há anos não volta a estampar a face de quem o mostrava. eu sou aquela brisa fria e suave de outono que chegava ao findar da tarde. eu sou aquela velha vaidade de se enfeitar para impressionar a pessoa amada. eu sou arte exposta, uma arte vista apenas com os olhos do coração. eu sou passado na vida de muitos, e saudade no âmago de alguns. eu sou um velho rabugento com um coração tão puro e jovem. eu sou constelação nas galáxias dos seus olhos. eu sou penhasco, sou abismo, sou profundo. eu sou tudo aquilo que quero, menos aquilo que as expectativas alheias enxergam em mim. eu sou muitos em apenas um, sou sozinho, mas nunca estou só. eu sou único, e sigo vagando em meio a uma multidão de tantos outros únicos.
me sentir vazia se tornou algo constante. não consigo lidar com essa falta injustificável. eu queria ser um pouco mais racional e desligar esse lado sentimental para me poupar desse desgaste mental.
eu sou inconsequente e nem sempre encontro respostas para as minhas ações. estou lutando todos os dias para alcançar o equilíbrio que me falta. mas é difícil buscar algo que nós nem sabemos por onde começar a procurar, razão e emoção sempre foram o ápice dos meus desgastes porque até hoje eu não sei com qual deles eu devo ficar. talvez eu precise aprender a desligar o coração e virar a direita. eu era pequena demais pra compreender certas despedidas até entender que a vida fala numa linguagem que só o tempo decifra.
vidrantes e @preliminei.
tudo em você me agrada, por isso, jamais iria sequer cogitar em alterar quem você é. eu me atraí até pelos seus defeitos.
você tinha quatro tipos de olhares: aquele que você me comia com os olhos. me despia mentalmente, e eu sei que você estava fazendo isso apenas te observando. o teu olhar apaixonado, aquele que você ficava vidrado em mim, me fitando por minutos. aquele que quando eu fazia alguma coisa engraçada, você revirava os olhos e morria de tanto rir. e por ultimo, aquele seu olhar de eu-quero-você-pra-sempre-não-vá-embora, que toda vez que íamos nos despedir, você me olhava daquele jeito. sinto sua falta moun amour. sinto falta de cada olhar seu. cada brilho no seu olhar. cada pequeno detalhe.
“E no meio de tanta gente eu encontrei você. Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio. E eu que pensava que não ia me apaixonar, nunca mais na vida. Eu podia ficar feia, só perdida, mas com você eu fico muito mais bonita, mais esperta. E podia estar tudo agora dando errado pra mim, mas com você dá certo. Por isso não vá embora, por isso não me deixe nunca, nunca. Eu podia estar sofrendo caída por aí, mas com você eu fico muito mais feliz, mais desperta. Eu podia estar agora sem você, mas eu não quero, não quero.”
— Marisa Monte.






