Flip your phone upside down
“Eu não quero respostas. Não mais. Não quero que você volte atrás, nem quero que diga que se arrependa. Não tem nada mais para ser dito e nem discutido. Você pediu por isso, insistiu por isso, implorou por isso. Pra que eu desistisse, pra que eu fosse embora. No seu lugar, eu também não teria insistido muito. Mas no meu lugar, qualquer um teria desistido. Eu fiquei do seu lado, eu me importei quando ninguém se importava. Eu entendi a sua tristeza, eu compreendi o seu silêncio. Eu entendi tudo. Eu me coloquei em segundo lugar, só pra deixar você em primeiro. Eu passei a amar menos as pessoas, pra poder te amar mais. E em todo lugar que eu ia, eu queria estar com você. Eu deixei todas as pessoas do mundo por você. Porque eu achava que você valia mais do que todas as pessoas do mundo juntas. Eu achava que você era tudo. Mas olha só agora, olhe hoje por exemplo. Eu não quero nem respostas. Não quero mais nada, nem exijo mais nada. De todas as coisas do mundo, eu só queria que você tivesse me entendido. Queria que tivesse ficado, sabe? Queria que você não tivesse desistido, e que não tivesse me obrigado a desistir também. Eu queria muita coisa. Eu quis muita coisa. Hoje não, hoje eu não quero nada. Não quero mais.”
— robin and stubb.
Não posso esperar mais nada de você
Não posso mais esperar uma mensagem, uma ligação ou qualquer coisa do tipo
Só queria a minha casa, minha mãe
Um abraço
Tenho que parar de me iludir com coisas que não são reais
Com as partes minhas que ainda acreditam em nós
Que encontram brachas nessa amontoado de merda em que nos transformamos
Pra me fazerem crer que tudo vai ficar bem
Que ainda há esperança
Não há.
E no fundo eu só queria poder te dizer tudo isso
Mas você não se importa mais, amor.
“Eu preciso de um cigarro, um maço de Malboro Blue sei lá o quê. Preciso de 100 tragos e alguns litros de vodka barata que façam eu me jogar no vazio e sair desse abismo, de um vicio que me deixe miserável e seja mais caro do que as minhas migalhas, algo que sugue de mim todos os pedaços que você deixou aqui e me deite ao chão como um mendigo viciado. Eu preciso de uma dose maldita de cachaça e alguns gritos surdos no meio de um beco escuro qualquer, um veneno que me dê o controle sobre as sensações que circulam pela minha veia. Eu preciso de qualquer coisa seja capaz de devolver o livre arbítrio que você me tirou.”
— Danielle Quartezani
“Há um pássaro azul em meu peito que quer sair mas sou duro demais com ele, eu digo, fique aí, não deixarei que ninguém o veja. Há um pássaro azul em meu peito que quer sair, mas eu despejo uísque sobre ele e inalo fumaça de cigarro, e as putas e os atendentes dos bares e das mercearias nunca saberão que ele está lá dentro. Há um pássaro azul em meu peito que quer sair, mas sou duro demais com ele eu digo, fique aí, quer acabar comigo? Quer foder com minha escrita? Quer arruinar a minha vida? Há um pássaro azul em meu peito que quer sair, mas sou bastante esperto, deixo que ele saia somente em algumas noites quando todos estão dormindo. Eu digo, sei que você está aí, então não fique triste. Depois o coloco de volta em seu lugar, mas ele ainda canta um pouquinho lá dentro, não deixo que morra completamente. E nós dormimos juntos, assim, com nosso pacto secreto e isto é bom o suficiente para fazer um homem chorar, mas eu não choro, e você?”
— Charles Bukowski.
Saudade - Augusto dos Anjos. (via retaliador)
William Shakespeare. (via versificar)
Friedrich Nietzsche. (via retaliador)
Irreprimíveis & Retaliador - Amores de um Poeta. (via retaliador)
Autor Desconhecido. (via versificar)


