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“Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade.”

Caio Fernando Abreu. 

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“Ando me distanciando e nem sei ao certo o que acontece. Já não sinto vontade de falar com muita gente. O bom é que muitos não percebem, assim eu não preciso perder tempo tentando explicar as razões pelas quais venho querendo fugir. Essas coisas são muito cansativas. Aliás, a maioria das coisas que envolvem pessoas são cansativas.”

Sean Wilhelm.

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effingos
Queridos pais: Agora eu entendo porque a Clara saiu de casa. E porque eu sinto falta dela a maior parte do tempo. Ela compreendeu algo que está custando minha vida no momento. E tenho certeza que quando vocês entrarem no meu quarto mais tarde vocês vão tentar entender. E isso é bom. Quem sabe assim a gente evita que outros filhos acabem como eu. Ou outros pais sejam como vocês. Não culpo vocês por tudo. Vocês tentam nos mostrar o quão dura a vida pode ser, ou melhor: é. Mas vocês acabam exigindo demais de nós. E nós acabamos exigindo ainda mais de nós mesmos, porque qualquer coisa é melhor do que chegar em casa e ser chamado de irresponsável, inútil, idiota, burro e outros nomes que lhe vieram na mente na hora. Vocês não sabem o quanto nos machuca ouvir tudo isso. Eu gostaria que vocês vissem que eu era um dos bons. E que futuramente eu iria me tornar alguém que vocês se orgulhariam. Eu não bebo. Não fumo e nem uso drogas. Eu mal saio em festas. Leio tudo que me derem. Estudo pra caramba, porque se eu não entrar em uma boa faculdade eu vou ser chamando de vagabundo. Então eu estudo mais do que eu normal. Eu ajudo a dona Zélia com as compras e na maior parte do tempo vocês nem notam que eu estou em casa. Eu sou um Harry Potter, só que com pais biológicos. Acho que tudo começou a me afetar de uma maneira mais invasiva quando a Clara saiu de casa. Ela era o contrario de mim. Ninguém sabia onde ela estava. Não tinha hora pra voltar pra casa. Bebia umas que outras ás vezes. As notas dela beiravam ao zero. Eu nem sei como ela acabou a escola. Vocês a culpavam por tudo. Enquanto eu era o filho prodígio e bem sucedido. Eu era tudo que ela odiava. Vocês jogavam na cara dela tudo de ruim e nunca estavam lá quando ela realmente precisava. E talvez seja por isso que nós sempre brigávamos. Ela não me reconhecia como irmão, porque vocês não a reconheciam como filha. Vocês percebem o que fizeram com ela? Ela estava à beira do precipício precisando ser salva e a única coisa que vocês faziam era dar motivos do porque de ela estar lá. Foi então que a Clara saiu de casa. E eu que sempre estive logo atrás dela na fila do “viver ou morrer” fui empurrado de forma sórdida para ocupar seu lugar. E de uns tempos pra cá pude finalmente compreender o inferno que ela passou. Por isso gravem bem o que vou dizer nos versos a seguir certo? Nós somos frágeis. E nós precisamos ser salvos a cada minuto. Não importa se temos 6 ou 17 anos. A gente já tem pessoas demais nos julgando. Por nossos erros. Por nossos acertos. Qualquer coisa que escolhemos nos leva a ter mil armas apontadas para nossa cabeça. Mil olhares acusadores. Mil tapas na cara. Vocês sabem como é difícil arranjar alguém que esteja disposto a dividir o peso? Alguém que não fuja quando o universo resolver nos ferrar? Quando acordamos nosso único desejo é dormir. Dormir por dias. Anos. E por vezes nunca mais acordar. Porque a vida é um saco. E porque vocês na maior parte do tempo a fazem ficar pior. Sim, eu cometi erros. E sei onde eu errei e porque eu os cometi. Mais isso nem de perto é o pior. O pior é quando cometemos erros enormes e fomos assediados por todos por causa deles e quando chegamos em casa acontecem o mesmo em doses maiores. O pior é chegar ao lugar que supostamente deveria ser o teu porto seguro e não receber nem um abraço. E sim palavras que vão te fazer ficar menor e menor pelo resto da sua vida. Antes de dormir eu fico revirando na minha mente tudo que me disserem. E nenhum deles tem tanta importância quando ao que vocês disseram. E machuca. E me faz desejar que Deus tivesse dado outro filho pra vocês. Que tivesse poupado vocês de tamanho desgosto. A Clara era uma lutadora. A Clara era o exemplo nítido de fé e destreza. Porque ela agüentou tudo calada. Ela simplesmente ouvia e engolia. Até que chegou um ponto que tudo explodiu dentro dela. E eu não podia estar do lado dela, porque ela achava que eu era a causa de tudo aquilo além de vocês e de todo resto. Ela não tinha ninguém. Até que ela foi embora. E mesmo assim ninguém deu óbito, ninguém notou que ela estava morrendo há anos. O que eu quero dizer é que vocês são pais. E que só Deus sabe as responsabilidades que é preciso ter para nos mostrar ou tentar amenizar todas as coisas ruins. E que a gente enlouquece vocês fazendo tudo para ir em direção a elas. Por isso eu peço encarecidamente que não nos culpe tanto por isso. A gente tenta ser boas pessoas. A gente tenta ser o que vocês nos ensinaram a ser. Mas às vezes nos perdemos. E precisamos que vocês estejam do nosso lado para nos mostrar onde erramos. E não que nos joguem na piscina e digam: “nade”. A verdade é que não sabemos quem somos a maior do tempo. E convivemos com um sentimento de solidão horrível. Por isso parem de julgar a Clara. Ela precisa de vocês. Peçam desculpas, façam as pazes e salvem ela. Porque infelizmente, eu não tenho mais salvação. Acho que cheguei a um nível de solidão e interiorização tão grande a ponto de concordar com tudo que me dizem. Quando vocês encontrem essa carta, lembrem-se: Eu amo vocês. Apesar de tudo eu amo vocês. E gostariam que tivessem me amado ou demonstrado amor igual ou maior. Digam a Clara que eu também amo ela. E que cuidarei dela daqui em diante de um lugar diferente. Tentem não ser tão exigentes com o resto do mundo e com vocês mesmos. A vida é curta. Muito curta. Sou a prova disso. Não deixem que outros sejam também. Com amor, Cícero.

O suicídio de Cícero.  (via animicida)

Source: effingos
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Cartas de despedida

Eu queria que as pessoas soubessem o quanto me esforço para estar aqui. Todos as manhãs quando acordo, permaneço na cama por pelo menos cinco minutos. Cinco longos minutos. O tempo que levo para aceitar que estou viva mais um dia. Então abro os olhos, me direciono até o espelho e enfrento a criatura que me tornei. Bato nos ombros e desejo força. Força para não chorar na frente de ninguém. Para conseguir engolir a vontade de sumir por um segundo enquanto digo para pelo menos duas pessoas todos os dias que morrer não é legal. Acontece que não sou essa pessoa risonha que as pessoas costumam ver. Na verdade, gostaria que soubessem que quando dou risada, é quando mais preciso de um abraço. E eu ando sempre sorrindo nesses últimos meses. Para todos os efeitos, quero que acreditem que sempre estarei aqui. Mas não vou estar, e não vejo isso como uma crueldade (não mais). Costumava pensar algumas vezes que um dia todos nós deixaríamos de existir, então ficava triste. Uma espécie de tristeza que causava náuseas por horas. Depois, comecei a ficar feliz por saber que tudo não era eterno, nem mesmo a dor mais aguda. Tempos mais tarde, algo mudou em relação a isso também. O último estágio: não sentia mais nada. Nem tristeza, nem amor. Não quero escrever nenhum texto comovente, ou descrever alguém. Quero que saibam o quanto me esforço para estar presente. Para conseguir ser essa pessoa sem graça. Há muita gente por aí para apontar o dedo. Para exigir uma mudança. Queria que percebessem que estou no meu limite. Que não há algo melhor além do que mostro. Queria que não me odiassem por sumir de repente e reaparecer horas depois - as vezes dias. Porque essa sou eu. E mesmo com tantas críticas, ninguém sabe o esforço que faço para dizer aos outros que vale a pena viver. Queria que soubessem que quase todas as vezes que estou dando conselhos, choro. E peço: por favor, não deixe que acabem como acabei. Ninguém sabe, mas já impedi suicídios. Uma dezena deles. Mas não consigo me ajudar. Queria que alguém ficasse, mesmo sabendo como sou. Da confusão aqui dentro. 

Source: animicida
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Cartas de despedida

Eu queria que as pessoas soubessem o quanto me esforço para estar aqui. Todos as manhãs quando acordo, permaneço na cama por pelo menos cinco minutos. Cinco longos minutos. O tempo que levo para aceitar que estou viva mais um dia. Então abro os olhos, me direciono até o espelho e enfrento a criatura que me tornei. Bato nos ombros e desejo força. Força para não chorar na frente de ninguém. Para conseguir engolir a vontade de sumir por um segundo enquanto digo para pelo menos duas pessoas todos os dias que morrer não é legal. Acontece que não sou essa pessoa risonha que as pessoas costumam ver. Na verdade, gostaria que soubessem que quando dou risada, é quando mais preciso de um abraço. E eu ando sempre sorrindo nesses últimos meses. Para todos os efeitos, quero que acreditem que sempre estarei aqui. Mas não vou estar, e não vejo isso como uma crueldade (não mais). Costumava pensar algumas vezes que um dia todos nós deixaríamos de existir, então ficava triste. Uma espécie de tristeza que causava náuseas por horas. Depois, comecei a ficar feliz por saber que tudo não era eterno, nem mesmo a dor mais aguda. Tempos mais tarde, algo mudou em relação a isso também. O último estágio: não sentia mais nada. Nem tristeza, nem amor. Não quero escrever nenhum texto comovente, ou descrever alguém. Quero que saibam o quanto me esforço para estar presente. Para conseguir ser essa pessoa sem graça. Há muita gente por aí para apontar o dedo. Para exigir uma mudança. Queria que percebessem que estou no meu limite. Que não há algo melhor além do que mostro. Queria que não me odiassem por sumir de repente e reaparecer horas depois - as vezes dias. Porque essa sou eu. E mesmo com tantas críticas, ninguém sabe o esforço que faço para dizer aos outros que vale a pena viver. Queria que soubessem que quase todas as vezes que estou dando conselhos, choro. E peço: por favor, não deixe que acabem como acabei. Ninguém sabe, mas já impedi suicídios. Uma dezena deles. Mas não consigo me ajudar. Queria que alguém ficasse, mesmo sabendo como sou. Da confusão aqui dentro. 

Source: animicida
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Mas é no fim do dia que somos honestos com nós mesmos. Não importa se você tem filhos, uma banda, uma bela esposa ou uma lista da Rolling Stone com as melhores canções pra ouvir antes de morrer. Você sempre acerta suas contas com o fim do dia.

Gabito Nunes.  (via poetologia)

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Sabe, cara, eu tenho que confessar que quando eu mandei ela embora, eu fiquei esperando ela voltar. Eu fiquei exatos 145 dias esperando uma ligação, uma mensagem, até um sinal de fumaça eu tava aceitando. Eu lembro que a última vez que eu a vi, ela vestia uma calça jeans e uma blusa rosa que deixava ela mais linda do que se ela estivesse de vestido e salto alto. Eu sempre gostei disso nela, dessa coisa dela parecer mais bonita que todo mundo mesmo que tivesse de pijama e maquiagem borrada. Ela tem uma coisa diferente, sabe? Ela não é como as outras, ela gosta de rock mas eu lembro que ela sabia a letra inteirinha de uma musica do Restart. Ela vestia roupas curtas, mas ela ficava estranhamente inocente com essas roupas, parecia uma daquelas atrizes adolescentes de novela das oito. Ela era tão minha, só de olhar para ela eu sabia que ela era minha… Era… Não é mais porque eu achei que a vida com ela seria monótona demais, sei lá, achei que não ia dar certo porque a gente dava certo demais, e eu fiquei com medo de em algum momento ela ir embora e me deixar. E eu era desse tipo mesmo, que ligava pra quem terminava e pra quem era o mais forte e o mais inteligente, mas ela não sabia disso, ela nunca soube dessas minhas competições internas e mesmo assim sempre pareceu frágil demais, inocente demais. Ela me beijava com vontade de beijar o resto da vida, eu sentia isso, cara, eu sentia que ela gostava de mim como nenhuma outra garota nunca gostou. Ela se aninhava nos meus braços com uma facilidade tão incrível que parecia que ela tinha nascido para ficar escondidinha dentro do meu abraço. 145 dias e eu não consigo esquecer o jeito que ela olhava pra mim, como se eu fosse o melhor cara do mundo, como se eu valesse a pena e ela estivesse disposta a tudo por mim. Eu tinha aquela garota na palma da minha mão, eu poderia trair, brincar, até gritar, que ela ficaria comigo porque sempre soube que eu precisava dela, embora não falasse, ela sabia que eu já não imaginava um jeito de ficar longe dela. Mas se ela sabia, por que ela me deixou? Eu sei que a mandei embora, mas era pra ela ter ficado, cara. Só que ela foi embora, e levou tudo com ela, as calcinhas que ela pendurava sob o box e as camisetas que ela guardava na minha gaveta de meia. Levou aquele beijo, aquela voz gostosa e se levou de mim rápido demais. Eu fui um canalha, um babaca, um otário e outras essas coisas que ela me disse quando foi embora e deu aquele gritinho agudo dizendo que ela nunca deveria ter me conhecido. Na hora eu não senti nada, sei lá, fiquei olhando pra ela e deixei ela ir embora, mas depois, depois quando eu olhei pro box e não vi a calcinha dela lá, eu senti que tinha feito merda e que já era tarde demais, que eu tinha sido o cara mais burro do mundo e tinha perdido a única garota que gostou de mim mesmo eu dando motivos pra não gostar. Ela assistia futebol, ia à finais de campeonato comigo, ela torcia comigo, ela amava andar pela casa só de calcinha e sutiã, ela fazia uma massagem que só ela sabe fazer, ela não brigava comigo quando eu sumia e muito menos reclamava quando eu passava uma semana sem dar sequer um telefonema. Ela gostava de mim, ela me amava, não amava? Agora me diz porque eu mandei ela embora. Eu tinha a garota perfeita, a namorada perfeita, a mulher perfeita, e poderia ter pro resto da vida se quisesse. Mas eu mandei ela embora e ela não me liga mais. Ela sai com os amigos e dizem que ela está feliz. Ela encontrou alguém melhor do que eu. Ela está bem, não está? Então por que eu não estou? Nesses 145 dias eu senti a falta dela. E hoje no 146° dia, eu sinto a falta dela pra caralho.

Eu mandei ela embora, e porra, ela foi mesmo.   (via descrever)

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só porque eu inventei você tão grande mas tão grande que eu supus que seu tamanho cobriria minha ausência de mim mesmo mas não funcionava bem assim porque você estava lá na frente na corrida do amor e eu estava aqui atrás, esperando que você me desse alguma coisa meu deus, qualquer coisa talvez seu tempo, espaço e predileção que você me escolhesse entre tantas outras opções que você têm daí eu percebi que não que não era a primeira opção, e que nem deveria ser pois não daríamos certo e quem daria comigo? ninguém sou tão confuso e urgente quero o amor para ontem quero a entrega para ontem quero meus espaços preenchidos igualmente para ontem e você não estava no mesmo plano eu estou aqui no mesmo lugar de sempre e você veio, ficou um pouco e foi embora eu te acusei de não saber o que queria quando na verdade eu queria poder dizer “olha, eu que estou confundindo afeto com amor”, não vai agora não e eu te expulsei desse espaço que estávamos construindo porque me precipitei confundi mesmo as coisas, confesso mas quem não confundiria? quem aceitaria receber tão pouco em troca de presença? nunca soube de verdade o que você era pra mim e o quê você queria ser você nunca me disse claramente que pretendia ficar o tempo que a vida permitisse você só me deu fagulhas de uma quase relação quase gostar quase e quase é tão pouco quase não é nada porque quase é tipo “olha aqui, nós temos isso, mas não é concreto, não é nada” e você não podia me assumir afinal das contas como você poderia me assumir se sua pretensão primária é sumir? entre você me assumir e sumir o que eu queria mesmo era sua honestidade mas a verdade custa caro, né? bastante mas o que eu estava dizendo mesmo é que tudo bem agora que você se foi porque eu percebi que meu maior erro foi te aceitar assim como quem não quer ficar, mas também não quer dar o braço a torcer então eu apaguei seu número do meu celular parei de te seguir em tudo que é canto, inclusive dentro de mim parei de conspirar e arquitetar que em algum momento você vai me querer parei de imaginar que algum dia eu poderei ter você inteiro por que como, como mesmo, eu vou ter alguém inteiro sabendo que até você compreende não estar apto a ficar?

Textos Cruéis Demais

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caraigalan
ESTÁGIOS DO SUICÍDIO 1º ESTÁGIO – FALSA ALEGRIA EXPLOSIVA você está sempre rindo, sem motivo, fazendo todos rirem, vive “alegre”, se sente momentaneamente bem quando faz alguém sorrir, rir, ou até mesmo chorar de tranquilidade, sempre escuta algo do tipo “Você sempre está rindo” ou “Você é tão alto-astral” ou até mesmo “Queria ter essa alegria que tu tem”, mas aquilo, aquele sorriso não é mantido o dia todo não é? Mas você se diz feliz ainda. 2º ESTÁGIO – TRISTEZA SEM SENTIDO você mesmo estando em lugares que gosta, e com pessoas que gosta, não consegue ficar feliz, mal dá risadas mais, vive com olhar abatido, triste, sem alegria, as pessoas te perguntam o que você tem, e você diz “nada” por saber, que mesmo que explique não irão entender você, então você deixa de lado, e não conta, e passa ser o “deprê” do seu grupo de amigos, você até faz uma piadinha ou outra com isso, mas no fundo, sua alegria de antes é inexistente. 3º ESTÁGIO – SOLIDÃO você mesmo cercado de amigos, família, ou seja. Pessoas que ama, e até mesmo da/do sua/seu namorada(o), você se sente só, sem ninguém, independente da onde você vá, sempre pensa “Eu estando aqui ou não, não faz diferença, então para quê eu vim?” então arranja uma desculpa, e vai embora, e prefere até ficar em casa, por achar que ali não seria um “estorvo” para ninguém. 4º ESTÁGIO – PENSAMENTOS SUICIDAS você começa a pensar, ou até mesmo ouvir vozes lhe mandando pegar uma faca e passar no pescoço, você até mesmo uma simples corda e pensa se seu peso com aquela corda iria aguentar, e se você conseguiria se enforcar, tudo, repito, TUDO que você vê, tu já pensa se daria ou não para tirar sua própria vida, procura remédios, inúmeros remédios que acha pela casa, e pensa em toma-los de uma vez, todos juntos, querendo causar uma overdose, e na sua mente isso não é errado, mas sim um alívio para todos a sua volta, acha que você fora desse mundo, será um peso a menos, e que todos agradeceriam. 5º ESTÁGIO – SUICÍDIO você se mata!

Igor Galan (via insaniadora)