feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
Source: fabulozas
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
Source: fabulozas
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
Source: vscogold
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
toease-deactivated20171004
feministspace-blog reblogged
aygyegywgew-deactivated20170515
feministspace-blog reblogged
soulmarte-deactivated20181001
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
Fácil. Até demais. Qualquer idiota consegue, talvez seja menos complicado cuspir isso sem realmente sentir. Os mentirosos são os mais fortes, têm mais estômago pra esse tipo de composição gramatica e sentimental. Eu não, hesito, sinto medo e quando estou a ponto de bala de dizer a coisa, meu queixo treme e chego a passar mal. Mas amo, é o que importa. Amo demais. Sem discursos, sem frase de efeito, sem irresponsabilidades. Eu sei porque se não fosse tão forte eu não ficaria sem palavras.
Gabito Nunes (via motivando)
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged
As festas me deixavam doente. Detestava as falsas aparências, os jogos sujos, os namoricos, os bêbados amadores e os chatos. Como solitário, eu não suportava invasões. Isto não tinha nada a ver com ciúmes, simplesmente não gostava de pessoas, multidões, onde quer que fosse, exceto nas minhas leituras. As pessoas diminuíam-me e deixavam-me sem ar.
Bukowski. (via inverbos)
feministspace-blog reblogged
feministspace-blog reblogged




