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titacios
Eu conheci alguém. Que me fez sorrir, que soube me ouvir e dizer as coisas certas mesmo que me machucassem, mas que era a verdade. Um alguém que me abraçou, que ofereceu o colo mesmo quando eu não disse nada e ela sabia que eu precisava. Um alguém que me fez esquecer dos problemas diários, me fez esquecer do mundo, e por um instante num toque de mãos, me fez esquecer você.
Rafael Lemos (via versificar)
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Este seu olhar quando encontra o meu
Fala de umas coisas
Que eu não posso acreditar
Doce é sonhar, é pensar que você
Gosta de mim como eu de você
Mas a ilusão quando se desfaz
Dói no coração de quem sonhou
Sonhou demais, ah! se eu pudesse entender
O que dizem os seus olhos.
Tom Jobim (via re-ci-tar)
Source: oxigenio-dapalavra
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Admiro cada porta que se abre, admiro cada olhar que me acalme, admiro as facetas de luz que ousam transpassar os orifícios das janelas trancadas de nossas almas. Admiro a força e coragem daqueles que amam, mesmo sabendo que ser amado pode não acontecer e mesmo assim amam, amam sem medida, sem preconceitos e prejulgamentos, amam de modo genuíno, como eu admiro.
- encontrarsea
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Eu prefiro ser
essa metamorfose ambulante
do que ter aquela velha opinião
formada sobre tudo.
Raul Seixas (via oxigenio-dapalavra)
Source: oxigenio-dapalavra
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Às vezes não consigo encontrar a pulsação que me faz viver. Eu tenho esse pensamento constante e assustador que eu não vou conseguir sentir nada além do estranho vazio que atormenta o meu peito. Eu espero ser olhada. Eu espero ser sentida. Eu espero ser útil. Eu esqueço que um poema se versifica por si só, e que não é preciso que eu o sinta pra que ele exista. Nesse mar de tormentos a gente esquece o que é ser livre. Não cabe a nos forçar que nossa alma seja algo que ela não está preparada para ser. A vida se faz na sua espontaneidade de sentimento. Não posso negar que não rasga lá no fundo quando a gente é privado de tanta coisa boa sem saber o por que. Mas posso dizer com convicção que quando não há mais nada pra ser sentido, quando não há nenhuma dor, quando não há nenhuma ânsia, quando não tenho esperança de me tornar nem melhor nem pior, quando posso ser triste e sombria e não precisar agradar ninguém sendo diferente; quando sinto que o universo não me deve nada e que eu não preciso provar que mereço estar aqui vivinha dentro da minha insanidade, eu sei que posso ser tudo que eu quero. Então eu quero que você olhe para as pessoas a sua volta, quantos deles são realmente felizes e livres? Então eu vou colar a minha mão com a sua e a gente vai dizer pro’ mundo que daqui pra frente só aceita o que nos fazer ir além da liberdade de querer ser o que pudermos ser.
KEHL, Luisa. (via livrarias)
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Eu a deixei ir embora porque ela mandou. Era simples assim, idiota assim.
Quem é você Alasca? (via romanteios)
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Poderíamos casar, teríamos um apartamento, tomaríamos café às cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola, o armário, de porcarias, adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração. Eu riria sem motivo e você perguntaria porque, eu não responderia, saberíamos.
Caio Fernando Abreu. (via taquigrafia)
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Dor é assim mesmo. Arde, depois passa. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. A gente acha que não vai aguentar, mas aguenta. Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, virar um paralelepípedo ou qualquer outra coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás. Você acha que não, porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá longe. A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traqueia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num mar imenso de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.
Nattan Duran (via taquigrafia)
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cinzentos-deactivated20130508
É como ter sono e não querer dormir por medo de acordar no dia seguinte. É como querer sair de casa e não querer ver gente. Dar marcha ré querendo ir para norte, sem bússola, sem mapa, sem sul. A contradição é maravilhosa quando não se tem borracha. Ela fica ali, impregnada e do jeito que ficar, colou. Sem correção, sem gramática… São só vontades que um dia alguém calou. Embebido numa overdose que tem gosto de certeza, dispenso as seringas e os papéis enrolados de pó. Eu dispenso tudo o que for menos louco que você, que me contrarie menos que o desejo de te ver e logo em seguida apagar para que ninguém mais veja. A tua morte é que minha memória também te sente. E nela você é imortal, como o paradoxo do meu amanhecer. Eu não preciso mais da tua carne, da tua cama, dos teus contornos. É o braile da minha sede que te desenha, mas não quero a água. Você nunca será capaz de compreender um andarilho que morre ao lado do oásis, por medo de comer areia e miragens. É isso. Medo. O medo de te deixar foi tanto, que te deixei, para não ter que deixar. É como queimar a língua após uma sopa quente. Eu não tenho paladar, mas eu ainda tenho fome. E é a fome que me dá prazer, não mais a comida. Mas a fome também é ruim. Com o sabor, eu perco o prazer da fome. Eu como por comer. Eu perco o sabor da sede e eu bebo por beber. Eu perco a beleza da tristeza e sou feliz por culpa da futilidade da felicidade. Eu perco a graça da loucura e sou racional só pelo fato de não ser quadrúpede, relinchar ou cacarejar. Eu grito, eu grito, eu grito, EU GRITO, eu grito. Mas o mundo é surdo e mímico, o mundo é minimalista, o mundo é minúsculo, o mundo é o amanhã, o mundo é contraditório. Eu morro longe de mim pra você não descobrir que já vivi, e só vivi pra te matar dentro de mim. Eu morro, sim, eu morro. E acordo amanhã, sem ter pelo que chorar.
Cinzentos. (via a-u-t-o-r)
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Source: weheartit.com
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Vê?
Estou me tornando um sentimental.
Merda.
Desculpe-me!
Charles Bukowski. (via isolavel)
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dissertador-deactivated20210724
Você deita, fecha os olhos, tenta dormir. Não consegue. Muda a posição, abre os olhos, olha para o teto, fecha, tenta mais uma vez. Não consegue. Falta algo. Falta alguém. Pensa, cria “filmes”, cria expectativas, se arrepende, imagina que deveria ter feito algo diferente. Perde o sono. Toma água. Deita de novo. Fica inquieto, lembra de rostos, situações. Sente falta, e percebe, é verdade, o vazio é mesmo pesado.
O menino que não sabia chorar. (via dissertador)
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Source: weheartit.com
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Engraçado é você tentar esconder algo que já tá na cara.
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CÉREBRO: O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?
CORAÇÃO: ESTOU JUNTANDO MEUS CAQUINHOS VOCÊ ESTÁ CEGO OU O QUÊ?
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Não busque boas aparências, elas podem mudar. Encontre aquela pessoa que te faça dar gargalhadas, ao falar uma piadinha e que faça seu coração sorrir.
Mário Quintana. (via poesografa)
Source: prestigiador




