“Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.”
— Martha Medeiros.

“Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer.”
— Martha Medeiros.
Cada sujeito tem sua jurisdição. Cada um sabe, os prazeres e lamentos, que carrega consigo, no coração. Poerídico.
Sinto como se eu vivesse em queda livre desde que passei da minha infância. É uma loucura, nunca sei quando a queda poderá ser definitiva.
[meu paraquedas quebrou]
Dara
“Tudo que eu peço a você é: reciprocidade. Seja no amor ou na amizade, reciprocidade, por favor.”
— (via remomerar-se)
Meu estômago embrulha cada vez que penso em entregar um currículo, em ir à faculdade, em sair de casa. É uma espécie de fobia social. Humanos me assustam. Pessoas me retraem. Pessoas te quebram e mesmo assim você se sente na obrigação de levantar da cama e encará-las. Não dá pra fugir.
Dara
“SER sozinha, não por querer e nem por opção, longe disso. Não me refiro ao verbo como um sujeito que vive rodeado de pessoas e mesmo assim se sente só, me refiro ao estado de ser sempre só, não ter companhia. Não ter ninguém para contar quando precisa, não ser importante para ninguém, não ter irmãos, tios, primos, amigos para todas as horas, não ter um amor, um abraço, um ser vivente em que você olhe e diga: “eu sei que com você posso contar”. Nada disso, apenas pessoas que participam de momentos em sua vida: colegas de trabalho, faculdade e meros conhecidos. Ser só de físico e de afeto é um dos piores sentimentos que existem. Como é duro você querer um abraço e não poder ter, querer um colo para encostar a cabeça e chorar e não achar, querer ter uma “pessoa de emergência”, alguém disponível para te ajudar e não encontrar ninguém! Sempre foi assim, meu SER nunca foi acompanhado de gente, mas de solidão”
— Notas de uma TPM
A verdade é que as pessoas perguntam se estamos bem no automático,elas não se importam realmente com a resposta,perguntam apenas por perguntar. Acreditam,ou figem acreditar quando falamos que estamos bem,mesmo que seja obvio até pra uma criança que não estamos.
Elisa L. (via certamente-perdida)
me sinto insignificante na maior parte do tempo. como se minha existência não fizesse a menor diferença no mundo todo. e talvez não faça.
tento ocupar minha mente o máximo possível e muitas vezes falho por isso acabo desabando em lágrimas que ninguém percebe, gritos que ninguém ouve, textos que ninguém lê.