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By:Clarinha

@by-clarinhasilva-blog

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Mais uma vez havia me decepcionado. Dessa vez pensei firmemente em desistir. Não digo desistir de mim ou da minha vida, não. Digo desistir de sentir, de me doar, me entregar, de fazer pelas pessoas. Mas, será que valeria a pena isso tudo, todo esse radicalismo, por pessoas que, infelizmente, não souberam dar o devido valor ao que eu tinha à oferecer?. Eu sabia, no fundo, que não. Nunca vale a pena. Acredito que quando passamos por isso, quando chegamos à este ponto, é apenas um recado da vida dizendo: “É hora de recomeçar. De mudar. De reinventar. Ser diferente. Fazer diferente. Seguir por outro caminho”. Por quê apesar da dor que a decepção nos causa, nós sabemos, bem no fundo, soterrado, que isso é apenas mais uma fase de aprendizado e que assim como todas as outras que um dia achamos que não superaríamos, vai passar. E que quando finalmente passar, seremos capazes de enxergar com clareza aquilo de melhor que a vida nos reserva, pois você sabe, ela sempre nos surpreende.

Déborah Martins. 

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Fiquei tão só, aos poucos. Fui afastando essas gentes assim menores, e não ficaram muitas outras. Às vezes, nos fins de semana principalmente, tiro o fone do gancho e escuto, para ver se não foi cortado. Não foi.

Caio Fernando Abreu.

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Hoje entendo que se uma pessoa realmente gosta, ela não vai precisar fazer um “esforcinho” por você. Ela simplesmente gosta de lhe ter por perto e de tudo que tenha a ver com você. Isso deve acontecer tão espontaneamente como o amor dos primeiros dias.

Um Gabriel diferente. 

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Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão único, tão perfeito, tão, tão… sabe? Não vai ter, eu sei.

Clarissa Corrêa. 

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Fazem meses que não te vejo, ‘que não falo com você’. Não sei se você está bem, se está estudando, se está gostando de outro alguém ou se às vezes ainda sonha comigo. Nada mais sei sobre você, além do que sobrou. Recentemente vi umas fotos suas, o corte de cabelo ainda era o mesmo, o físico, o estilo de roupas. Mas tinha algo diferente, eu sei que tinha, porém, como eu poderia explicar? Era algo no seu olhar castanho escuro, como se faltasse algo por dentro de você. Era o formato dos traços do seu sorriso, como se tivesse perdido um pedaço de você… Então lembrei, talvez o que faltava, era o pedaço de você que eu levei comigo, e não consegui te devolver.

Caio Fernando Abreu.     (via encantoei)