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“Ela era ansiosa, antipática, antissocial e anti-eu.”
— Jéssica Alves.

“Ela era ansiosa, antipática, antissocial e anti-eu.”
— Jéssica Alves.
“Sabe qual é o problema? É que você fica se martirizando com as lembranças boas do passado. Você sente uma puta saudade daqueles momentos em que você foi feliz. Por mais que você não queira, é naquela pessoa que você pensa antes de dormir. Você se tortura, porque sabe que ela não sente sua falta como você tem sentido a dela. Olha, eu costumo a pensar que se não está mais comigo foi porque seria o melhor, mesmo eu não entendendo. Mas quer saber? Gostaria muito que você sentisse um pouquinho só do que eu sinto. Olha, não sinto sua falta como antes. Hoje você me mandou uma sms, apenas li, apaguei, virei para o lado e voltei a dormir. Antes isso ia mexer com o meu psicológico de uma forma absurda. Sabe cara. Tenho muito que te agradecer. Por você, não digo mais o ‘eu te amo’ para as pessoas, não sei chegar e demonstrar o quão importante alguma pessoa seja pra mim. É, conseguiu me fazer mudar. Sabe qual e o pior? Por sua causa já nem crio mais expectativas com nada. Desacreditei das pessoas e vejo que quanto mais só eu ficar, melhor pra mim. É, como tem uma frase famosa por aí “Quem muito se ausenta, uma hora deixa de fazer falta”, e é isso aí. Acho que nem preciso falar mais nada.”
“— Você ama a minha filha? — Amo muito, senhor. — Ah, que bom. Porque é disso que você terá que se lembrar nos dias ruins.”
— Sempre Ao Seu Lado.
“Eu gostaria de lembrar onde ficou complicado e sem solução entre nós. Onde deixou de ser reciprocidade e passou a ser indiferença. Por mais que isso não mude nada agora, eu queria saber onde erramos. Aonde eu deixei de significar algo pra você. Sabe, eu tenho pensado nisso e não consigo me lembrar. Porque sempre prometemos estar juntos, não importasse o que acontecesse, e eu sei que nada dura pra sempre, mas não consigo entender porque precisa ter um fim tão doloroso. Talvez não te afetou da mesma forma que têm me afetado, mas você sabe como sou, sentimental ao extremo. Não posso te culpar por desistir de mim, sou difícil de lidar, ninguém suporta muito tempo. Mas você, até que ficou muito por aqui, aguentou e suportou os meus piores dias. E por mais que agora só exista dor, e talvez exista por um longo tempo. Eu desejo que um dia seja menos doloroso lembrar de você.”
— Tentando superar você.
“Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim não falte.”
— Clarice Lispector.
“Não sei o que dizer. Na verdade, eu nunca imaginei passar por isso, não estava preparada pra dizer adeus. Foi de repente, rápido e doloroso, foi como se nunca tivesse existido sentimento da parte dele, como se tudo tivesse sido só uma mentira… Demorei a acreditar que aquilo estava realmente acontecendo, que todos os meus planos acabaram no momento que ele disse que não me amava mais, que a partir dali eu teria que aprender a viver sem ele, teria que amparar em mim mesma. E esse foi o meu erro: Achar que ele estaria sempre comigo, cuidando, apoiando, me enchendo de mimos e me protegendo de qualquer perigo.”
— Milena Borges.
“Te vejo online e imagino com quem está falando ou o que te chama tanta atenção ao ponto de não me responder. Dar vontade de ligar, mandar torpedo ou até soltar fogos sinalizadores para dizer que estou aqui. Parece paranoia, eu sei, mas gostar de você é como uma droga, não consigo seguir sem que eu tenha pelo menos uma dose sua.”
— One crush, only.
“(…) Se o amor lhe sorrir, aguente as pernas bambas, ultrapasse as noites em claro, escute as músicas bregas. Viva a trilha sonora do casal da novela das nove, esconda uma foto na carteira, sinta saudades no sábado à noite. Compre um presente sem data marcada, escreva um cartão, copie um poema. Se o amor lhe sorrir, seja poema. Permita a rima.”
— Camila Costa.
“Você fica quieto. Enquanto acontece uma guerra dentro de você.”
— Orquestrando.
“Parei de ir atrás, eu tenho meu orgulho. Quero dizer, não tenho, mas ela não precisa saber dessa parte.”
— Gabito Nunes.
“Quero ter certeza, ali no fundo da alma dele, de que ele me ama. Quero que ele saia correndo quando meu peito amargurado precisar de riso. Que ele esqueça, de vez em quando, seu lado egoísta, e lembre do meu. Que a gente brigue de ciúmes, porque ciúmes faz parte da paixão, e que faça as pazes rapidamente, porque paz faz parte do amor. Quero ser lembrada em horários malucos, todos os horários, pra sempre. Quero ser criança, mulher, homem, et, megera, maluca e, ainda assim, olhada com total reconhecimento de território. Quero sexo na escada e alguns hematomas e depois descanso numa cama nossa e pura. Quero foto brega na sala, com duas crianças enfeitando nossa moldura. Quero o sobrenome dele, o suor dele, a alma dele. Que ele me ame como a minha mãe, que seja mais forte que o meu pai, que seja a família que escolhi pra sempre. Quero que ele passe a mão na minha cabeça quando eu for sincera em minhas desculpas e que ele me ignore quando eu tentar enrolá-lo em minhas maldades. Quero que ele me torne uma pessoa melhor, que faça sexo como ninguém, que invente novas posições, que me faça comer peixe apimentado sem medo, respeite meus enjoos de sensibilidade, minhas esquisitices depressivas e morra de rir com meu senso de humor arrogante. Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina.”
— Tati Bernardi.
decepcionada com ser humano
ops
eu sou um ser humano
[…]
I promise!
sinto falta,
principalmente de quem eu era,
[de quem eu fui]
mas não restou ninguém para me trazer de volta