Ora yeyeô Oxum 👑💛
O que nos move, o que faz com que lutamos por aquilo que acreditamos, fé no guias, fé na luz divina e fé no pai maior. Amor pela umbanda.
Sabedoria de Preto Velho
#umbanda #umbandasaber #Axé
🌪⚡ Iansã, mãe e senhora dos ventos e tempestades, das horas aflitas e das almas perdidas.Dona de todas as direções. Operosa divindade em prol dos desígnios dos filhos de caídos sem norte e vontade. Piedade para nós, criaturas que vivemos, à beira das tentações, dos abismos, alheios ao amor do pai Olorum.Mãe, empresta-nos tua decisão e tua coragem, para o encontro do nosso próprio ser.Daí-nos um roteiro de esperança e triunfo.Erradicai a pobreza dos nossos sentimentos, orienta-nos para a verdade, dentro do caminho de devoção ao supremo doador.Encoraja-nos senhora dos raios, para que nossa própria mente, siga uma só direção: amar a Olorum. Êparrei Iansã! 🌪⚡

Médiuns orgulhos e vaidosos
O orgulho, a vaidade e o ego levam muitos médiuns a derrocada em sua jornada de trabalho. Não é raro vermos médiuns vaidosos e orgulhosos se gabando quando recebem algum elogio ou reconhecimento de seu trabalho, fazendo questão de espalhar para o máximo possível de irmãos da corrente que o guia o elogiou. Porém, estes mesmos médiuns, quando contrariados, ao serem corrigidos, da mesma forma e a boca pequena, fazem questão de espalhar para o maior número possível de irmãos da corrente sobre a culpa do médium que passou à frente do guia, implantando discórdias e dúvidas naqueles que são novatos e naqueles que estão enfrentando fases difíceis em seu aprendizado. Enfim, fomentando discórdia e maledicência dentro da casa que os abriga. Em resumo podemos dizer assim: Quando o médium orgulhoso e vaidoso é elogiado, foi o guia quem o fez porém diante de uma correção, foi o médium que atravessou o guia. Colocando em dúvida a espiritualidade que o ampara. A cada um que faz parte de uma corrente mediúnica, ao se deparar com tal situação de intriga, cabe se utilizar do discernimento para avaliar o que se sente, o que se vê dentro do terreiro, a conduta do médium que fez o atendimento em relação a conduta do médium que fomenta a discórdia e a dúvida, para não se deixar influenciar, lembrando que a semente daninha floresce com muita facilidade nos corações daqueles que não praticam o “Orai e Vigiai” ensinado pelo mestre Jesus. A princípio, o simples fato de agir desta forma, o médium denuncia que sua conduta moral e espiritual é frágil e deficiente diante do compromisso assumido ao adentrar numa corrente mediúnica, dando asas as manifestações negativas regidas e sustentadas pelo ego estremecido. Cabe aos dirigentes estarem alertas para tais situações e se sustentarem com firmeza e segurança em sua conduta moral através de exemplos e disciplina para que tal semente não floresça. Fazer parte de um corpo mediúnico é uma escolha que deve ser tomada de forma consciente, onde assumiremos o compromisso real de buscarmos a evolução através da nossa reforma íntima que será direcionada pela espiritualidade. Tendo em mente que as correções e lapidação do orgulho, ego e vaidade não é um ato que deve ser apreciado apenas quando adotado com um irmão e sim quando se volta à nós mesmos. Isso não quer dizer que não nos sentiremos mal ou melindrados nos momentos de tais situações e correções, somos muito falhos para conseguirmos passar por estas fases sem que nos afete em nosso orgulho, vaidade e ego porém, existe a diferença entre se sentir chateado e até envergonhado pelo erro cometido da disseminação da discórdia e dúvidas lançadas dentro casa que nos abriga na intenção de encontrar aliados e assim satisfazer nosso orgulho ferido. Lembrem-se: - Fomos nós que procuramos por nossas casas e da mesma forma, fomos nós que escolhemos e nos comprometemos com as disciplinas adotadas nas mesmas. - Ninguém é obrigado a permanecer em um local ao qual não se sente bem e nem a concordar com as disciplinas adotadas, caso isso estiver acontecendo, tenha a dignidade de se retirar com educação e gratidão. Afinal, no momento que você se dispôs e buscou por ajuda, as portas se abriram para você. Tenham isso sempre em mente. - Não existe condições de trabalhar espiritualmente sem que haja confiança. - A maledicência e a difamação servirá apenas para macular sua própria imagem e não a da casa que o abrigou. - Toda casa possui aqueles que fomentam o negativismo, esta também é uma forma de provarmos nossa força e determinação colocando em prova os ensinamentos recebidos pela espiritualidade. - Sejam verdadeiros consigo cumprindo com as responsabilidades assumidas ao adentrar no corpo mediúnico ou então retirando-se antes de dar asas aos maus instintos para denegrir àqueles que cumprem com suas obrigações. Abraços e Luz, Mãe Solange de Iemanjá
Fonte: blog luz e vida
Caça, caça, caçador. Eu quero ver você caçar. Okê arô.
IANSÃ
No peito bate um coração acelerado. A alma em chamas, corpo vermelho, tom da paixão. Incandescente sensação. Essência que não se mistura, pois a chuva o fogo apaga. Não há um vazio, perturba os sentidos. Relâmpago energia que explode num leve toque. Vendavais que levam amarguras, decepções para bem longe… Dourado é o teu cabelo, assim parece… Creio que roubaste o fulgor do sol… Ou seria o brilho da tua coroa há desafiar o dia? És rainha, delicada, uma dama guerreira, da qual estou cativo. Apaixonei-me, sou um colibri torturado de tanto amar, buscando na rosa escarlate o mel e a razão.
#oxossi #caboclo #caboclos #jurema #umbanda #ruamege #mata #coral
Laroiê Mulambo
Estrelinha. (via dos-batuque)
Caboclo não tem caminhos para caminhar Caminha por cima das folhas Por baixo das folhas Em qualquer lugar Okê Caboclo!
#oxossi #matas #verde #caboclos #umbanda #quinta #quintafeira #umbanda #ruamege
Caçador na beira do caminho Ah não me mate a coral na estrada Ela saravou seu Sete Flechas na Aruanda Foi ao romper da madrugada Caçador
Caboclo da mata virgem Da mata serrada Lá do Juremá Quem manda na mata é Oxossi Quem manda no céu é Oxalá Ô, ô, okê caboclo, quero ver girar Quero ver caboclo De Umbanda girar 🍃
Hino da Umbanda
Este hino é cantado em todos os terreiros, e sem sobra de dúvida todos terreiros tem em comum, e afirmo que não há algum umbandista que não se emocione quando é cantada esta melodia.
Nascido em 05 de Agosto de 1907 em Monção, Portugal, José Manuel Alves, este Leonino, já em sua terra natal era ligado a Música, tendo dos 12 aos 22 anos tocado clarineta na Banda Tangilense, em sua cidade natal. Com pouco mais de 20 anos, em 1929, vem para o Brasil, indo residir no interior do estado de São Paulo. No mesmo ano, mudou-se para a capital paulista, ingressando na Banda da Força Pública, onde ocupou vários postos, aposentando- se como capitão. Em paralelo a esta função exerceu a carreira de compositor de Músicas Populares e, ao longo da mesma compôs dezenas de músicas as quais foram gravadas por famosos intérpretes da época: Irmãs Galvão, Osni Silva, Ênio Santos, Grupo Piratininga, Carlos Antunes e Carlos Gonzaga entre outros. Suas composições mais famosas foram: Em 1955, Juanita Cavalcanti gravou a marcha “Pombinha Branca” de sua autoria em parceria Reinaldo Santos; em 1956, Zaccarias e sua Orquestra gravaram o dobrado “Quarto Centenário”, de sua parceria com Mário Zan.Compôs ainda valsas, xotes, dobrados, baiões, maxixes e outros gêneros musicais. Em 1957, realizou sua única gravação no antigo disco de vinil, o “LP”, acompanhado de sua banda, sendo a gravadora a RCA Victor.Mas … e a Umbanda? Aonde entra? Para a Umbanda, e para vários Terreiros compôs diversos pontos gravados por diversos intérpretes, como por exemplo, “Saravá Banda” gravado em 1961 por Otávio de Barros, “Prece a Mamãe Oxum” gravado em 1962 pela cantora Maria do Carmo. Além destes temos: “Pombinha branca” (com Reinaldo Santos), “Ponto de Abertura” (com Terezinha de Souza e Vera Dias), “Ponto dos Caboclos”, “Prata da Casa”, “Prece a Mamãe Oxum”, “Xangô Rolou a Pedra”, “Xangô, Rei da Pedreira”, “São Jorge Guerreiro”, “Saravá Oxóssi”, “Homenagem à Mãe Menininha” (c/ Ariovaldo Pires), Saudação aos Orixás, além do Hino da Umbanda. Mas como foi estabelecida a sua ligação com a Umbanda? Cego de nascença, José Manuel Alves foi, no início da década de 60, em busca de sua cura. Foi procurar a ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas, entidade do médium Zélio de Morais, fundadores da Umbanda. Embora não tenha conseguido sua cura porque, segundo consta, sua cegueira era de origem cármica, José Manuel Alves ficou apaixonado pela religião e, ainda em 1960, fez o Hino da Umbanda para mostrar que esta Luz Divina, que vem do Reino de Oxalá, não é para ser vista com os olhos físicos, que voltarão ao pó, mas sim com olhos do espírito, no encontro da mente com o coração … O Hino foi apresentado ao Caboclo das Sete Encruzilhadas que gostou tanto do mesmo que resolveu apresentá-lo como Hino da Umbanda no 2º Congresso de Umbanda em 1961, sendo oficializado na 1ª Convenção do CONDU-Conselho Nacional Deliberativo de Umbanda em março de 1976. Podemos nesta pequena história ver que este hino é fruto de um Amor muito grande pela Umbanda, Amor este oriundo de uma Fé profunda, daquelas obtidas com a Humildade e a Resignação ante ao Conjunto de Leis do Pai Maior.
Fonte: Umbanda de Jesus
