Please don't go.
(no dia 20 de dezembro de 1914, Mary Haskell escreve em seu diário)
No almoço, perguntei a Kahlil se ele gostava dos cinco quilos que engordei, depois que - em Setembro -ele me sugeriu que fizesse isso. Ele respondeu que não havia notado. De volta ao seu estúdio, eu pressionei a saia em torno de minha perna, de modo que pudesse ver sua forma. “Estão finas? “ perguntei. “Estou surpreso”, respondeu ele. “Nunca vi sua perna, e sempre procurei imagina-la usando o seu braço como referência. As pessoas geralmente fazem isto.” “Estou sempre completamente vestida”, respondi. Perguntei se ele queria que me despisse, e julgasse por si mesmo o meu corpo.
“Se este quarto não estivesse tão frio, eu iria pedir que fizesse isto”, disse ele. Nós aumentamos a calefação, e eu tirei a roupa. “Você em um corpo saudável, forte e perfeito”, ele comentou. Notei que a minha nudez o havia tocado. “Os homens tem medo de mulheres como você”, disse Kahlil. “Eles não gostam de sentir-se perturbados.” Eu me vesti de novo, porque não queria que a idéia de sexo viesse a tona. Kahlil colocou os braços em torno de mim, e beijou-me. Continuei sentindo este beijo por tres dias seguidos.”


