¿Qué pasa con Peña Nieto?

Hoy en la Universidad Iberoamericana fuimos testigos de lo que realmente pasa con la democracia de nuestro país. El candidato presidencial con más “oportunidad” de ganar las elecciones el próximo primero de julio se presentó a dialogar con los alumnos.

En la carrera de comunicación desde hace unas semanas se han estado planeando protestas contra los candidatos, JVM y EPN. En este caso se planeó presentarse con pancartas y una máscara de Salinas de Gortari para mostrar la inconformidad que existe frente a este candidato presidencial. 

¿Creen que nos haga algo la IBERO? ¿Tomarán acciones contra los que protestamos? Son algunas de las preguntas que surgieron días antes del viernes. La respuesta fue sencilla, estudiamos en una universidad que apoya la libertad de expresión. 

El resultado no fue el esperado. Desde temprano los estudiantes se juntaron para acceder al auditorio donde se llevaría a cabo este supuesto diálogo. Antes de las 9 de la mañana los estudiantes se enfrentaron con una realidad diferente, acarreados en la puerta diez esperando para entrar, claramente todos con pancartas que apoyan a Peña Nieto y todos bajando de un camión de la policia. 

Estos acarreados llenaron el auditorio en cuestión de minutos dejando a un gran número de estudiantes afuera, cerrándoles el diálogo con el candidato. Como si fuera poco, un cuerpo de seguridad se encargó de checar todas las mochilas y bolsas de las personas que si lograron entrar, no dejándolos pasar con pancartas o máscaras. 

A lo que yo me pregunto, ¿dónde quedó la libertad de expresión? ¿el libre diálogo con la persona que supuestamente nos va a gobernar los próximos seis años?

¿Será que no entienden lo que pasa con los jóvenes? En las redes sociales las noticias viajan más rápido que un virus, todos nos enteramos de los que estaba pasando en la conferencia y cómo entraron los acarreados. Somos un país que se conforma de jóvenes, la mayoría no están de acuerdo con la democracia hoy en día y se busca anulación de voto. ¿Será que no entienden la importancia que tienen los jóvenes a la hora de votar? En mi opinión, a nosotros es a los que nos tienen que convencer, no sólo callarnos de aquí a julio. Si estamos inconformes lo vamos hacer notar, y espero los candidatos lo entiendan pronto. 

Pero no todo es su culpa, nosotros protestamos pero es importante que también de nuestra parte existan los diálogos. Por ir a una conferencia a gritar BU, o “Fuera Peña Nieto” no se va a llegar a ningún lado. Sería bueno abrieran una oportunidad de hacer preguntas serias, preguntas que resuelvan nuestras dudas y preocupaciones por este país. 

Por lo pronto, así se recibió al candidato en la IBERO.  (video cortesia de: @trinodj)

A los jóvenes no se los pueden ganar con despensas, ni comprando su voto a mil pesos. A nosotros nos calman con buenas propuestas y respuestas a nuestras preguntas, queremos  candidatos que dejen de pelearse y empiecen a debatir. Si no somos pendejos, lo que queremos es un cambio para nuestro país, no una cara bonita. 

¿Sirvió de algo su visita? Pues si, se evidenció todavía más como funciona la campaña de Peña Nieto, a base de acarreados y mentiras. Las propuestas siguen siendo vacías y sin real fundamento. 

Al final de cuentas, nuestra democracia seguirá siendo un show de payasos.

  • Coração: Fale com ele, eu sei que você sente falta dele, pode ser que dê certo.
  • Orgulho: Não escute seu coração, ele não quer mais nada com você.

“Lembra do nosso primeiro beijo? Aquele momento em que marcou as nossas vidas, aquele beijo suave, que mexia com a química e com o meu intelecto, aquele beijo, aquele momento único. Hoje eu venho aqui te dizer, por meio desta carta, sobre o quão você é especial para mim, nem especial é, você é a única pessoa da minha vida, ou seja você é minha prioridade, porém não sei se devo mais te chamar de minha né, acho que só há lembranças em meu pensamento, no seu já são lembranças obsoletas. Pois bem, vou direto ao assunto. Como eu te disse, você é a única pessoa de prioridade em minha vida, e eu te perdi, e sei que foi para sempre, e se eu não te tenho, ninguém mais precisa de mim né? Eu vou dar um fim em tudo, cansei de suas mentiras, cansei de seu cinísmo, tanta hipocrisia e ainda consegue me fazer acreditar né? Fazem alguns meses que tento ter coragem de te mandar esta carta, fazem alguns anos que tento te dizer a verdade, sim eu te amo, sim eu preciso de você e que só você conseguirá me fazer feliz, e eu sei que não tenho mais chances de te ter novamente, foi só o primeiro beijo que marcou toda esta ilusão, esta medíocre ilusão, e eu quero te dizer através desta carta, que eu não preciso de você ao meu lado, mas preciso de você para viver, viver de maneira intensa, não só ter o coração batendo por bater, quero que ele bata por alguém, e este alguém eu queria que fosse ti.”

Gabriel Malaquias, Carta de ilusão.

“Um dia uma amiga me disse que era fã, naquele momento eu não a disse mas pensei que ela era tonta de amar alguém que nem ao menos sabia de sua existência, então eu só, sorri. Uns meses mais tarde, ela me ligou chorando e dizendo que esse seu ídolo tinha morrido, eu não entendia o porque de todo aquele desespero e então não pude ajuda-la, ela só chorava, gritava e rezava, tudo ao mesmo tempo. Eu era amiga e por mais que não quisesse, eu sentia toda aquela dor com ela, era horrível a ouvir, nos vimos no dia seguinte e pra minha surpresa, o estado dela estava até pior. Pelo fato de eu ainda não ser fã, eu não entendia o que ela estava sentindo e isso estava me torturando. Se você está achando que esse ídolo é o Michael Jackson, você acertou. Ela via nele, mais do que um 'rei do pop', via um coração. Isso me fascinava, eu respeitava tudo aquilo e invejava aquele amor tão puro e verdadeiro. Um amor que não pedia nada em troca. Voltando a notícia da morte de seu ídolo, minha amiga se torturava toda noite com as músicas dele e ligava a tv na esperança de que aquilo fosse apenas uma brincadeira de mal gosto, mas acabava se deparando com a verdade e com o mundo todo, que naquele momento, estava esbanjando falsidade. Ela chorava e chora té hoje, isso prova que ela era uma fã de verdade, e ainda é, uma fã que não o matou dentro do seu coração, apesar de sua morte em vida. Eu a admiro por isso, ser fã não é só sorrisos e cartas de amor, não são só lágrimas de felicidade e músicas que façam sorrir. Ser fã as vezes dói. Já pensou se de repente, você lê em uma página qualquer da internet que seu ídolo, o cara que você fala que vai ser seu marido um dia ou simplesmente, diz que é seu, morreu? Eu sempre a respeitei, e hoje, sou fã dos RebeldeS, ela me apoia e diz pra eu correr atrás do meu sonho de conhece-los, antes que seja tarde demais. Hoje eu entendo tudo aquilo que ela sentia, se você também sabe, então deve entender. Sabe? Criticar é tão fácil quando a dor não está em ti, e você só diz, porque aquelas palavras, não vão pesar em você, vão pesar em quem for ouvi-las, porque pra essa pessoa, serão mais do que palavras. Serão como pedras, facas e hoje eu sei o quanto dói. Eu sempre suspeitei disso e nunca critiquei, eu respeitava porque um dia, eu sabia que ia ser fã, de qualquer coisa ou qualquer alguém, mas seria e respeitava pra ser respeitada, entende? Enfim, quando chegou o meu dia, eu fui surpreendida por tantas criticas que nem ao menos seria capaz de repeti-las e é cruel, muito cruel ler, ouvir e sentir toda essa indiferença. Eu só quero respeito e sabe? Você também precisa disso, não é muito melhor respeitar e ser respeitado do que criticar e ferir alguém com sua opinião diferente? Coloque-se no lugar dessa pessoa. Eu sou fã dos RebeldeS e me orgulho disso, todo mundo que me conhece sabe. Sofro bullying por isso mas apesar de me magoar, eu só, olho nos olhos dessa pessoa e sinto nojo, tanto que nem ao menos demonstro importância. Enfim, o resumo disso tudo é só que.. respeite. Um dia você precisará desse respeito também, talvez criticando assim, você não o tenha um dia.”

Luísa M.

“Estou louco. Louco para te deixar louca com a minha loucura. Louco eu? Ou louca você que no fundo está louca para ficar louca comigo?”

Frederico Elboni
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