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“” Tá acordada? — Uhum. — Ela responde com um tom de sono. — Ah tá. — O que quer? — Nada não, Babi. — Então vai dormir. Eles ficam em silêncio — Amor... — Oi, Luc. — Eu sou lindo né? — Claro. — Ela ri. — E cheiroso. — Também. — Mais o quê? — Chato, gordo, feio, sorrisinho perfeito, cara de criança, voz de bebê, irritante, olhinhos pequenos, boca grande. — Faltou algo? — Idiota, lerdo, calmo. Acho que acabou. — Faltou gostoso, mas tudo bem. — Ele ri. — E eu? — Ela se vira e o olha no olho. — Ah, você é mimada, chata também, criança, voz fina, cabelo loiro, olhinhos claros cheios de promessas, risada escandalosa, pequena, baixa, irritadinha, esquentadinha, grossinha, preguiçosa. Fofa, carinhosa. Ah Babi, depende do dia né. — Ele ri. — Que idiota amor. — Não cansa de me chamar de idiota não? — Não mesmo. — Ela se envonlve em seus braços. Eles ficam em silêncio novamente. — Luc, eu te amo. — Eu te amo mais, Babi. — Mesmo? — Sim, amor. Ela o beija. — Amor... — Fala gordinha. — Esqueceu de algo? — Onde? — Me descrevendo. — Sim, deixa eu terminar. — Isso! — Ela ri. — Linda, gulosa. Já falei chata? — Ai amor. — Ela abaixa a cabeça. — Nossa, já ia esquecendo. " Minha. " Seus olhos brilham. — Sério? — Claro, minha gordinha. — Idiota, vou considerar isso como um eu te amo. — Ela o bate. — Não precisa, eu digo. Eu te amo, Babi. — Eu sei. — Ela ri. — É assim? Não falo mais! — Para de drama, idiota. — Ok, vou considerar isso como um eu te amo seguido de pedidos de desculpas. Ela ri. — Iludido. — Convencida. — Meu, para sempre. — Seu, até eu achar uma mais bonita. — Ai Lucas, que horror. — Foi brincadeira amor, calma. — Acho bom, se não corto tuas asas rápido, rápido. — O quê? Minha vó que diz isso. — Ele ri. — Ai, você entendeu. — Que você fica linda ciumenta? — Para, tô brava. — Assim você me encanta Bárbara. — Para, tô de mal. — Ah é? Tá preparada? — Lucas, para. Não começa. Ele se levanta e começa a cantar. — Não, por favor. — Ela ri. — Super-Man ficou fraco, o pingüim jogou kriptonita. Lex Luthor e Coringa roubou laço da Mulher Maravilha. — Ele ri. — Cala a boca, deita aqui. — A liga da justiça tá toda dominada, agora só tem uma saída. Foge, foge mulher maravilha, foge, foge com super-man. — Ele se abaixa, chega perto dela. — Quer ser a minha mulher maravilha? — Para sempre. Ele a beija. ”

—Tua-idiota. — Você é minha Maravilha e eu sou seu Super-Man.

“” Cadê sua mãe, Babi? — Tá dormindo. — Que folgada. Ela ri. — O quê? Tadinha amor. — É, nem acordou pra preparar um café pro genro aqui. — Ela não sabia que o genro era preguiçoso, você que precisa preparar pra ela amor. — Genro? — Não sabe o que é isso? — Sei, claro que sei. — Então porque perguntou? — Achei bonito a forma que me colocou como seu namorado. — Não te coloquei como namorado. — Não? Como assim? — Te coloquei como marido, Lucas. Ele não a responde mais. — Luc? — Oi Babi. — Demorou para responder. — Desculpa, estava ensaiando como a chamar. Ela ri. — Pensou em alguma coisa? — Sim. Mas achei formal demais. — Pensou em que? — Em sogra, ou em sogra perfeita. — Sogra? — Sim, não sabe o que é? — Sei, claro. — Ela ri. — Então porque perguntou? — Queria te ouvir chamando minha mãe de sogra outra vez. — Calma Babi, você vai ouvir todo domingo. — Todo domingo? — Claro, almoço de família.”

—Tua-Idiota. — Chama de sogra, é mais bonito.

“” Que carinha é essa? — Tô cansada, sei lá. — Só cansada? — Uhum, acho que sim. — Babi, larga esse celular e vem aqui. Ela se levanta, vai em direção a ele que estava sentado do lado de seu skate. — Tô aqui. — Que houve? — Nada, amor. — Diz, por favor. — Ele a abraça. — Eu tô com medo, sabe? Medo de sei lá, te perder. Eu tenho medo de falar algo errado e por isso me calo, prefiro ficar na sombra dos clichês estúpidos e esperar você ter uma iniciativa para me chamar. Sinto uma dor estupidamente forte por sentir saudades mas não sei se devo te contar, nunca. É isso né? Eu nunca te conto. Eu sempre te deixo sem palavras e sem reação, eu sempre te deixo ali, esperando um único eu te amo, mas em vez disso, eu te respondo com um simples respirar. Eu não sei se é bom, mas eu solto suspiros por você. Sempre soltei e não será hoje que eu vou parar de soltar. Eu sei, só tenho quinze anos e não sei de nada do que eu tô tentando te dizer, mas sei lá, eu não quero te perder. Não quero te ver de longe, literalmente. — Para Babi, não chora. — É sério, eu não quero. Sabe, eu não entendo. Mas eu sei lá, tô sendo medrosa. — Você fica linda sendo medrosa, fica linda com essas lágrimas presas no canto dos olhos, fica linda com esse nariz vermelho e essa bochecha maior que tudo. Você fica linda dizendo ter medo, linda quando admite não ser forte. Você fica linda, sem saber que é. — E eu sou? — Me diz você, acha feio atitudes de meninas assim? — Não, claro que não. — Então porque você seria feia? — Disse em aparência. — E eu também. — Oi? — Babi, você é linda. — Ele pausa. — Muito mais do que eu pensei que fosse. — E pensou que eu seria como? — Tipo uma boneca. — Ela o olha sem entender. — Mas percebi que parece uma Polly, não Bárbie. Tanto em beleza, como em tamanho. Ela ri. — Sabia que tinha algo suspeito. — Oi Luc? — Sempre preferi a Polly, desde pequeno. — Então você brincava de bonecas? — Ela ri. — Só quando eu sonhava com uma menina bonitinha, sei lá. — Que menina? — Você, só que em tamanho proporcional para a idade. Ela ri, enquanto ele a encara soltando um pequeno e leve sorriso. ”

—Tua-Idiota. — Bárbie, Polly. Tanto faz, você foi feita para ser a minha boneca.

“Eu sabia ser forte, eu sabia viver sem precisar de alguém ao meu lado, eu sabia conviver com a solidão facilmente e sabia como trancar meu coração de uma forma que ninguém achasse a combinação certa para abri-lo. Mas aí você apareceu em minha vida, e tornou tudo diferente. Comecei a ver a vida de outra forma, e percebi que antes de te conhecer eu apenas respirava, e hoje? Eu vivo. Vivo por você, sorrio por você, sou feliz por causa de você.”

—Suelen Ferreira

“- Sou um idiota, ok? Não, normalmente sou um idiota. Porque...Porque... Nunca me preocupei com ninguém ou nada na minha vida toda. E todos meio que aceitaram isso. "Esse é o Jamie". E você... Jesus! Você... Você não viu da mesma forma. Nunca conheci ninguém que realmente acreditasse que eu fosse suficiente, até te conhecer. E me fez acreditar nisso também. Então... infelizmente, preciso de você e você precisa de mim. - Não, não preciso. - Sim, precisa. - Não. - Sim, precisa. - Pare. Pare de falar isso. - Precisa de alguém pra cuidar de você. - Não, não preciso. - Todos precisam. - Vou precisar mais de você, do que você de mim. - Tudo bem. - Não. Não é justo. Tenho lugares para ir. - Você irá. Só que talvez terei que te carregar. - Não posso te pedir para fazer isso. - Você não pediu. Digamos que... em um universo paralelo haja um casal como nós. Só que ela é saudável e ele é perfeito. E o mundo deles gira sobre quanto dinheiro gastarão nas férias. Ou quem está de mau humor naquele dia, ou se deviam se sentir culpados por ter uma faxineira. Não quero ser essas pessoas. Quero nós. Quero você... "Eu me preocupava bastante com o queria ser quando crescesse. Quanto ganharia ou se me tornaria alguém importante. Às vezes as coisas que você mais quer, não acontecem. E às vezes, as coisas que jamais esperaria acontecem. Como desistir do meu trabalho em Chicago e tudo. E decidir ficar. E me candidatar para faculdade de medicina. Não sei... Você encontra milhares de pessoas e nenhuma delas te tocam. E então encontra uma pessoa e sua vida muda. Para sempre.”

—Love and other drugs (Jamie and Maggie)

“Mas meu corpo inteiro se revolta quando gosto de alguém. Me armo inteira pra correr pra bem longe e pra lutar com unhas gigantes quem tentar impedir. Me mata constatar como é ridículo ficar com saudade.”

Tati Bernardi

“Ele fala com uma voz irritante. — Barbara? — Barbara, Guilherme? Depois quando eu sou grossa você não gosta. — Ôh Babi, ficou com raivinha? — Para de ser idiota garoto, eu em. — Ai Barbara nem brincar você sabe. — Fica na tua idiota. — Ela cruza os braços e faz cara de brava. — Ei Babi, vai ficar assim mesmo? — Vou, idiota. — Ele a joga no sofá e começa a fazer cocegas nela. — Ela ri e o bate ao mesmo tempo. — Para Gui, to bolada contigo. — Ele deita ao lado dela e a agarra forte. — Desculpa mô. — Vou pensar. — Hoje eu ia te falar uma coisa muito importante, mais como você tá com raiva né. — Johny fala agora se não vai ser pior, e vê se me solta. — Quer que eu te solte Gui? — Quero. — Tá bom Barbara. — Ele a solta e vai para a cozinha, abre a geladeira e logo pega a caixinha de chocolate. Babi vai té a porta e fica olhando. — Ei folgado, esse chocolate é meu — Ela sorri. — Agora é meu, saí daqui Barbara. — A casa é minha, só pra lembrar. — Tá, to indo embora. — Ele saí da cozinha pega suas chaves e sai andando em direção a porta. Babi logo corre e pula em suas costas. — Que isso c ta gorda em. — O gordo da relação é você. — Eu sou gostoso Babi, e c sabe muito bem disso. — Ele sorri maliciosamente. — Você é idiota. — Ela desse das costas de John e fica em sua frente. — Para de me chamar de idiota porra. — Calma amor, você é meu idiota, o idiota mais lindo. — Ela envolve suas mãos no pescoço dele e vai se aproximando devagar. — Te amo tanto, sabia? — Eu também te amo meu idiota. — Gui larga as chaves, a agarra pela cintura e a puxa até o sofá, a joga e deita por cima dela a beijando. ”

— Calma amor, você é meu idiota, o idiota mais lindo. (i-ndignada)

“Olhos apertados e um sorriso bobo após um abraço longo deitados sobre a minha cama que também foi sua pela primeira vez, foi assim que você me olhou após a nosso "primeiro momento de amor intensivo" foi assim que nós chamamos. Seria o nosso segundo melhor momento, pois o primeiro foi quando eu conheci você. Eu não poderia ter a menor ideia de que seria com você, que seria você quem iria desfrutar comigo esse nosso "momento" mais íntimo e intenso. E sabe Greg, foi tudo tão bom, tudo tão gostoso e inesquecível. Só você sabia o quanto aquele momento seria especial pra mim, seria a minha primeira vez... Eu estava insegura, e ainda seria contigo, oque me deixou mais nervosa ainda. "Believe and hold on to me and, never let me go. Keep breathing, cause I'm not leaving you anymore." É uns dos trechos de nossa música a qual haveria de estar tocando na hora... Você foi um fofo comigo, me passou total segurança a todo momento... Suas palavras meigas... Haveria de ter me tratado como nunca haveria de ter tratado um dia. Eu não conseguia mais desviar meus olhos de você, parecia estar hipnotizada, sei lá, só sei que era difícil pensar em outra coisa a não ser em você... Meu polegar que deslizava sobre o inferior de seus lábios e logo minha boca estremecida louca pra encostar na tua. Não resisti e quando dei por mim já nos beijávamos intensamente em uma linda sintonia. Suas mãos dedilhando a cada parte do meu corpo, me envolvendo de uma maneira à qual me fizesse ser inteiramente sua, meu corpo colado ao seu como se fossemos um só. E s o m o s. E após estarmos totalmente protegidos, você olhou bem no fundo dos meus olhos e após selar meus lábios sussurrou: "eu te amo" e foi ai que calmamente me senti completamente sua. Fechei os olhos e me deixei levar. "(Keep breathing) Hold on to me and, never let me go" Meus dedos cravados em suas costas, sensações de prazer, arrepios e vontades de você à todo o tempo e nada mais importaria. Minhas pernas subindo pelas suas, respirações ofegantes, sussurros de amor, carinhos, beijos, chupadas, arranhões. Espera, eu não estava preparada pra tanta... "informação". Me lembro que fiquei meia tensa e pedi pra que parasse um pouco. Você desviou o olhar que haveria de estar percorrendo sobre todas as curvas do meu corpo e me olhou fixamente meio assustado e confuso. "- Oque foi?" Você disse calmamente. — "Vá com calma, tem muito de mim pra você ainda... Sem pressa." Na mesma da hora você sorriu com esse seu sorriso malicioso que eu nunca teria visto igual, assim me fazendo ficar com mais vontade ainda de você. Voltamos a nos beijar, dessa vez em um ritmo mais acelerado... Tão intenso que nem viríamos a hora passar. Alias passaram-se tão depressa, mas na real. Pra mim foi como um eternidade linda, longa e excitante ao seu lado. Paramos com selinhos longos e demorados. Minha cabeça encostada em seu ombro e nossas pernas entrelaçadas debaixo de nosso cobertor. Avistei você fechar seus olhos com um sorriso escancarado e bobo nos lábios e logo após ouvi um sussurro seu. — "Nossa, foi b e m melhor do que eu pude imaginar" eu sorri junto contigo e nesse momento senti minhas bochechas queimarem. — "Imagine pra mim". E dai você me olhou e foi ai que senti minhas bochechas arderem mais ainda. Você me abraçou forte, como se nunca mais fosse me soltar. Foi uma das melhores sensações sentidas ali naquele momento. Depois disso nós nos levantamos, tomamos uma ducha fria e gostosa juntos, comemos alguma coisa e voltamos pra "nossa" cama. Vimos um bom filme juntos, como de costume. Após todas as palhaçadas que você faria só pra me ver sorrir eu consegui deixar um pouco a vergonha que ainda me restava de lado. Olhei fixamente pra você e pensei comigo mesma "— É você. Você é o homem que eu escolhi pra toda a minha vida." E logo após ele disse. “— Agora eu tenho certeza de que você sempre será a minha única e mais linda mulher. Eu te amo minha Lís e estou perdidamente apaixonado por você”. Me assustei com a coincidência, então não tive dúvidas... Eu o amo, eu sempre o amarei e ninguém tem noção do quanto Greg é especial pra mim. E assim esse maravilhoso dia brindaria o começo do começo de uma nova fase, seria o recomeço do nosso mais belo amor.” ”

Nossa Primeira Vez. Lís and Greg.
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