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“I've enjoyed every age I've been, and each has had its own individual merit. Every laugh line, every scar, is a badge I wear to show I've been present, the inner rings of my personal tree trunk that I display proudly for all to see. Nowadays, I don't want a "perfect" face and body; I want to wear the life I've lived. ”

—Pat Benatar, Between a Heart and a Rock Place: A Memoir

The best nights are usually unplanned, random, and spontaneous.

“Falar pra você sussurrado, escondido do mundo, das pequenas coisas que me prendem aos fins que nunca terminam de fato. E chorar, dear, em seus olhos marcados por murros, em seu rosto trincado do sol. Te falar daquelas borboletas que entram no quarto à noite, dear, quando a janela está aberta e o céu se movimenta, sorrateiro, formando chuva. Te contar das portas de casa que não se fecham mais, dos banheiros públicos da cidade que cheiram a sexo (e a amor, meu amor), e dos meus cortes profundos, animalescos, verossímeis: te dizer, olhos nos olhos, nossas pernas um pouco encurraladas umas nas outras enquanto os corpos, em tentativa, se aproximam e se afastam — te dizer que sou sua verdade mais absoluta e mais alcançável. Abraçar seu abraço perdido, desajeitado, medroso; beijar sua orelha cansada da música romântica e da poesia mal recitada; entreter narizes avermelhados, sentir o cheiro do seu cheiro no fim do dia, com as quinquilharias da casa caindo no chão enquanto a gente se esbarra, se encontrando nas paredes de cada cômodo. Eu quero te mostrar os meus pés que estão cortados nas solas, os meus dedos que estão fissurados nas pontas; eu quero te mostrar minhas unhas que não se mostram, minhas juntas que não se estralam, minhas calosidades inexplicáveis. Quero te mostrar os livros que guardo na estante, a poesia que eu risco no braço com caneta preta; quero mostrar a parte que não conseguimos ver, baby, nem eu nem você. Quero te entender na sua cegueira trivial, nos seus modos ordinários, nas suas tentativas falhas de não ser só uma tentativa em qualquer coisa feita. Acariciar seus pulsos, suas veias, suas cicatrizes, seu machucados incuráveis, mon petit. Acariciar essa dor infundada que te persegue e que não passa. Eu quero, meu amor, te escrever sobre os dias em que insuspeitado, me pego pensando em coisas que ninguém diz, escuta ou presencia. Te escrever sobre a escuridão do quarto, sobre o frio da cama, sobre o cansaço dos dias parados. Eu quero te escrever sobre mim (que não me sou inteiramente por coisas que eu, você e o mundo sabe): baby, eu quero te escrever sobre nós.”

Circos

“Tuesday—we had school for the first time. Madame O’Malley had a moment of silence at the beginning of French class, a class that was always punctuated with long moments of silence, and then asked us how we were feeling. “Awful,” a girl said. “En français,” Madame O’Malley replied. “En français.”

—John Green, Looking for Alaska 

“Assumo que dói quando você vem e me conta dos teus problemas amorosos, mas não posso lhe culpar, a culpa é minha, só minha, a culpa é dessa minha mania de acreditar que um "se cuida" é um "eu te amo", que um "gosto do teu sorriso" é um "o teu sorriso é o motivo do meu", dessa minha mania de achar que qualquer atitude, palavra, olhar é um sinal, odeio essa parte de mim que não admite que você me trata como trata todos os outros amigos. Sou só mais um amigo.”

 Guilherme

“The most beautiful clothes that can dress a woman are the arms of the man she loves ♥”

—Yves Saint Laurent
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