“Virgens poetas Procurem penetrar corações E satisfazer suas mentes”

Catedrais

“Lo sentí; no fue una separación, sino un desgarramiento.”

—Fragmento de Así fue, Luis Gonzaga Urbina

“E' proibito piangere senza imparare, svegliarti la mattina senza sapere che fare. Avere paura dei tuoi ricordi. E' proibito non sorridere dei problemi, non lottare per quello che desideri,e desistere, per paura. Non cercare di trasformare i tuoi sogni in realtà. E' proibito non dimostrare il tuo amore fare pagare agli altri i tuoi malumori. E' proibito abbandonare i tuoi amici, non cercare di comprendere coloro che ti stanno accanto, e chiamarli solo quando ne hai bisogno. E' proibito non essere te stesso davanti alla gente, fingere davanti alle persone che non ti interessano, essere gentile solo per farti ricordare, dimenticare tutti coloro che ti amano. E' proibito non fare le cose per te stesso, avere paura della vita e dei suoi compromessi, non vivere ogni giorno come se fosse il tuo ultimo respiro. E' proibito sentire la mancanza di qualcuno senza gioire, dimenticare i suoi occhi e il suo sorriso, solo perché le vostre strade hanno smesso di incontrarsi. Dimenticare il passato e farlo scontare al presente. E' proibito non cercare di comprendere le persone, pensare che le loro vite valgono meno della tua, non credere che ciascuno tiene il proprio cammino nelle proprie mani. E' proibito non creare la tua storia, non trovare neanche un momento per chi ha bisogno di te, non accettare che ciò che la vita ti dona, allo stesso modo te lo può togliere. E' proibito non cercare la tua felicità, non vivere la tua vita positivamente, non pensare che possiamo solo migliorare. Non sentire che, senza di te, questo mondo non sarebbe lo stesso. ”

—Pablo Neruda

“OS FEIOS SÃO BELOS A menina de coxas desproporcionais e espinhas recém-curadas não sabe, mas está sendo observada. Seus olhos presos ao chão, procurando sabe-se lá o quê? Os cabelos deliciosamente desgrenhados, ela nem imagina, nem quer saber, que está sendo observada, porque se acha feia demais pra que isso aconteça. Os feios são belos pois deixam suas afetações em casa. Sabe aquela vontade de ser visto, notado, amado, invejado? Pois bem, os feios deixam essas coisas em casa. Então eles, os feios, enfiam suas caras injustamente desprezadas entre cabelos mal cuidados, travesseiros mal amados e noites mal dormidas, pois o peso da sociedade dita bela e o bafo da pose dos ditos lindos, invadem o quarto dos feios com tanta força que fica muito difícil dormir com a barulheira desses ditos belos. Os belos são barulhentos, pavões gritantes de umbigos enormes, “Vejam-me!”, “Admirem-me!”, “Olhem-me fazendo pose no Instagram!”; as penas no chão acusam: aqui esteve o belo. Louvemos a beleza dos feios, dos imperfeitos, aqueles que se levantam da cama e, sem artificialismos, metem a cara na rua e pregam os olhos no chão. Olhemos os feios. E a menina de gestos oprimidos do começo do poema, aquela toda envergonhada, meio que se punindo por ser quem é, lembra dela? Foi-se embora sem saber que estava sendo admirada. ”

—(Michel Consolação)

“Gosto de você assim, como você é. Pode me amar assim, como você quer. Quero ter você e não quero saber, se assim não fosse, como poderia ser de outro jeito? Abraço os teus defeitos, gosto dos teus olhos, do jeito que olhas, seja assim tão pura, minha voz é tua. Me olhe sempre igual: em casa ou na rua. Deixe que o vento penteie os teus cabelos, faça dos meus olhos sempre o teu espelho, deixe que a noite te traga uma canção... Deixe que eu te guarde no meu coração.”

(Pekim e Mourão Filho)
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