“Queria eu conseguir transformar tudo o que sinto por você em palavras e gritá-las para o mundo todo ouvir. Queria eu ter a coragem necessária para ouvir sua resposta. Queria eu... Todo este sentimento guardado aqui dentro do peito me sufoca, sabia? Parece até que há uma bexiga se enchendo de ar, prestes a explodir. Mas tenho medo. Um medo maior do que a dor que causa esta bexiga. Um medo tão grande que acaba fazendo de mim uma porra de uma covarde! O medo de te perder... Te perder para sempre, sem ter como voltar atrás, viver sem você... Mas como assim uma vida sem sua presença? Para mim isto seria a mesma coisa de morrer, pois meu mundo é você desde o dia em que te vi! Posso não ser bonita, mas tudo o que eu tenho e tudo o que eu sou é seu! Pode levar tudo. Se não quiser, pode até jogar no lixo, pois sem você eu não sou nada, não sou ninguém. Sem você eu não vivo! Mas se, por acaso, tiver, nem que seja só um pouquinho, com curiosidade em mim, pega tudo, guarda e cuida bem, porque se trata da minha vida e do meu amor por ti. Não deixa largado por aí, pois é capaz de alguém achar e maltratá-lo... E só te peço mais uma coisinha: Só guarde a essência da minha vida, meu amor por ti, se você realmente quiser gostar e cuidar de mim. Só peço que não me iluda. Iludir uma mulher é a pior coisa que se pode fazer no mundo. É pior que homicídio, pois se trata de um outro tipo do mesmo. É aquele em que a mulher morre, mas continua viva. Morre por dentro e vive por fora. Sobrevive. Pois é, já está dando 2 horas da madrugada e aqui estou eu: escrevendo um texto sobre você, como sempre, com lágrimas descendo dos olhos e caindo no teclado, na esperança de que em algum dia você lerá este pequeno texto e dirá pra mim, com um sorriso no rosto, aquele pelo qual eu me apaixonei: "Eu também te amo, sua idiota!”
—no-more-promises