30 Days of Fighting Games! Days Four and Five
4. Favorite MK Game?
Mortal Kombat 2011, Because it’s the only one I’m any good at. For srs. UMK3 is fun to watch at a high level but it’s just a bit too manic for my already paltry skill level. Mk2 is really fun to play just for fun. I’ve played MKA, and MKvsDC - those easily go in the “least favorite fighting games” as well as “how to bleed a franchise to death slowly”.
5. Favorite Arc System Works fighter?
This is a tough one, because really, I haven’t really “clicked” with any ArcSys fighters - especially BlazBlue - but….I’d have to say Guilty Gear XX Accent Core even if I know literally jack shit about actually playing it other than just Sol spam.
“1044 dias. Isso mesmo, exatamente 1044 dias que eu te toquei pela primeira vez, que eu senti seu beijo pela primeira vez, que eu senti seu abraço pela primeira vez, que ouvi sua voz pela primeira vez, que eu dormi ao teu lado pela primeira vez. O que daria isso em horas? Tem ideia? 25056 horas, tem noção, eu devo ter passado pelo menos 25000 dessas horas pensando ou sonhando com você, ou mais, vai saber não é. Parece que tudo que eu faço tem você no meio. Quando eu abraço outro alguém, eu lembro que o abraço não é igual o seu e fico triste, quando estou numa festa me divertindo, eu olho pro lado e você não está comigo, daí eu fico triste imaginando como seria se você estivesse ali do meu lado, quando estou trabalhando e chego em casa, eu quero te contar como foi meu dia, mas a tristeza volta, porque eu não posso te contar, quando deito em minha cama a noite, me veem todas aquelas lembranças boas que vivi do seu lado, e eu choro porque eu não posso simplesmente te ligar e falar, hei você tá fazendo muita falta, volta? Porque, nós sabemos, eu não posso te obrigar a ficar, e quem quer fica, não é? E eu queria tanto que você ficasse, não por obrigação nem nada, e sim porque ficar é a única coisa que você realmente quer, eu queria dormir e acordar ao teu lado todos os dias, eu queria poder ver seu sorriso ao acordar e te dar um beijo de bom dia, meu dia começaria bem, eu queria chegar em casa e te encontrar ali me esperando, eu queria te encontrar na rua, na fila do supermercado, seja lá onde for, eu queria chegar de mansinho onde quer que fosse e te abraçar, e a todo momento eu lembraria o quanto eu te amo, e sempre amei, eu queria que você me esperasse depois do trabalho e que fossemos tomar um sorvete, eu não ligaria em me atrasar para o curso se eu estivesse com você, eu queria tirar várias fotos nossas, para compensar o tempo perdido e as fotos que se perderam, eu queria compensar tudo que não vivemos, eu queria ir ao parque de diversões com você e ai você iria jogar um jogo bobo daqueles e ganhar uma pelúcia para mim pode ser? E eu seria a pessoa mais feliz ali, naquele momento, porque minha felicidade é estar ao teu lado. Eu queria acordar com um bilhete teu, eu queria uma mensagem de madrugada, eu só queria você comigo, eu queria fazer todas essas coisas. Mas, você não está aqui e eu só posso imaginar como seria estar feliz ao teu lado, porque longe de você eu não sou o que eu quero ser, longe de você eu só vou deixando as horas passar, eu preciso de você ao meu lado. Todos os dias da minha vida porque amar você é a única coisa que eu realmente sei fazer. ”
—(mk.)Language of Praise
Building Synthetic Agency is an entry point into a limitless poetic space of human agency amplified by technologies both material and immaterial. It functions as one node in the larger Neuroprosthetic Research System, which will be built out from the core functionality developed for this piece.
The major influence on this body of work are the early investigations of the body into space by Rebecca Horn, notably her various fan pieces that ranged in scale from head sized to body sized. These decidedly material engagements sit in contrast to the influence of Stelarc’s technologically mediated yet similarly expanded body.
Janine Antoni’s Slumber also serves as a model for long term performance installation work that involves EEG data, however in contrast this work uses that data as a control mechanism. For this we turn to pioneers in BCI artworks which emerge from audio proejcts like Alvin Lucier’s 1965 Music for Solo Performer, in which alpha waves triggered vibrations in percussion instuments through to interactive works like Mariko Mori’s Brainwave UFO.
Final Exhibition/Presentational Scenarios
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Final Exhibition of Building Synthetic Agency and the future scenarios of the Neuroprosthetic Research System will consist of a series of videos that are edited down from durational experiences, highlighting different levels of engagement, mechanical acceptance and transformative moments with each device. While to date only a handful of scenarios have been designed, the current robustness of the system allows for rapid design and deployment of additional scenarios.