“Aonde você foi ontem?" Suspirei. Me preparando psicologicamente pra resposta. "Sai, ué." "Você não me ligou." "Nem você." "Você não me atenderia." "E nem você." Bingo. "É que isso cansa." "Cansa, Robin. Você acha que eu sempre tenho que me arrepender por você. Como se você fosse tudo isso." "Eu não acho isso. Tanto faz, Stubb." "Tanto faz?" "É. Tanto faz. É muito engraçado dizer isso, sabe? Eu sempre fui muito i care por você. Mas você nunca mereceu." "E você sempre soube disso." "Que se dane, Stubb. Você, suas saídas, suas ligações e suas defensivas." "É uma pena." "O que é uma pena?" "Eu não ser tanto faz e você ser." "É o que? Você é tanto faz. Sempre, sempre, sempre foi." "Não. Sabe que eu sou um cara meio idiota. Ou completamente. Não vou fazer do tipo que ligo e nem do tipo que precisa de alguém pra respirar. Esse não sou eu. E você sabe que tipo de cara que eu sou. Puta merda, como tu sabe. Sabe exatamente as coisas que me irritam, e é por isso que você faz. Gosta de agir como se fosse tanto faz porque você é tão idiota quanto eu." "Não era você que tinha dito que eu não era tudo isso?" "E você se importou? Não era você que era tanto faz?" "Você é um idiota." "É exatamente por isso que a gente combina.”
—robin and stubb.