“Se me tranco, é pra me proteger. Do mal, do caos, da vida frágil e miserável que todos levam e acham que estão felizes. Me isolo porque o frio das pessoas congela meus ossos e me doi o corpo inteiro. Exacerbadamente. Fecho as portas, deito na cama e escuto as mesmas melodias, que cortam meus tímpanos feito navalha. Já não durmo, não falo. Tudo perdeu o sentido. Meus olhos gritam desesperadamente a fim de que você me salve. Eles pedem socorro.”

—Lorrayne Brande.
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