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“E até quando esse efeito nostalgia vai durar? Até quando vou passar noites e noites sem dormir a espera de uma única ligação ou notícia sua? Ultimamente tudo tem perdido o sentido, tudo tem estado incompleto. O vazio no meu coração só vem aumentando. Não sei mais o que fazer. Não sei nem se deveria eu fazer alguma coisa. Só sei que esperar ta cansando. Mas eu ainda to aqui, a sua espera. Ainda to esperando que você volte e diga que me ama, porque eu ainda te amo. Hoje bateu aquela saudade de tudo, das conversas, dos carinhos, das brigas, e de toda aquela felicidade que você me proporcionava. Talvez se soubesse o quanto sinto sua falta, voltaria agora. Bateu aquela vontade de te abraçar e dizer “esquece tudo, vamos recomeçar?”. Mas não posso ser tão vulnerável. Eu prometi pra mim que seria diferente, e até agora não fui. Prometi pra mim que iria desapegar que iria te esquecer. E sabe, eu tentei te apagar de todas as maneiras possíveis, juro que tentei, mas sei lá acho que meu coração falou mais alto. E todas aquelas promessas que fiz pra mim e jurei cumprir, acabaram sendo levadas pelo vento e esquecidas pelo meu coração, porque o único desejo dele é a sua permanência. Quero me livrar dessa nostalgia, de uma vez por todas. Então volta, e volta logo, por favor. Nós erramos? Sim, mas ninguém é perfeito, e até onde sei errar é humano. Que venham as brigas, que venham os carinhos, que venham as risadas sem motivo, que venham os momentos inesquecíveis, que venham as lágrimas do arrependimento, que venham as promessas que talvez não se cumpram, mas que venha você. Com todo teu jeito marrento e ridículo de me fazer te amar e de me fazer feliz. E venha pra ficar. Porque talvez eu esteja doente, ou talvez eu esteja carente –não me importo, ambos são por você. Mas independente do que eu estiver sentindo, a não ser você, nenhum outro remédio vai ser capaz de me trazer a cura.”

—“Porque talvez eu esteja doente, ou talvez eu esteja carente, mas não me importo, ambos são por você”.  Isabella (inesgotavel)

Evolução dos apelidos de melhores amigas.

  • 2005: Best, Bff, M.A
  • 2012: Vadia, vaca, quenga, bitch

“Subitamente me perdi em meio a hipocrisias e todas essas coisas podres do mundo. Um copo de café e o cheiro sendo inalado, era a única coisa que restava pra me acalmar. Dores indecifráveis no peito e nem sequer o motivo eu sabia. A escuridão tomava conta de tudo a cima de mim, o tempo estava ficando estranho e parecia que iria chover. A vários caminhos andados eu sempre descubro no fim que o único culpado de tudo sou eu. E nesse suposto fim não foi assim como eu imaginava. Descobri também que não iria chover a cima de mim, e sim dentro, e nem sequer guarda-chuva eu tinha, ou qualquer outra coisa pra me proteger das gotas de sangue jorradas do meu peito, de dentro pra fora, e um pouco de fora pra dentro. De tanta pressão eu transbordei, e também descobri que tudo, tudinho; cada célula em mim era você. O tempo correu contra mim. O mundo estava de cabeça pra baixo mas uma vez. A nossa pracinha supostamente saiu do lugar, você evaporou no meio da fumaça do meu cigarro que encontrara no meio de meus dedos, e talvez isso tudo poderia ter sido só um pesadelo, mas eu ainda estava acordado a cada minuto que passava.”

—E se disserem que a dor tem fim o amor não há de acabar. - Flores adormecidas

“Tá difícil saber se te amo porque sou idiota ou se sou idiota porque te amo.”

—Encarecida

“Eu nunca gostei de meio-termo. Ou era pra ser, ou não era. Comigo sempre foi tudo ou nada, sem metades. Até te conhecer e me contentar com seus quases. Você não nunca foi completo, mas acabou comigo por inteiro quando resolveu partir. E ainda, por não gostar de meio-termos, que eu te espero. Falta um pedaço de mim aqui. E eu sei, só vou ser completa novamente quando você voltar.”

Amanda Resende, s-stern

“Sabe, eu vejo tantas garotas por aí, olhando os garotos passarem na rua e dizerem o quanto eles são bonitos, ou outras dizendo que ficaram com fulano e sicrano, mas eu não consigo ver graça nisso. Eu não sou assim. Ok, eu posso ver um garoto e achá-lo bonito, mas nem por isso eu vou ficar dizendo toda hora, ou ir lá e ficar com ele. Eu não gosto dessas coisas... Quer dizer, eu acho que sou do tipo à moda antiga, sabe? Gosto de carinho, afeto, e de compromisso acima de tudo. Gosto da conquista, e achar um cara bonito não é o que basta pra você ir lá e ficar com ele, isso é loucura. As coisas mudaram tanto, que eu não consigo entender essas coisas. Muitos dizem 'você não vai encontrar ninguém assim, vai acabar sozinha.' Talvez eu pareça antiquada, mas é o meu modo de pensar, de agir e não vou mudar e se vou ter que mudar meu modo de agir, pra conseguir alguém, então prefiro acabar sozinha, e ainda com meus princípios.”

d-i-s-t-4-n-c-e

Todo mundo feliz , e eu aqui... Morrendo de saudades!

“Eram 3:57 e o telefone dela toca — Alô? — diz ela com uma voz rouca e sonolenta — Amor? — Isso é hora de me ligar? — ela ri. — Desculpa, só queria ouvir sua voz, estava com saudades. Ela fica em silêncio, ele sabendo que ela estava sorrindo, fala: — Gôda, para de sorrir e fala alguma coisa vai — Idiota, quem garante que eu tava sorrindo? — Ela dá um riso tímido. — Eu te conheço. Eu te conheço mais que me conheço. Conheço sua voz, conheço seus gostos, conheço seus gestos e suas manias. — Ah é? E qual é minha mania? — Morder a manga do moletom e a boca. — Minha cor favorita? — Roxo. — Meu doce favorito? — Brigadeiro. — Uma comida que eu não goste? — Purê de batatas, aliás acho que você é a única que não gosta. — Ok! Desisto. — Acertei todas não é? Eu sei tudo sobre você, porque você se tornou meu mundo, o motivo pelo qual eu vivo, pelo qual eu respiro. Eu te amo mais que tudo. Ela sorri, suspira e responde — Idiota, eu te amo mais. ”

—Gordinho, já que me conhece tão bem, me faz um brigadeiro vai ):

“Ventos fortes me abalaram e muita coisa mudou por aqui. Estruturas que eu considerava inabaláveis ruíram, pontes que eu jurava indestrutíveis se desfizeram... Esse temporal destruiu com toda uma vida que eu conhecia, ou pelo menos jurava conhecer.”

Marina (meninadesastrada)

“Passamos dias sem conversar como antes. Você estava estranho , eu estava estranha. Nós não éramos mais os mesmos apaixonados de sempre. A coisa tava ficando repetitiva ,chata, parada. Eu sentia saudade de você. De nós. Mas você não parecia sentir saudade dos velhos tempos em que nós falávamos mais do que '' oi, tudo bem, novidades..'' Deve ter sido por isso que eu cansei de tentar fazer dar certo de novo sozinha. Acho que foi por isso que eu parei de sentir sua falta. Mas isso, nem fez diferença para você né ? ”

(tua-ciumenta)

“E quando chega a noite, o travesseiro dela toma um banho de lágrimas salgadas e tão árdeas que a cada vez que escorrem pelo seu rosto, levam consigo um pouco de sentimento. De dia, sorri pra quem passar, faz brincadeira e apanha. Apanha cada vez que ela o vê seguindo a sua vida, apanha cada vez que toma consciência de que todas as suas tentativas e rezas para que ele sentisse sua falta, falharam. Apanha cada vez que passa por um casal apaixonado e jura que tudo não passa de fachada, pois não sabe mais se acredita no amor. A menina que sempre foi conhecida como a mais clichê da cidade, agora desacredita de todo sentimento existente. Chega em casa depois de um dia escondendo as feridas com sorrisos amarelos, toma um banho e espera que a água que escorre pelo seu corpo leve toda aquela dor já não tão suportável assim, embora. Enxuga-se, põe seu pijama amarrotado e deita-se. Começa então a pensar na época em que ela era feliz e talvez não soubesse disso. E então uma lágrima cai, e outra, e outra. Inevitável. Assim a garota vai vivendo - escondendo sua dor durante o dia e libertando-a durante todas as noites nostálgicas.”

—Porque lembrá-lo dói, mas esquecê-lo arde mais ainda.

“Eu tentei, juro que tentei, me entreguei por inteira, me joguei de cabeça sem olhar para traz. Me arrepender? Jamais. Aprendi com esse amor. Aprendi a me defender, aprendi a dizer não, a chorar em silêncio, a ser fria quando necessário, a não criar expectativas em cima de palavras, a pedir atos e recusar palavras. É, aprendi muito. Mas de certo modo é estranho aprender assim, amando. Logo eu que tinha tanto medo de me apegar, de me entregar, de amar…”

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