Follow posts tagged #linguistica in seconds.
Sign up“La lengua se mueve a lo largo del tiempo en una corriente de su propia hechura. Tiene un curso... Nada es perfectamente estático. Toda palabra, todo elemento gramatical, todo sonido y acento es una configuración lentamente cambiante, moldeada por el curso invisible e impersonal que es la vida de la lengua.”
—Edwuard Sapir~south philly italian linguistics moment here~
apparently south philly italians used to say “i have a woolì for [something]” e.g. “i have a woolie for a cheesesteak”
to me it seems really obvious that it comes from the italian “avere voglia di [qualcosa]” (to have the want/desire for [something])”, woolì being an anglicized corruption of however you say “voglia” in dialect
so yeah if anyone wants to be my sponsor/patron/sugardaddy so i can get a degree in linguistics..
“Il linguista Noam Chomsky ha elaborato la lista delle “10 Strategie della Manipolazione” attraverso i mass media. 1- La strategia della distrazione consiste nel deviare l’attenzione del pubblico dai problemi importanti e dei cambiamenti decisi dalle élites politiche ed economiche, attraverso la tecnica del diluvio o inondazioni di continue distrazioni e di informazioni insignificanti. 2- Creare problemi e poi offrire le soluzioni Si crea un problema, una “situazione” prevista per causare una certa reazione da parte del pubblico, con lo scopo che sia questo il mandante delle misure che si desiderano far accettare. 3- La strategia della gradualità Per far accettare una misura inaccettabile, basta applicarla gradualmente, a contagocce, per anni consecutivi. 4- La strategia del differire Un altro modo per far accettare una decisione impopolare è quella di presentarla come “dolorosa e necessaria”, ottenendo l’accettazione pubblica, nel momento, per un’applicazione futura. 5- Rivolgersi al pubblico come ai bambini Usando discorsi, argomenti, personaggi e una intonazione particolarmente infantile, molte volte vicino alla debolezza, come se lo spettatore fosse una persona di 12, in base alla suggestionabilità, lo spettatore tenderà con certa probabilità ad una risposta o reazione -anche sprovvista di senso critico- come quella di una persona di 12 anni o meno. 6- Usare l’aspetto emotivo molto più della riflessione L'uso del registro emotivo permette di aprire la porta d’accesso all’inconscio per impiantare o iniettare idee, desideri, paure e timori, compulsioni, o indurre comportamenti. 7- Mantenere il pubblico nell'ignoranza e nella mediocrità Far si che il pubblico sia incapace di comprendere le tecnologie ed i metodi usati per il suo controllo e la sua schiavitù. 8- Stimolare il pubblico ad essere compiacente con la mediocrità Ritenere di moda e importanti i valori mediocri che riusciamo a carpire dal mondo sociale esterno. 9- Rafforzare l’auto-colpevolezza Far credere all’individuo che è soltanto lui il colpevole della sua disgrazia, per causa della sua insufficiente intelligenza, delle sue capacità o dei suoi sforzi. 10- Conoscere gli individui meglio di quanto loro stessi si conoscano Grazie alla biologia, la neurobiologia, e la psicologia applicata, il “sistema” ha goduto di una conoscenza avanzata dell’essere umano, sia nella sua forma fisica che psichica.[...] Questo significa che, nella maggior parte dei casi, il sistema esercita un controllo maggiore ed un gran potere sugli individui, maggiore di quello che lo stesso individuo esercita su sé stesso. ”
—http://www.gliitaliani.it/2010/09/le-10-strategie-di-manipolazione-mediatica/“La mia operazione è stata il più delle volte una sottrazione di peso; ho cercato di togliere peso alle figure umane, ora ai corpi celesti, ora alle città; soprattutto ho cercato di togliere peso alla struttura del racconto e al linguaggio”
—Italo Calvino, Lezioni americane
Al di là dell’insegnamento stilistico, a me è sempre piaciuto vedere in questa frase una bella esortazione a non prenderci troppo sul serio.
I probably wouldn't hate linguistics so much if i had actually learnt something... Help?
last year i was really looking forward to taking general linguistics… but my teahcer is terrible, and he completely ruined the course for me. He taught us nothing!! literally nothing! he spent 6 months reading monotonous ppt presentations.
all i ask for are teachers who put my mind to work and make me wonder how can all the incredible amout of bs they are telling me make sence. But no, i couldn’t have that because good teachers are too much to ask, even in college.
and now i have to do this end-of-the-year paper and i have no clue where to start… i don’t have the knowledge necessary to do this, so i’ll probably fail.
if any of you take pity on me, please help.. and send me a message
I need to do research on a difficulty from linguistic competences. ESL with Spanish as L1..
- Prof di linguistica: voi avete visto "Il Signore Degli Anelli"?
- Tutti: sììììììì!
- Prof: ...in inglese, s'intende. Vi ricordate cosa dice [Aragorn], dopo aver visto i segnali dei falò accesi, entrando nel palazzo?
- Il cervello (mio e di molti altri): "ho trovato! bellissimo, bellissimo...facciamo una grigliata!"
“Una volta uno veniva in contromano e io gli ho detto "acefalo!", non idiota, perchè se gli dicevo idiota mi denunciava, invece gli ho detto acefalo e gli ho detto anche che quando avrebbe scoperto cosa significa acefalo si sarebbe reso conto di esserlo... va bè, pausa.”
—Prof. di Linguistica GeneralePensar é falar baixinho
por Francisco Merçon

“Há uma grande distância entre o que se pensa e o que se escreve”, foi mais ou menos o que disse Kafka a um jovem que pretendia tornar-se escritor. Com isso, chamava a atenção do garoto para um fato importante: a linguagem tem sua lei própria, que deve ser conhecida e dominada para que o longo caminho entre a mera impressão e o conhecimento seja reduzido em favor deste último, e a viagem nos conduza, assim, a um lugar seguro. Afinal, para Kafka, as palavras são uma escolha entre a vida e a morte.
Certa vez, conversavam o poeta Mallarmé e o pintor Degas sobre suas respectivas artes. Degas se queixava pelo fato de, ao tentar fazer um poema, não dispor da mesma habilidade que tinha quando se propunha a pintar. Ele ainda afirmava que sua mente era povoada por muitas ideias, mas que estas simplesmente não resultavam num poema. Foi então que Mallarmé respondeu-lhe algo como: “Meu caro Degas, um poema não se faz com ideias, se faz com palavras”.
Além de indicar que a matéria do poema são as palavras, esse episódio, de tom anedótico, envolvendo os dois amigos convida-nos a uma hipótese de reflexão que escapa às crenças do senso comum: a língua antecede logicamente o pensamento. Sem a língua para dar-lhe forma, o pensamento seria – como diria o linguista Ferdinand de Saussure – apenas uma massa amorfa, uma nebulosa. Assim, a dificuldade de Degas descrita há pouco é de uma ordem inversa à que supostamente pensava o pintor: provavelmente eram os seus poemas que não resultavam em boas ideias, uma vez que seria a falta de domínio da linguagem verbal no regime discursivo do poético que impediria o pintor de dar à luz suas ideias. O mesmo não ocorria quando se tratava de empregar a linguagem pictórica.
A hipótese dessa condição fundante da língua é bem antiga. As cosmogonias, de modo alegórico, já a indicavam: “No princípio, Deus criou o céu e a terra. A terra, porém, estava vazia e informe […]. E Deus disse: Exista a luz. E a luz existiu. […] E chamou à luz dia, e às trevas, noite”. Se, no exemplo anterior, eram as ideias que adquiriam existência mediante o uso da linguagem, nesse trecho do Gênesis, o vazio do mundo é preenchido por meio da enunciação divina. Mundo e pensamento sofrem, portanto, a sobredeterminação da linguagem.
Alguém poderia até protestar, afirmando que haveria, anteriormente à língua, uma espécie de linguagem própria ao mundo da percepção. E de fato há. Mas, aí, é uma outra história cujo esboço já seria, por si só, excessivo para o espaço exíguo de um artigo como este.
A língua, de fato, determina o modo como as diferentes culturas dão sentido ao mundo. Algumas línguas, por exemplo, dispõem de duas palavras para estabelecer a distinção da relação consanguínea tio/tia. Enquanto emprega-se o par “Onkel” e “Tante”, no alemão, “tio” e “tia”, no português, “oncle” e “tante”, no francês, e “uncle” e “aunt” no inglês, o sistema linguístico do árabe dispõe de quatro palavras para estabelecer essa mesma relação: uma palavra que significa “irmão da mãe” (khal), uma que significa “irmã da mãe” (khalat), uma outra, que significa “irmão do pai” (a’am), e ainda mais uma, que significa “irmã do pai” (a’amat). Vê-se, portanto, que a distinção da relação consanguínea tio/tia, no árabe, é mais analítica que nas línguas modernas mencionadas. As implicações dessa diferença podem ser facilmente vistas se tentarmos traduzir para o árabe a palavra “tio”, do português, pois teríamos necessariamente que decidir-nos por uma das duas formas nominais disponíveis para tio, ou seja, entre khal (“irmão da mãe”) e a’am (“irmão do pai”).
Devido à importância que a linguagem possui na vida do ser humano, privar-se dela e de sua riqueza, recusando explorá-la continuadamente em seus ilimitados recursos, é ser impedido de dar forma aos pensamentos, aos sentimentos, aos sonhos, à nossa vida interior e exterior. Enfim, é alienar-se num mundo reduzido e à margem da sociedade. Como diz o linguista dinamarquês Louis Hjelmslev, a linguagem é “o último e o mais profundo fundamento da sociedade humana […], o último, indispensável recurso do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e em que o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador”. É, portanto, na linguagem que o homem pode silenciosamente refugiar-se quando tentam privá-lo de seus direitos como cidadão, como frequentemente ocorre nos casos em que o silêncio é imposto pelas mais diversas formas de ditadura. Quem conhece um pouco a história dos judeus pode imaginar o quanto esse povo, por séculos, se recolheu na linguagem por ser destituído de um país que pudesse servir-lhe de moradia.
Não é difícil, também, reconhecer que são poucas as coisas que, ao longo da vida, trazemos conosco, desde o nascimento até a morte. A linguagem é uma delas. Quando crianças, as palavras nos rodeiam confusamente, até que, aos poucos, damos os primeiros balbucios e, enfim, uma palavra brota-nos da boca diante dos pais maravilhados. E assim inicia a aventura humana.
[Para citar este artigo: Merçon, Francisco. Pensar é falar baixinho. Carvalho, Almyr (dir.). A Palavra, Alegre-ES, nº 162, jan. 2011. Coluna Pensar por Escrito, p. 14.]
Listen
An experiment in Code Switching …
You should hear three different accents:
1. My normal accent no filters
2. My White people filter
3. My Latino/POC filter