I was just thinking back to a few weeks ago — actually, I think it was a couple months ago. Wow, time flies — anyway, a while ago, our school had a campus cleanup, where a bunch of students come to school on Saturday and help fix up the school a bit, and god knows our school needs it. So I went, and I had to longboard there cos I woke up and my whole family was gone. Real nice, guys. 

So I put a friend of mine on the front after we had been there the required time to get our extra credit, and we ended up going across the blacktop to the other side of the school.

And one of my friends hands me a broom and says, “Here, go sweep the dirt off the blacktop.” And it was one of those big pushbrooms, with the long handle and the super wide broomy part. You can see where this is going, right? 

I pushed myself all across the blacktop with that thing, Kahuna style! Didn’t get a whole lot of sweeping done, but boy was it fun.

Ahhh, memories.

“Sempre fui um “tanto faz” na vida das pessoas. Eu sempre fui a ultima opção, sempre me deixavam de lado. Nunca fui tratada com prioridade. Existia sempre algo, ou alguém mais importante que eu, e com isso, nunca fui vista como algo necessário na vida de alguém. Por que eu tenho que ser a ultima opção?! Sinceramente, eu me cansei disso, cansei de sempre ser a ultima opção. Cansei de ser sempre esquecida, e de nunca significar nada pra ninguém. Cansei de correr atrás, de me importar demais, de colocar a felicidade dos outros em primeiro lugar. Simplesmente cansei. Vou deixar de ser idiota, e viver minha vida do meu jeito. Antes de ser segunda ou ultima opção de alguém, eu vou ser a MINHA primeira opção. Vou fazer as minhas vontades, vou viver os meus desejos. Definitivamente, vou parar de me importar com pessoas que não merecem nem minuto da minha atenção. Vou deixar a ilusão de ser ingênua e mostrar para o mundo que eu também sei ser fria. Mostrar que a boneca de porcelana cansou de ser usada e deixada de lado. Mostrar que até mesmo meu castelo de cartas pode se fortalecer. Mostrar que com o tempo a doçura se amarga. Eu cansei de todo esse meio-termo, cansei de todo esse vai e vem de pessoas e sentimentos, eu quero coisas concretas, permanentes verdadeiros. Estou precisando de amor próprio, aliás, é o que todo o universo está precisando, se amar mais e o resto que se foda. Estou precisando de uma dose de esquecimento, duas de amor próprio e o resto de felicidade, para ver se esqueço de todo esse sentimento ruim que vaga por aí, preciso deixar de ser isolada e conviver mais, amar o amanhecer, curti o dia como qualquer um faz, preciso ter mais autoestima, preciso melhorar coisas que faltam em mim, não vou dizer que sou uma porcaria neste mundo, não vou, quero mudar esse meu pensamento indesejável. Soluções sei que não irão faltar, basta apenas o meu eu, querer ser feliz. Quando eu dizia que iria mudar totalmente o meu jeito, todo mundo pensava que era blefagem, agora que viram que eu estou completamente mudada, e que ninguém mais está me reconhecendo, todos estão surpresos. Mas é sempre assim, ninguém acredita em mim, todos pensam que eu falo tudo da boca pra fora.. Mas não, eu aprendi a falar e cumprir, pelo ao contrário do que muitas pessoas fazem por aí. Aprendi agora mais do que nunca olhar para mim e a me preocupar comigo mesma, a ser mais atenciosa e preocupada comigo mesma. A fazer as coisas do meu jeito, sem esperar dos outros uma atitude, aprendi a não esperar dos outros coisas que eu sei que nunca irão acontecer, coisas que só hoje vejo o quanto perdi por esperar e confiar nos outros. Ninguém estava preocupado comigo, e não vai ser agora que vão mudar, mas eu sim, mudei e mudei para melhor, para o meu melhor. Mudei para satisfazer a minhas necessidades e para o meu bem, e não para os outros. ”

Gabi, Gi, Kah, Alycia, , Marcelli | Fortalecidas

“Eu sempre fui desse jeito, meio menina, meio mulher. Madura e infantil. Forte e doce, amarga e ácida. Fria e quente. Também sou feita de momentos, adoro a liberdade, mas amo compromisso. Meio bipolar. Minha amplitude do humor é alta, hora está lá em baixo, outra lá em baixo, aí você se prepara. Odeio passar maquiagem, mas amo o resultado que ela dá. Gosto de salto, mas não abandono meu par de tênis. Amo poesia, mas não fico sem prosa. Sou romantismo, sou realismo, mas no fim sou um livro de capa branca esperando alguém se atrever a preencher as minhas lacunas, me moldar, me esculpir, me lapidar. Tanto faz, prosa ou poesia, mas doce seja, por favor [...] Acredite você nunca conseguira me entender, aliás, nem eu consigo. É tanta duvida, é tanta confusão aqui dentro, é tanto desamor e falta de desapego, é excesso de lembranças e falta de sorrisos. É cheio e vazio, é um meio termo total. Não sou como todas as outras meninas que se vê por aí, aliás, não sou como nada – e, por favor, não tente me comprar, comparação é meu ponto fraco. Minha cor preferida não é rosa, não fico sempre com o cabelo arrumado e unhas perfeitas, sou clichê – e muito, sou dramática, mas odeio drama, sou como um pudim de leite condensado doce e frágil, mas acredite, tenho meu lado obscuro, aquele lado que ninguém gostaria de conhecer. Eu sempre fui desse jeito, meio torto, bagunçado, estranho, eu sempre fui assim tão eu. Normalidade não se encaixa comigo, e agora espero que nunca se encaixe. Já fui de ficar me torturando, me criticando por ser desse jeito, mas hoje até que gosto, sou exclusiva, e vamos ser realistas, exclusividade hoje em dia está em extrema falta [...] Sou uma coisa realmente muito complicada de se entender, ora sou meio termo, ora sou 8 ou 80. Vario de humor bem rápido, e isso faz com que as pessoas tenham muita dificuldade de conviver comigo, mas hoje em dia é difícil de se manter bem por 24 horas, pois são tantos problemas, tantos obstáculos que nos colocam sempre para baixo. E lá vou eu sendo cliché novamente, mas o que eu posso fazer se hoje em dia a vida é cliché, e até demais [...] Só sei que realmente sou um preto e branco louco para virar colorido, sou uma rosa delicada que não deixa de ter seus espinhos, sou um enigma que implora para ser desvendado, porém infelizmente ninguém teve paciência ainda." ”

—Até quanto você se arriscaria para desvendar meus mistérios? - Letícia, Kállyta, Michelle (petrificados)
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