Valorize os seus verdadeiros amigos, e fica tranquilo pois os falsos a faculdade vai separar.

Eu não morri...

Muitos de vocês devem estar pensando que eu morri, desapareci, mudei pro Oriente Médio ou fui pra Atlântida… Mas o Blog só está inativo há um longo tempo por causa de quem? Guess what?? (Traduzindo: Adivinha??)

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Escola…

É ela mesmo… No fim de ano fica bem mais apertado para alunos do ensino médio como eu, aí eu estou sem tempo para escrever posts de qualidade. Sem querer desanimar, se você está no oitavo ou nono ano pensando que o ensino médio vai ser mais fácil você pensou muito errado mesmo… Mas o ensino médio é tão importante pois é momento em que você define a sua vida, o seu futuro, escolhe a sua profissão…

Por isso já vou avisando que em agosto de 2012 os posts vão pausar novamente… Mas enquanto isso os posts voltam com tudo no domingo dia 18 de dezembro para voltarmos a falar de tecnologia, videogame, computador e tudo o que está descrito aí em cima, com direito a especial de Natal, ano novo e destinos de férias…

Vejo vocês lá…

Sinto falta.

Sinto falta deles, daqueles que estavam comigo sempre, que gostavam das mesmas coisas que eu e que faziam eu me sentir bem só por estar com eles. Sinto falta da segurança que me passavam, e odeio ter que usar todos esses verbos no passado. Mesmo que ainda estejam comigo, longe ou perto ainda estão aqui, eu posso ouvi-los rindo. Mas sinto falta. Não é a mesma coisa, era tudo tão mais legal com eles. 

É só chegar no Ensino Médio que eu prefiro ir pro Tártaro

“Acordei cedo, como sempre. Bem que queria levantar, tomar banho, tomar o café da manhã, vestir a farda e ir à escola, mas essa fase já passou. É, acabei o ensino médio. Essa noite tive um sonho, ou melhor, um pesadelo. Vi todos aqueles amigos e colegas misturados indo embora numa pista de mão única. Não havia volta, para nenhum deles. E eu ficava só parada olhando, e dizia "até mais!". Eu dizia até mais para não dizer adeus. Por que eu sei que sim, para muitos deles é um adeus agora, para outros um adeus daqui a dois meses, e para outros, os mais chegados, daqui a algum tempo. Mas para todos é um adeus. O que sobrou de todas aquelas pessoas com as quais eu convivi em três anos, todos os dias da semana, o dia inteiro foram lembranças. Todos os sorrisos compartilhados, todas as coreografias loucas que ensaiamos, todas as paródias que cantamos ficaram só na lembrança. E lá, no coração. Todos aqueles que fizeram trabalhos escolares comigo, que me viram apresentar os meus trabalhos, que foram à festas comigo, que participaram de projetos extra-classe junto a mim estavam agora de costas. Depois do abraço, das lágrimas e da algazarra final, nos separamos. Cada um voltou com os mesmos pés que vieram. E de lá, só o que pude trazer foram lembranças. Pude resgatar também um pouco da essência de cada um deles. Existe em minha personalidade um pouquinho de um, outro pouco de outro. Aprendi com vocês a não chorar por quem não merece; que suas amigas vão chorar contigo se estiveres triste; aprendi e ensinei que uma amizade pode sim ser construída no nível mais alto de sinceridade, sem ressentimento algum pelas palavras ditas; aprendi que um amigo faz de tudo pra pôr de volta o seu sorriso no rosto; aprendi que nem sempre quem ama diz. Quem ama mostra; aprendi que ao cair, o bom mesmo é aproveitar a situação e sorrir muito... Agradeço a vocês por tudo, meus companheiros de classe. E também àqueles meus amigos que nunca foram da mesma sala que eu e isso não nos impediu de criar laços fortes de amizade. Etudo que eu posso dizer agora a vocês é sejam felizes, por que é a única coisa que eu posso oferecer sem medo de não poder cumprir. Vão com Deus.”


Vão com Deus, Tayene Moura

- Esse aqui fez história… Fiz pra minha turma de 3° ano no fim do ano passado. Saudades do ensino médio :/

“Eu te encontrei naquele lugar, naquele horário. Você lá, daquele jeito, com aquela roupa, com aquele seu estilo despreocupado de tudo, com aquele sorriso lindo de menina meiga. Da primeira vez eu cheguei lá, eu estava fazendo o que eu deveria fazer, na minha singela rotina. Então você veio com uma dúvida. Eu te ajudei. E a gente ficou trocando olhares e olhares... Perdemo-nos nessa brincadeira deliciosa. Na semana seguinte, não fui mais com o sentimento de rotina, mas sim com a esperança de te ver. E você lá, conversando com suas amigas. Eu ia fazer o que deveria, mas esperando você. E você foi. Eu tirava a sua dúvida e a gente brincava mais uma vez de trocar olhares. Na outra semana, a brincadeira foi mais séria: trocamos nossos números de celular e marcamos algo bem casual. E nesse algo bem casual a gente se amassou todo. Você fez isso com a maior naturalidade, enquanto eu me entregava inteiro. Fui tolo o suficiente e me apaixonei. E, depois de um mês, entendi que não tínhamos nada a ver um com o outro. Nada mesmo. Você não fez questão de mim, então engoli e encarei tudo como se fosse um fim. E foi um fim. Mas, depois alguns meses, nós nos encontramos de novo. No mesmo lugar (aquele colégio de Ensino Médio o qual eu era monitor), no mesmo horário. Você lá, do mesmo jeito, com a mesma roupa, com o mesmo estilo despreocupado de tudo, com um sorriso lindo de menina voraz. E eu cheguei lá, fazendo o que eu deveria fazer, na minha mesma e singela rotina. Então você veio com uma dúvida. Eu te ajudei. E a gente ficou trocando olhares e olhares... Perdemo-nos mais uma vez naquela brincadeira deliciosa. E porque eu insisti nessa brincadeira? Não sei. Aliás, nem sei se fui eu quem começou. Mas o que importa é que eu já sei o que vai acontecer: eu vou me apaixonar de novo por você, entregar-me-ei inteiro mais uma vez e não sei se arrependerei de algo.”

Porque, mesmo sóbrio, você me deixa alcoolizado. E isso me faz um bem danado. Rascunhador de palavras.
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