“Ela sabe que você é o problema que ela nunca vai conseguir resolver, mas, ela continua, porque no fundo acredita em você, e você sabe que ela é a única que compreende teu mau humor, tua ressaca contínua, tuas desculpas esfarrapadas, as explicações sem nexo em relação as tuas idas, mas, ambos sabem que as vindas estão relacionadas a ela. Você principalmente. Tu entende que nenhuma garota sorri como ela, a verdade é que ela sorri estranho demais para alguém fazer igual, e nada que essas garotas possam fazer na cama, vai comparar ao que vocês dois não fazem na cama. No fundo, você sabe que são as diferenças dela que fazem todo o sentido nesse teu mundo meio fora do ar. Depois de tudo, ela é a única que te confunde, ela é a única que te levanta, ela é a única que vai te atender às 3 da manhã, só para ouvir como tu é um canalha, e mesmo que você não lembre o que disse a ela na noite passada, ela vai lembrar, ela vai entender, ela vai perdoar, porque, ela é única demais pra você, ela é mulher demais em comparação as outras menininhas que tu pega. ”

Orquestrando.

“Não dá mais. Acabou, foi embora, se tornou passado. Aqueles momentos rotineiros viraram lembranças e as pessoas com quem convivíamos se tornaram saudade, algumas fotografias, e uma vontade enorme, de voltar no tempo e fazer tudo diferente.”

Brenda R. (eterna-princesa)

“Isso não é sobre você, nem sobre nós, é algo restritamente voltado a mim. Algo que eu sinto, algo que eu quero. Já parou para pensar que tudo que eu sempre fiz, até agora é pensando em você? Josh, responda-me quando foi que eu te disse não? Tudo que eu já fiz, foi por nós. Sempre tudo que eu queria, todo o meu futuro envolvia você. Eu só estou tentando ser algo diferente agora, algo que não envolve você. É tarde, é estranho e complicado. É como fazer uma tatuagem e querer tirá-la da pele sem doer, é como desejar algo tanto que quando se tem não se sabe lidar. Você é algo difícil de lidar, não é sempre certo, nem concreto. Você é tão abstrato como o amor que sente, é tão intocável como o ar que respira. Entende o que eu quero dizer? Não existe um mundo onde Josh não seja o centro. E você só reparou que me amava, porque eu deixei você. Josh, isso é grave. Não quero que você me ame apenas por sentir minha falta. Não quero metade de você, nem conclusões emendadas em papéis rabiscados. Não são cartas, nem depoimentos, são pedaços do meu coração, meu amor escrito em palavras. Já imaginou como me sinto depois de você sempre questionar, o porquê de eu sempre ficar de cara feia depois das brigas? Por que mesmo que você estivesse errado, a culpada de tudo sempre fui eu. Só estou cansada de um relacionamento que pende para um lado da balança. Quero ser o centro, o meio e o redor de tudo. Quero você ao meu lado em todas as possibilidades e tentativas, quero ser algo maior do que você suporta e simultaneamente ajuda-lo a me sustentar. Quero ser teu apoio, seu refúgio... Quero apenas te mostrar que não existe uma única pessoa na relação; é algo maior e mais poderoso. É apenas amor, amor, amor e isso não muda. Mesmo quando as coisas dentro do meu peito estejam machucadas ainda sentem a sua presença. Ainda consigo imaginar meu futuro ao seu lado. Mas agora, agora é difícil imaginar-me continuando com tudo isso. Josh perdoa-me, mas eu abro mão de tudo isso. Abro mão de você.”

Josh e Ava

No puedo de dejar de pensar...

Este es uno más de mis dilemas existenciales.

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Ilusão mesmo é dizer para uma baixinha que ela tá enorme.

Distancia, uma palavra tão comum, mas com uma dor enorme.

Seu quadril, tão grande quanto a sua fome

kenzy.

“O que a gente achava disso no início? Paixonite do colégio que talvez nem desse futuro algum. Mas era bonito sabe? E mesmo que não desse futuro era bem mais que paixonite. Eu amei ele, ele também amou eu, mesmo que no comecinho eu jurasse de pé junto pra quem quisesse ouvir que eu não ia gostar dele. Eu jurava e não tinha mesmo vontade de gostar logo dele, guri mais metido e besta que se pode imaginar. E ele insistia mas achava que nunca viraria esse amor que virou. A gente não imaginou mesmo. E bah, que clichê, mas é. Porque eu gostei dele e ele do meu perfume, do cabelo, da risada. Ele me acha divertida mas eu juro que é totalmente ao contrário. Ele disse que não teve como não gostar de mim. Acho incrível isso. Eu é que não tive outra saída se não acabar gostando dele e do cabelo bagunçado, do telefonemas de madrugada, dos abraços no meio do corredor. Eu gostei também de Eric Clapton depois que ele me contou que Wonderful Tonight era a nossa cara. Passou a ser a nossa música. E eu passei a curtir demais mesmo Eric Clapton e antes eu nem sabia quem era o cara. E eu sou complicada demais e ele sabe mas diz que gosta mas nem se imaginava tendo tanta paciência com alguém. E eu gosto quando ele me chama por um apelido mas digo que ele me quebra por dentro assim. Ele me quebra de tantos jeitos, me conserta de tantos jeitos. E eu sei que quebro ele quando deixo a voz falhar do outro lado da linha até desligar o telefone. A gente se quebra o tempo todo mas é que tem jeito não. E depois de bater a porta e dizer que não volta, depois de ficar um dia e meio sem se falar eu passei a chorar ouvindo Wonderful Tonight. Mas depois sei lá né? A gente sempre volta. Mesmo dizendo que não volta mais, que se odeia, a gente volta e a gente se ama, é claro que sim. Mesmo sendo tão complicados. E fica até meloso contar ou escrever porque ninguém entende a beleza disso. Eu jurava que não ia gostar dele nem do Eric Clapton e ele nunca se imaginou sendo tão paciente e sentindo saudade de uma voz bonitinha (eu não acho que a minha é, mas ele sim). A gente nem imaginava. Era só paixonite de colégio. Mas foi além, ficou bonito. Eu choro com a nossa música, ele bate a porta e a gente se quebra nisso. E tem briga, abraço, telefonema as 3h08 da manhã, tem a gente olhando as estrelas junto, amasso no sofá, saudade no fim de semana, saudade no meio da semana, tem a gente dividindo batata frita e ainda jurando que se não fosse por sabe-se lá o que a gente nunca ia gostar um do outro. Mas a gente gosta. E a gente volta. E se pertence, se ajeita, é um casal meloso, casal nada a ver. E era pra ser só paixonite de colégio. Quem disse? A gente ouve a nossa música e olha as estrelas e se curte tanto e pede baixinho pra não acabar tão cedo. ”

Clichê demais, eu sei, mas não tem jeito, a gente se curte demais também. Ana Luiza
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