“Podemos estar longe mas eu espero que sempre saiba: Você estará comigo onde quer que eu vá.”

Miley Cyrus. 

“Eu não sei de tudo à cerca dela. A vida é um sopro: ou você a vive, a faz vida ou ela te engole. E no fim, que pode ser até mesmo o dito “agora”, um sopro não te salva. A vida pode ser apenas um cárcere ao qual nos mesmo nos insistimos em ficar presos, mas ainda assim livres; livres, mas ainda assim presos. Insistir em não enxergar a dimensão de um sopro é respirar sem entender a amplitude do esforço de permanecer vivo. Não ver as nuances do amarelo quando somos atingidos pela luminosidade do sol a pino. Limitarmos em viver por horas e anos a fio sem se quer entender o segundo, o momento da escolha, do ir ou deixar ficar. É a tentativa sempre frustrante de racionalizar o sentimento que existe sem dimensão e sem tempo. Não se mede o amor, não se destaca o desejo sobre lamparinas flutuantes. Nem mesmo o sofrimento e a solidão podem ser vistos no palco da ilusão. São eles todos os lamentos, momentos sem fim em um único instante inacabado. E mesmo sem entendermos podemos sentir o sopro em seu momento exato de esforço, no ato certo da busca pela liberdade do nosso próprio sentir. E mesmo a ele presos não nos sufocamos por falta de ar, nos ampliamos na restrição imaginária do controle da vida. Mas agora e sem nenhuma pretensão prendo a respiração, encarcero o sopro, arregalo os olhos, o quero só pra mim. A vida ali contida na dimensão exata do meu desejo. Indecifrável, indefinida, agarrada por um fio na tentativa insolente de me entender ou entender ela. Ela não, eu não sei quase nada à cerca dela. ”

A vida é um sopro, Carol Souza e Elisa Bartlett.

“Mas o passado já se foi, temos que continuar em frente. Sou muito grata pelos momentos, tão contente de ter te conhecido. Os momentos que passamos, eu vou guardar como fotos e vou prendê-lo em meu coração para sempre. Eu sempre me lembrarei de você.”

Miley Cyrus.
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