“-Amor pega água pra mim?
-Não sua folgada, vai lá e pega.
-Por favor amor de minha vida.
-To jogando, levanta e pega.
-Chato.
-Folgada.
-Idiota.
-Besta.
-Grosso.
-Gorda.
-Gorda não poxa, tá pegando pesado.
-Única coisa pesada aqui é você.
-Amor você esta me magoando.
-E você não está deixando eu jogar.
-Que porra, tudo esse jogo.
Ela busca sua água, volta e senta no sofá ao lado o encarando com a cara emburrada, ele desliga o video-game vai atá ela e tenta beija-la.
-Sai fora idiota.
-Amor me dá um beijo.
-Pede seu jogo.
-Ciúmes do jogo??
-Sai.
-Você ficou com raiva?
-Sai.
Ele vira as costas e sai andando.
-VOCÊ É UM IDIOTA MESMO - ela grita
Ele volta a pega no colo e ela grita, ele a leva ate o quarto a coloca na cama e a beija, beija seu pescoço, beija seu queixo e vai deslisando pelo seu corpo...
-Para, eu estou com raiva.
-E eu estou fazendo as pazes
-Mas...
-Mas nada, cala a boca e me beija.
Ela se entrega para ele, esquece a raiva, esquece o mundo.
- Amor.
- Oi princesa.
- Pega água pra mim?
- Vai lá e pega.
- Seu chato.
- Sua gorda.
- Vai começar de novo?
- Se as pazes forem sempre assim... ”
—Eles se brigavam, se batiam, se estranhavam, mas no final sempre se amavam.