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“Eu nunca o ouvi gritar. Tem noção de como é isso? Há vezes que eu desejo apenas sacudir seus ombros, jogar sua coleção de CDs favorita pelo ralo, puxar seus cabelos para ver se, assim, eu consigo alguma reação. Mas não. Ele não se deixa levar pelo calor do momento – e isso, muito mais do que punhos e murros, me apavora. Porque ele não sente medo de nada, nunca é levado pelo desespero. Duvido até que saiba o que é isso. Eu quero lhe tocar, quero que ele passe na rua e sinta meu cheio. Só que o garoto é feito de aço, ferro. Sei lá. Possui um cérebro extra onde a maior parte das pessoas tem um coração. É notável a maneira como costuma apenas sorrir com a desgraça alheia, por pensar que isso nunca vai lhe acontecer. Ele se acha tão importante, tão independente, que pensa que jamais vai precisar de ninguém. Nega qualquer ombro amigo, como se só ele se soubesse. Ele não acredita no amor. E, por isso, eu não posso acreditar nele.”

Ana F.

just

the idea of sam and dean bundling cas back up and taking him to the bunker and tucking him into bed and he just sleeps and sleeps and sleeps for days

they take turns looking in on him and pressing their hands to his forehead to see if he’s sick 

til one morning sam’s up early, really early, and when he wanders into the kitchen it smells like coffee and cas is up already in sweats and a big t-shirt just sitting at the table drinking his coffee black, so hot it’s scalding, and he says “coffee’s on” so sam silently gets a cup and sits down with him 

and finally sam says “you can be human, cas, you’ve been doing it for years but you just didn’t know it”

cas smiles a little into his mug and they sit there drinking their coffee together

and they both know it’s going to be okay

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