Não, ele não é meu namorado, nem ficante, nem amante, nem lanchinho, noivo e muito menos futuro marido. Ele é o meu melhor amigo. Parem de inventar história! amigos também dizem ”eu te amo” e existem sim, amizades verdadeiras entre menino e menina. Não é porque somos do sexo oposto e nos amamos que temos que ter uma relação além da amizade. Pois é, ele é o maior amor da minha vida. Por que a amizade sim, é o maior dos amores.
Tirado daqui: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=111120919
Individualismo
O índice Individualismo é referente à intensidade do vínculo de uma pessoa a um grupo ou comunidade.
Um alto índice de Individualismo numa sociedade sinaliza a falta de conexão entre as pessoas, assim como baixo compartilhamento de responsabilidades, além da família e do círculo de amigos íntimos.
Um baixo índice de Individualismo, por sua vez, sinaliza a presença de forte coesão entre grupos sociais, e um grande respeito e lealdado pelos membros do grupo. O grupo é maior que o indivíduo, e as pessoas tendem a sentir-se responsáveis pelo bem-estar geral.
Abaixo, segue uma tabela com características e dicas sobre como lidar com ambos os índices:
Características – Alto Individualismo
Valorização do tempo das pessoas e necessidade de liberdade
Desfruto de desafios e busca de recompensa pelo trabalho duro
Respeito à privacidade
Dicas
Reconhecer talentos individuais
Não perguntar a outras pessoas sobre assuntos pessoais
Encorajar debates e expressão das próprias idéias
Características – Baixo Individualismo
Enfatizar na construção e desenvolvimento de competências sobre algo
Trabalhar por recompensas intrínsecas
Valorização da harmonia
Dicas
Demonstrar respeito pela igualdade e experiência de vida
Inibir sentimentos e emoções em prol do trabalho em grupo
Respeitar às tradições e introduzir mudanças lentamente
SOBRE A ILUSÃO DA COMUNIDADE OU O QUE SE TRANSMITE NA ARTE NOTA SOBRE A DOCUMENTA 12
“Após um acidente aéreo sem sobreviventes, circularam na internet fotos pretensamente tiradas por um dos passageiros. O cartão de memória da câmera digital teria sido encontrado entre os destroços do avião. As imagens são impressionantes, claro, e só podemos supor que sejam autênticas. De dentro da cabine partida ao meio, vê-se em uma das fotos o céu azul onde um homem flutua. Em primeiro plano, uma mulher olha para frente estarrecida, uma máscara de oxigênio sobre a boca; o homem ao lado tem o rosto semicoberto de sangue. As imagens têm algo de escandalosamente banal, elas passam uma espécie de calma terrível. No cinema, uma imagem dessas seria muito mais, digamos, movimentada: som de catástrofe, gritos, cortes violentos. Já a foto é real – e não realista – e nisso ganha uma estranha placidez, ela não se entrega facilmente ao espetáculo, parece, ao contrário, obscena, quase tabu. Ela nos convoca a antecipar um segundo apenas, um segundo definitivo, o instante imediatamente antes de nossa morte. O que faria alguém, no breve tempo que dura a queda de um avião, sacar sua câmera para fotografar isso de que é impossível escapar, isso que não se deixa mais distanciar, tal situação-limite de angústia?”[Leia o artigo completo de Tania Rivera clicando no link abaixo]
via polemica.uerj.br





