I appreciate couples

  • who maintain their individual identities while being in a relationship
  • who don’t make me feel like a third wheel when I spend time with them
  • whose relationship does not make me wanna gag or cringe 
  • who don’t shove their love down everyone’s throats
  • whose relationship makes me want one of my own

But that’s just me. I respect to love in all forms and expressions but I’ve found that the above are rare, especially the last one. 

“Não se preocupe, eu ficarei bem.”

Ficarei bem.

“Catarina, não há nada de ruim em amar. Tu sabes que o tempo é invertido na ampulheta do destino, ora vem bom, ora vem ruim. Mas o que importa é a felicidade no coração e o querer bem do seu parceiro. Ora Catarina, corações se partem todos os dias, são emendados de alguma forma estranha, da qual ninguém sabe como fazem essa proeza tão grande. Te cala um momento e escuta o vento que diz pra não parar de se deixar levar a todo lugar que se deseja ir, e pule, dance, corra, chore e faça mil e uma coisas diferentes nesse meio tempo que nos resta de vida boa. Poderemos um dia enfim conhecer o horizonte que se esconde nesse mundo aberto e estranho, caçar vaga-lumes, brincar ao entardecer e enfim amar. O que importa a maneira de amar Catarina? Todos amam do jeito de se cabe no peito e vai brotando até surgir lindo e forte, e não se deixar morrer com as pancadas do mal gosto. Nada impede a mente quando se quer viajar e encontrar o que é perfeito, sabes bem do que falo meu bem. Abandone tudo de lado e vamos vadiar com a vida, antes que ela nos engula e nos cuspa.”

Euclides  Queiroz, O Menestrel 

me: mom can I have $40

my mom: for what

me: ….

my mom: …..

me: …..

my mom: …..

me: …..

my mom: don’t tell me it’s for another concert

me: …..

my mom: …..

me: maybe

“If you wanna be a writer, you don't have to drink. That's not necessary. You just have to hate yourself and usually that comes with drinking.”

—Dan Harmon

“E se me tirarem o amor eu fico nua. Despida de alma, perdida na minha própria incerteza. Passaria os dias olhando para o nada, querendo ser parte dele, querendo me esvair. Eu seria tão frágil quanto as flores. O que seria de mim? O que seria de mim sem a cobiça constante pelo teu par de olhos? Eu não seria nada. Sei bem que escolhi viver em meus desastres, mas não me tirem o amor. Sem ele a dor se vai, mas eu vou junto. E eu não quero me perder, não mais. Já me perdi em teus braços e me encontrar foi difícil. Foi doloroso ter que me engolir depois de sentir o teu gosto. Tão doce e único. Eu aprendi a viver com essa dor, ela faz parte de mim, mas sem amor eu não sei. Sem amor eu encolho, eu derreto. Eu deixo de ser tudo o que sou, eu fico morta.”

—Conchavo. 
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