vestimenta

always trust the injustice 'cause it's not going away || james x daisy

A animação que espalhava-se pelo castelo era tamanha que conseguia contagiar qualquer um, e ainda por um mesmo motivo: Era noite de quadribol, Sonserina contra Corvinal. Era o primeiro jogo que se realizava depois dos feriados, e todos já estavam cansados de esperar pelo evento. Apostas eram feitas, brincadeiras e intrigas realizadas. Os corredores encontravam-se cheios de estudantes ansioso em rumo ao campo, e Daisy encontrava-se entre eles, mas com um diferente destino em mente. Estava num estado de espírito semelhante, animada e confiante, podendo ser apenas mais uma prestes a assistir a partida, mas ainda assim recebia alguns olhares curiosos pelas suas vestimentas. Roupas justas, calça e blusa inteiramente pretas, que a cobriam completamente pela gola alta e mangas compridas. O único contraste era seu cabelo, preso a um firme rabo de cavalo. Vestira-se de tal maneira com o intuito de não chamar atenção, o que de fato quase conseguia, se não fosse por seu olhar tão determinado. Contudo, não importava, ninguém a questionava e isso era o suficiente.

Por sorte, a cozinha não era tão distante do Salão Comunal da Lufa-Lufa, ambos sob o Salão Principal, então não fora preciso caminhar entre os outros alunos por muito tempo. O corredor encontrava-se vazio, e a medida que os minutos passavam, as vozes distantes de outros lufanos começavam a se dissipar.  Fora ali que combinara de se encontrar com James Potter, em frente ao quadro da tigela de frutas, quando o jogo estivesse próximo de começar. Apesar de ser mais uma das adoradoras de quadribol, a ruiva não importava-se de perder um jogo, sua missão importava mais, afinal. A impaciência já começava a abatê-la quando ouviu o barulho de passos distantes, porém, suaves. Rapidamente escondeu-se atrás de uma das armaduras que encontravam-se ali, torcendo que não fosse vista antes da própria descobrir de quem se tratava. Provavelmente Potter, claro, mas poderia muito bem não ser, e a última coisa que precisava era de um empecilho tão bobo como deparar-se com Filch ou algum professor.

Women in Huipiles Mexico by Teyacapan on Flickr.

Via Flickr:
This older postcard was taken outside the church of the Virgen de Soledad in the city of Oaxaca. The models are wearing huipiles typical of the north of the state of Oaxaca. The model on the right wears a gala red Chinantec huipil from Ojitlan and the model at left wears a Mazatec huipil, probably from Jalapa de Diaz.

No soy especial, mi nombre es normal, mis ojos son de un color irrelevante, mi piel no es tan hermosa, mi sonrisa es triste, no vivo en un lugar elegante, soy insegura, mi vestimenta no es cara, mis ojos lloran mucho, soy sensible, como mucho, no hago ejercicio, me pierdo en los libros, mis labios no son lisos, mi cara no es bella, mi cuerpo es disparejo, mi cabeza es un lió, mi cabello es feo, soy distraída, lejana, solitaria, tonta, soñadora y un sin fin de cosas más, pero lo importante es que nadie en la faz de la tierra te querrá como yo.

Ed Pérez.

Admítelo. Tú no eres como ellos. Ni si quiera estás cerca de serlo. Ocasionalmente, puedes vestirte como uno de ellos, ver los mismos programas de televisión sin sentido como lo hacen ellos, incluso tal vez comer la misma comida rápida a veces. Pero parece que cuanto más tratas de encajar, más te sientes como un completo desconocido.
—  Timothy Leary