vandr

E tem como deletar um passado de sentimentos queimados e viver um presente de sorrisos adocicados? Há como esquecer as dores de um coração partido e tentar reconstruí-lo? Não são perguntas de longo argumento, são de simples respostas, aquelas agoniantes e rápidas, as de sim e não. Mas são difíceis de responder, ainda não foi comprovado se é possível esquecer o passado, há não ser que tenha mal de Alzheimer, mas isso não está nos planos. Ouvi dizer por ai que “Não tem como consertar o que já se quebrou “ com o coração é assim, não há fitas que grudem os pedaços uns nos outros, não há cola que o renove, e não tempo que não o cicatrize. Com longas costuras e remendos, parece até um jeans surrado guardado há séculos em meu guarda roupas, aquele que nem de longe aparenta estar em bom estado, com suas mágoas escondidas atrás de sorrisos, e baldes de lágrimas inundando seu interior. E não tens jeito, não tem como jogar na mão do destino e deixar que ele resolva, e não dá para se mostrar fraca diante dos sentimentos, ou enfrentas ou os deixa derrotar. E tendes de usar este, mesmo surrado e cheio de remendos, ele é teu, ele é único, não dá para trocar, talvez reparar. Lembranças de maneira alguma dão para se esquecer, fique apenas com as boas, as ruins tente deixá-las em um canto sombrio e de difícil acesso. Faça para ti uma caixinha mágica, bem pequenina, revista com um pano preto e fitas cinza, dentro dela guarde as memórias ruins, o que te faz inundar os olhos com gotas de tristeza, guarde lá tudo de ruim que um dia serviu para se tornar essa moça tão bela e valente. Por mais que a vida esteja cheia de coisas ruins, elas uns dias serviram para teu estado de maturação, sorria para vida com esse teu coração remendado, solte gargalhadas, por que de tristezas o mundo já está cheio. - Refugiadas and Frio-de-paris

Entraram assim de mansinho em mim. Tamparam meus olhos, sufocaram qualquer chance de eu perceber o que me acontecia. Bandidos. Reviraram meu coração, envenenaram-me com suas mentiras, convenceram-me com suas promessas tolas. Não, tola fui eu que acreditei. Deixei que me levassem de mim mesma, me arrastassem pela minha própria vida. Deixei que escolhessem por mim. Obriguei a mim mesma a acreditar quando diziam que estava tudo bem. Mexeram com meu interior, destruíram todos os meus sonhos. Nem eu sei mais se sobrou algo aqui dentro que possa ser aproveitado. Agora só me restaram essas recordações frustradas. Eu, você, nós… Isso nunca existiu. Ladrões de almas chegam e acabam com tudo que tem de importante pra você. Eu fui tão imbecil em acreditar naquelas palavras melosas, naqueles sorrisos que sempre enchiam meus olhos de lagrimas. É, lagrimas que logo mais se transformariam em um tsunami de medos, algo que parecia lavar um pouco a dor que existia dentro de mim.  Deveria prestar atenção do rumo que tudo tomava, mas nada fiz, fui plateia na minha própria vida, enquanto sorriam e davam-me olhares lustrosos encarnados e carregados de mentiras e enganações, mas deixei-me levar pela face embelezada e pelas mentiras ditas ao fundo dos olhos, restaram apenas coisas desnecessárias, ainda respiro. Roubaram-me na cara limpa e alma suja, um furto premeditado, ganhando-me aos poucos, a cada troca de palavras era um furto rápido e generoso que eu nem sequer havia notado. Remendo-me aos pouquinhos, denuncio a crueldade feita por mim mesma. Havia de ser um choque de realidade, uma sacudida forte para acordar, para prestar atenção em quem confio e quem desejo. Sacudiu meu mundo, tomei meu foco. “Há males que vem para o bem.” - Refugiadas and melancolica-mente

Information Literacy in the Real World - why a face is better than a framework

image

As part of my MA in Digital Technology, Communication and Education I’ve produced a podcast looking at a couple of different of views of Information Literacy in the real world.

It’s important that the standards we use to direct Information Literacy are flexible enough to survive in real world conditions, to this end we must ask: how much can we afford to shave off our standards, and what can we learn by looking frankly at information use in the real world?

The papers up for consideration are: Carmel O’Sullivan’s Is information literacy relevant in the real world? and White and Le Cornu’s Visitors and Residents: A new typology for online engagement. The Visitors and Residents paper has spawned additional research in both the UK and the US in the form of a joint JISC/ OCLC project, so you might also want to check out David White’s blogpost on The Learning Black Market. As a theoretical framework, I refer to Christine Bruce’s Seven Faces of Information Literacy model.

There are a few slides to browse with the podcast, and a transcript, although I do try to tone down the Scots accent! 

Image credit: Rachel Marsh for libatcam via flickr. All rights reserved.

Meu querido. Tô cansada. Amargurada pra falar a verdade. É que não aguento mais. Cansei de me ver em lágrimas cada vez que penso que você pode estar lá com ela. Lembro-me muito bem quando você me fez acreditar que poderíamos dar certo. Você me mandava mensagens bonitas e me chamava de todas as formas fofas e apaixonantes que existem. Me fazia sorrir cada vez que eu estava triste, me fazia palhaçadas e dizia que eu te divertia. Me fazia feliz. Me deixava a desejar mais. Tu realmente conseguias me trazer uma imensa segurança. Dizia eu ser a única, a mais importante. Só que, hoje você o motivo da minha tristeza, da minha monotonia. Você se afastou e nem ao menos me disse o por quê. Dormi, ao abrir os olhos me deparei com você cada vez mais longe. Por que? Porque fez isso? Por que se afastou? Quero respostas, quero certezas. Chega de sempre ser a machucada. Cadê o tal menino tão apaixonado? Ah é, lembrei-me está com um rabo de saia. Uma sirigaita que até me enoja só de imaginar que ela tomou meu “lugar”. Sinceramente, você mudou muito. Mudou e do dia pra noite, só não entendi o motivo. Tu sempre dizias que eu era o amor de sua vida. Dizia também que eu era a única de teu coração e que nosso futuro iria ser perfeito por apenas estarmos juntos. Ai, como fui idiota. Eu acreditei em você, tapei meus ouvidos e deixei de ouvir o mundo para escutar somente a ti. Acreditei em todas as lindas mentiras que você um dia ousou a me contar. Pensei por um instante que tu eras diferente. Você sempre mostrou ser. Mas vejo que além de mentiras, tu usavas máscaras. Umas bem sinistras que davam até para esconder todo essa falsidade que carregas dentro de você… Enquanto eu chorava, você ria… Incrível. Ei, sabe, parei para pensar e sabe o que você merece? Uma guria bem cretina, daquelas que te curta por uma ou duas noites ou só por algumas horas. Daquelas que te desejem uma noite excelente, mas não contigo. Sabe aquelas que dizem um “Eu te amo” da boca pra fora? Então, tu merece uma assim, bem vadia que te faça cansar de correr atrás. Quando você achar uma dessas vai querer voltar pra mim, e quem irá rir dessa vez, não será você, disso tu tenha certeza. Ressaltando quem quem sairá machucado, será você meu querido. Refugiadas e Surmonte-r

Estranho mesmo é se sentir feliz mesmo depois de tantos tombos. Depois de ter aguentando tantos problemas sozinha e ter carregado tudo isso nas costas como um fardo; depois de lutar por algo que nunca mereceu um aceno teu de bom dia, um sorriso teu de bons sonhos. Não é que tudo seja loucura, talvez um pouco mas não a tal nível adulterado e sem fundamentos para explicar reações causadoras por uma pessoa tão ingênua quanto a você, não. Mas é que tudo soa como loucura, loucura minha entende?! É que mesmo depois de tantos castigos, mesmo com o coração surrado e estraçalhado eu permaneço aqui, firme e forte. É como se eu já tivesse me acostumado a apanhar todos os dias, a chorar todas as noites, a me culpar por algo que nem fiz […] estupidez. É como se eu já tivesse me conformado com as inseguranças e medos. Todavia, sutilmente eu continuo a trilhar sem rumo, na esperança de que tudo vai mudar para mim, que tudo isso vai desaparecer e por alguns momentos eu realmente acreditar de que há um sorriso explanador de felicidade por aqui. Então assim gostaria de me entregar o prêmio da pessoa mais forte que já vira por essa vida maluca, o prêmio da pessoa que mesmo com os teus anseios do dia-a-dia, com os amedrontamentos do amor pouco correspondido, continua aqui com o sorriso estampado e atrapalhado no rosto, repetindo em pensamentos que tudo vai ficar bem… que tudo virá a ficar bem.  E muitos ainda acreditam em tudo isso quando eu digo que sou firme e forte. Mas talvez eu seja firme e forte mesmo, carrego um dor enorme no peito e feridas, e mesmo com isso eu dou enormes sorrisos, para mim realmente isso é ser forte. Sou até estranha, quero que todos que eu amo fiquem melhores do que eu, sou o tipo de menina que adora ajudar os outros e de tanto ajudar os outros e pensar que fariam o mesmo por mim acabo sempre nessa solidão sem fim e um tanto obscura. Mas eu acho que essa minha armadura acaba fazendo com que as pessoas pensem que sou a pessoa que não liga para ninguém e que aguenta tudo numa boa, mas elas estão erradas, muito erradas, pois eu realmente importo com todos e não aguento nada  choro, choro muito, e contudo só aumenta as cicatrizes que são impossíveis de fechá-las. Não sei mais o que fazer, e nem mais para onde fugir, pois colo de amiga não tenho  mais, as vezes um ou outro que passa aqui na porta de casa, mas nenhum que se instalou de vez e que com certeza permanecerá até o infinito. -  Refugiadas e Desvairar-me

My Brithday presents, my friends are at the 🔝 #brithday #presents #23 #friends #top #best #clothes #bwgh #lomography #usbstarwars #stromtrooper #perfume #egoïsteplatinium #chanel #spicebomb #VandR #ViktorandRolf #cap #carhartt #thekooples #bag #sportbag #brithdayparty #funny #love #tbt #me #instagood #instapic #instamood #followme #follow #gay #gaybeard #badboy #instagay #instame

From our European backpacking adventures over the summer. This one is of a waterfall in the Scottish highlands, and has been the background of my Macbook for months. The warm weather today has me missing R and these travels and itching for more.

<3, V