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Set Fantasy

Earring and bracelet in this set. Available in 5 colors asorted.
Available on Sims Artists and my TSR page (29/11)

Thanks for the like, reblog and feedback !I really appreciate it since i had a LOT of fail in my mesh and project for the last mont  TT

Credit hair : 1 Black-le - 2 Taty  - 3 Simmaniacos

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My other CC for sims 4 are here

Não era amor. Não era paixão. Ele nunca me amou. E eu também não o amei. Eu não estava apaixonada e ele também não. Era desejo, descontrole, não tinha explicação. Como a atração de dois imãs. Duas pessoas sendo puxadas uma a outra. Num encaixe perfeito. Cada um em uma direção completamente oposta, de repente se chocam no mesmo caminho. E parecia certo, incrivelmente e inexplicavelmente certo. Num minuto eu estava do outro lado do mundo e no seguinte eu estava nos braços dele. E eu sequer me lembrava de como havia chegado lá. De repente eu e ele éramos nós. Em questão de segundos eu era dele e ele era meu. Não realmente “meu”, porque eu não era de ninguém e ele é de todo mundo. Era desejo e fogo e faísca e explosão. Era água pra minha garganta seca, bálsamo pra minha ferida e chuva em um dia quente. Era tudo ao mesmo tempo e também era nada. Era nada porque ele era um canalha e eu sou eu, sem necessidade de complementos ou explicações. Mas parecia tão certo que eu era tentada a pedir por mais, a acreditar que deveria haver mais. Ninguém nunca está satisfeito com as coisas do jeito que estão. O bom sempre pode virar ótimo e o ruim, virar péssimo. Mas até chuva pode ser demais e a faísca provocar queimaduras. E tudo que é bom demais, também acaba, não é mesmo? Ele não era meu. Eu não era dele. Mas não significava que eu não queria ser. E eu quis, quis muito mesmo. Porque eu nunca soube como era ser de alguém, nunca nem mesmo quis. Eu batia no peito e gritava para quem quisesse ouvir —Ser de alguém? Por que? Eu sou de mim e de mais ninguém. — Mas eu quis ser dele. Desesperadamente. A ponto de desistir de um pouquinho de mim só pra dar pra ele. Eu queria ouvir da boca dele — Eu te quero e eu te amo e por que você não fica comigo? — Porque a gente se encaixava e parecia tão certo, que não poderia ser errado. Poderia? Eu o senti com toda minha alma, de um jeito que eu nunca senti quando amei e nem me apaixonei. Todos que houveram antes eram cinza, fantasmas, comparados a explosão de cores e dores daquele sentimento. Sentimento que não tinha nome. Não era amor, não era paixão. E eu sabia, ou pelo menos esperava, que ele tambem sentia aquilo. Mas não era suficiente. Ele deixou bem claro, gritado e estampado. E eu me parti ao meio, mesmo sabendo que ele estava certo. Mas eu enganaria a mim mesma e a todo mundo, se ele pedisse para mim, por mim, que acreditasse nele, em nós. Eu poderia amá-lo. Eu acreditava nisso, queria acreditar, com todas as minhas forças e alma e coração e espinha. E não me conformava — eu sou tão ruim assim pra ele não querer tentar me amar nem um pouquinho?— Eu desistiria de mim, um pouco mais a cada dia, por ele. Porque eu queria continuar sentindo aquilo, aquela coisa que vinha do fundo da minha alma, até aquela pontada na espinha. Mas dois imãs também podem se repelir, entende? E doeu e doeu e doeu. As vezes ainda dói. Mas eu sei, não é suficiente para ele e nem para mim. E se a gente se encontrar em uma festa qualquer, em uma esquina qualquer, ou do outro lado do mundo, eu ainda seria atraída por ele e ele por mim. Sem explicação alguma. Não é amor, não é paixão. Se alguém souber o nome, por favor me diga. Porque foi a coisa mais real que eu senti em toda a minha vida e logo eu, a declarada “não preciso de ninguém”? Que puta ironia. Que estupidez. Mas eu queria mais. Eu lutaria por aquilo com todas as minhas forças, porque eu queria sentir e senti-lo e amar e amá-lo. Mas eu me conformo. E pra ele eu sempre digo “até logo”. Até a próxima vez que a gente se esbarrar por ai em uma esquina qualquer e eu perder minha alma na sua e sentir aquela pontada na espinha e meus ossos queimarem. Até logo.
— Mas eu poderia tê-lo amado.
Vitalicia

Eu quis espernear, gritar “Fica pelo amor de Deus!” Mas desde quando a gente pede uma coisa assim? Desde quando a gente tem que implorar pra alguém ficar? Mesmo que a vontade inunde nossa alma, e a certeza da falta destrua nossas vontades, amor não se implora.
—  Tati Bernardi
À propósito, te agradeço. Não por ter me magoado e ido embora como se nada tivesse acontecido, mas por ter me ensinado a ser mais forte. E menos tola.
—  Tati Bernardi. 
A gente se apaixona por esses tipinhos banais que vivem rindo. E a gente se pergunta: que é que ele tem que brilha tanto? Que é que ele tem que quando chega ofusca todo o resto?
—  Tati Bernardi