suleimani

#andrewtheprophet

The Evolving Shia Crescent, Sickle, and Horn (Daniel 8:8). Washington went along with the plan created by Suleimani, effectively handing off the country to Iran as a way to remove US troops and still stabilize the country. More at http://andrewtheprophet.com/blog/2014/12/06/the-shia-crescent-sickle-and-horn-daniel-88/


For a man widely reported to be playing a key role in helping Iraq’s routed military recover lost ground, Qassem Suleimani, the commander of Iran’s feared Quds Force, remains invisible. It is not a new strategy for Suleimani – the 57-year-old is rarely pictured, a trait that chimes with his apparent, although officially denied, presence in Baghdad in the past fortnight. Having already helped Syrian President Bashar al-Assad reverse the gains of Sunni-led rebels in that country’s civil war, just when it looked like Assad was finished, Suleimani has cultivated a reputation as perhaps the most formidable security operative in the Middle East. With multiple media outlets stating that the enigmatic general is now in Iraq, where Prime Minister Nuri al-Maliki’s forces have as yet failed to repel a Sunni militant offensive, the political parallels are striking.
Source: AFP
Premiê iraquiano pede fim de divisões religiosas ao encerrar visita aos EUA

O primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, encerrou nesta quinta-feira sua primeira visita aos Estados Unidos, com a promessa de seu aliado ocidental do envio em breve de aviões de combate e com um apelo para uma redução das tensões religiosas que dividem o seu país.

O chefe de Estado, que assumiu o cargo em setembro passado no lugar de Nuri al Maliki, negou ter ido a Washington pedir armas para as forças iraquianas. Mas, depois de três dias de reuniões, que incluíram legisladores e um encontro, na terça-feira com o presidente Barack Obama, ele parece não partir de mãos vazias.

O vice-presidente Joe Biden cumprimentou Abadi por “uma visita muito bem sucedida”, acrescentando que a associação entre o Iraque e os Estados Unidos continuará crescendo após a derrota dos radicais do grupo Estado Islâmico (EI).

Durante suas conversas com funcionários do governo americano, Abadi informou que estes asseguraram que 36 caças F16, encomendados em 2011 pelo Iraque, seriam entregues em breve.

O Iraque não tem força aérea, desde que, em 2003, a invasão liderada pelos Estados Unidos depôs o então presidente Saddam Hussein.

Os aviões de combate terão um papel vital na luta contra os militantes do EI, que tomaram grandes faixas do Iraque, bem como porções da vizinha Síria.

“O que enfrentamos no Iraque é uma polarização da sociedade alimentada por este terrorismo”, disse Abadi em um centro de estudos de Washington no último dia de sua visita.

Ele disse ainda que, após o sucesso na retomada de Tikrit, os funcionários americanos se mostraram abertos ao seu pedido de ajuda para dar treinamento a duas brigadas das forças iraquianas para que liderem a luta pela retomada do controle de Anbar, a maior província iraquiana.

“A maior prioridade do nosso governo é reduzir tensões de divisões étnicas e sectárias no Iraque”, assegurou no centro de estudos Center for Strategic and International Studies.

Sejam quais forem as causas destas tensões, o Iraque deve “garantir que não paralisem o desenvolvimento do nosso país”, assegurou.

Respeitar a soberania

Bagdá anunciou que a próxima batalha contra o EI será pela província de Anbar, antes de tentar recuperar a segunda cidade do país, Mossul, capturada no começo da fulgurante ofensiva jihadista, no ano passado.

Mas Abadi advertiu que o governo deve estar certo de que tudo esteja pronto antes de lançar esta operação.

As forças iraquianas receberam o apoio de ataques aéreos americanos contra militantes sunitas e de uma coalizão de milícias xiitas.

Enquanto isso, Washington sustenta que oficiais iranianos forneceram artilharias e assessoramento às milícias xiitas que participaram da tomada de Tikrit.

Embora Abadi tenha agradecido, nesta quinta, a ajuda de Teerã, lembrou que “deve-se respeitar a soberania iraquiana”;

“Tudo deve ser feito através do governo do Iraque”, disse Abadi em Washington, diante de uma tribuna de especialistas americanos em política, em seu terceiro dia de visita aos Estados Unidos.

Abadi lamentou, entre outras coisas, a difusão nas redes sociais de uma imagem do general iraniano Ghasem Suleimani junto a combatentes iraquianos contra o grupo Estado Islâmico (EI), no início da batalha de Tikrit (noroeste do Iraque).

“Foi, sem dúvida, uma má ideia e não a aceitaremos”, disse, taxativo.

Ele também pediu aos Estados Unidos e aos parceiros da coalizão que continuem apoiando o Iraque militarmente, mediante armas, treinamento e assessoria.

O delegado dos Estados Unidos no Iraque, Brett McGurk, disse à rádio Sawa que, enquanto as operações forem coordenadas pelo Iraque, o apoio continuará.

“Enquanto as operações forem planejadas conosco, as unidades operem sob controle da cadeia de comando iraquiana, daremos apoio aéreo”, afirmou.

Ele disse, ainda, que os F-16 estarão “muito em breve protegendo os iraquianos”.

Na terça-feira, Obama elogiou os avanços da coalizão contra o EI e, embora não tenha se comprometido em público a entregar mais armas ao Iraque, prometeu 200 milhões de dólares adicionais de ajuda humanitária para os civis deslocados ou feridos pelo brutal exército rebelde do EI.

L’Etat islamique, revanche de l’histoire

L’Etat islamique, revanche de l’histoire
By

S’il n’y avait qu’un livre à lire parmi la quinzaine publiée en France depuis l’émergence de l’Etat islamique, c’est « Irak, la revanche de l’histoire »* de Myriam Benraad qu’il faut acheter.
Chercheuse spécialiste du monde arabe, elle revisite l’histoire de l’Irak au 20ème siècle pour ceux qui ne la connaîtrait qu’à travers le prisme déformant des médias « embedded ». Pour la période qui nous concerne, elle remonte utilement aux origines des campagnes lancées avec succès par les idéologues néoconservateurs américains pour renverser Saddam Hussein. Epinglée : la théorie fumeuse, mais ravageuse, de David Wurmser pour qui confier les rênes de l’Irak aux chiites permettait de pacifier le pays, d’établir un régime pro-occidental à Bagdad, et… cerise sur le gâteau : d’abattre la République islamique d’Iran ! De quoi faire se tordre de rire le général Suleimani, chef des Forces Al-Quds, chargé de défendre les intérêts de la Révolution islamique iranienne en Irak et au Proche-Orient…
Myrian Benraad brosse ensuite le tableau des luttes intestines que se livrent les forces portées au pouvoir à Bagdad par la CIA et celui du chaos qui en a résulté. Mais, passons sur ces rappels nécessaires et utiles… Ce qui fait l’intérêt de son livre sont les pages bien documentées qu’elle consacre à la résistance irakienne et à la montée en puissance de l’islam en Irak depuis la Campagne pour la foi lancée par le parti Baas en 1993.
Comme la chercheuse ne réduit pas le salafisme à une entreprise terroriste, on comprend mieux l’avènement d’un Etat islamique à cheval sur les « frontières Sykes-Picot », la résurgence du Califat et le soutien que lui accorde une part non négligeable des sunnites en Irak et au-delà.
Jusqu’à quand sera-t-il interdit aux proche orientaux de s’administrer comme ils le souhaitent et de vivre en paix dans des frontières dessinées ailleurs que dans les pays occidentaux ?
Pour être crédibles les personnalités qui condamnent les crimes de l’Etat islamique et approuvent les bombardements actuels, devraient s’activer pour que les donneurs d’ordres de la guerre du Golfe et les affameurs de l’embargo soient trainés devant la Cour pénale internationale. Mais ça, c’est une autre histoire.
Myriam Benraad est chercheuse affiliée au CERI (Centre d'études et de recherches internationales - Sciences Po), et à l’IREMAM (Institut de recherches et d’études sur le monde arabe et musulman).
*Editions Vendémiaire, Paris, 2015 – 22 euros

http://www.france-irak-actualite.com/2015/04/l-etat-islamique-revanche-de-l-histoire.html
Alter Info l'Information Alternative

April 13, 2015 at 10:12AM
via alterinfonet.org Agence de presse associative http://www.alterinfo.net/L-Etat-islamique-revanche-de-l-histoire_a112828.html
7 times when Iran's strategic mastermind reshaped the Middle East

7 times when Iran’s strategic mastermind reshaped the Middle East

Fars NewsA former CIA operative described Qassem Suleimani, the head of Iran’s Quds Force, as the “most powerful operative in the Middle East today.”

Qassem Suleimani has been called the single most powerful operative in the Middle East today. Take a look at his resume and it’s no surprise why. 

As the commander of Iran’s Quds Force — the foreign branch of the Iranian Revolutionary Guards best…

View On WordPress