Ainda menina conheci o meu amor. Foi da boca do meu pai e do meu avô que eu ouvi pela primeira vez a palavra que até hoje, quando pronunciada, me faz arrepiar. Palavra essa que se assemelha ao amor. Amor que alguns julgam, outros criticam, e poucos sabem sentir o verdadeiro significado. Mas foi com o passar dos anos que esse amor foi se exercitando. A cada partida, a cada grito de gol. Amor o qual cresce a cada dia. Amor que se resume em orgulho. Orgulho da tua história que é mais um combustível para esse amor imbatível. Uma história que, em cada linha, nos tira um sorriso. Um sorriso que mistura-se com honra. Honra de poder carregar no peito um amor tão bonito como este. Amor o qual tem nome e sobrenome. Amor que se chama Vasco da Gama. Amor que tornou-se um ideal. E já se dizia: quando o ideal é maior que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. E o meu ideal não é resumido em uma partida. Meu ideal é resumido em sua história, é resumido em 114 anos. 114 anos de democratização no futebol, 114 anos de revolta, de lutas e de glórias. De glórias que orgulham os que te seguem, e te seguem sabendo que mais glórias virão. Nunca precisastes de um elenco grandioso, cheio de estrelas… Basta sentir o peso que tua camisa carrega, e quem vestir cegará olhos alheios, de tanto brilho que ela possui. Camisa a qual é minha bandeira. Bandeira qual sou devoto. Bandeira qual eu amo, defendo e sou fiel e serei fiel até os últimos minutos de vida. Digo, nesta vida aqui na terra. Ouvi dizer que vascaíno não morre, espalha o sentimento lá no céu. Pois onde estiver e como estiver, te seguirei, te amarei, não importa a circunstâncias. E ainda que os tolos não entendam isso que nos move, tentarei explicar. Quem sabe assim, eles tenham o prazer de sentir o gostinho de quão maravilhoso é te amar.

(svmp ) e (sou vasco)

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