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Fend Off Unwanted Advances With The Ferocious “Spider Dress”

If you don’t want to talk to that creepy guy at a party, you could put on your best bitch face while pretending to text someone. Or—more fun—you could don this magnificent Spider Dress, by Dutch “robotic couture” designer Anouk Wipprecht. The dress uses motion and respiration sensors to mimic the vicious territorial instincts of a spider. The sci-fi-chic confection strikes with its animatronic spidery claws when it senses unwanted advances.

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Seus pés caminhavam em direção ao chalé já então conhecido e respirou fundo antes de dar duas batidas na porta antes abrir devagar já visualizando quem gostaria. — Soube que estava por aqui e eu realmente gostaria de saber porque.

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Dois meses atrás

- Um fim de semana, Lice. É só isso que eu estou te pedindo. Um fim de semana, só eu e você, a praia e o mar. E ai? O que me diz? – Perguntei distribuindo beijos pelo seu pescoço.

- Não dá, Luc. Você sabe que este fim de semana é o grande espetáculo de 40 anos do Flying. – Ela dizia tentando me afastar. Passei a mão levemente por sua cintura e a encostei na parede. Subi a outra mão por suas costas e descansei-a em sua nuca fazendo círculos com os dedos. Ela respirou fundo e fechou os olhos. Beijei seus lábios levemente. Olhei em sua face e a ruguinha no meio da sua testa já começava a desaparecer.

- Por. Fa. Vor. – Disse dando uma serie de selinhos em seu lábio.

- Você é baixo, Lucca Benson. – Ela disse sorrindo. – Muito muito baixo. – Falou e em seguida passou a mão em meu pescoço e me puxou. Começamos um beijo calmo que logo começou a esquentar. Desci minha mão por sua cintura e colei ainda mais meu corpo ao seu. Lice suspirou e mordeu meu lábio inferior. Soltou devagar e me olhou com aqueles olhos azuis que me faziam se afogar. – Você sabe que eu não posso, anjo. – Disse e fez um biquinho me fazendo morde-lo em seguida. Ela passou a mão pelo meu rosto e fechei os olhos pensando em quanto eu era sortudo por tê-la. Ela encostou seus lábios nos meus. Seu beijo era viciante e seu corpo me fazia se perder, mas ao mesmo tempo cada curva dele fazia com que eu me encontrasse. Passei a mão por sua coxa e senti sua pele arrepiar-se. Alice me fazia perder o controle, esquecer o tempo. Ela era capaz de fazer o tempo parar com cada toque de suas mãos sobre o meu corpo, mas também era capaz de fazê-lo passar rapidamente enquanto eu me perdia em seus lábios e pele. Parei de beija-la quando senti o ar faltar em meus pulmões e passei a dar atenção ao seu pescoço. Distribuindo uma serie de beijos e mordidas por sua pele delicada enquanto ela passava as mãos pelo meu cabelo e nuca em uma caricia que se tornava cada vez mais intensa. Nossas respirações se misturavam e cada suspiro seu era acompanhado por um meu. Dei uma mordida em seu ombro e quando fui afastar a alça de sua camiseta senti algo vibrar em meu bolso. Alice rapidamente me soltou e passou as mãos pelo cabelo. Olhei para ela e ela estava linda com os lábios avermelhados por causa dos meus beijos e a respiração ofegante. Naquele momento parecia que não havia mundo lá fora. Alice olhou em meus olhos e sorriu.

- Não vai atender? – Perguntou me empurrando levemente e passando por mim. Vire-me para seguir seus movimentos e observei-a sentar-se em minha cama. Peguei o celular em meu bolso e apertei o botão para atende-lo.

- Luc. – Disse ao coloca-lo em meu ouvido.

- Filho? Você está bem? – Ouvi meu pai perguntar pelo aparelho. Droga.

-Sim, pai. Aconteceu alguma coisa? – Perguntei olhando para Lice que estava de olhos fechados e um sorriso no rosto. Como pode ser tão linda?

- Eu preciso que você venha me encontrar. – Falou e senti certo nervosismo em sua voz.

- Dá pra me falar o que aconteceu? – Perguntei perdendo a paciência.

-Não dá pra falar pelo telefone, Lucca. Escuta bem o que vou te dizer. Vá até o meu escritório e pegue uma pasta azul que está na terceira gaveta da minha mesa. Quero que você traga a pasta até o bosque. – Ele dizia.

- Qual bosque, pai? – Perguntei irritado.

- O bosque ao lado do rio, Lucca. – Disse e ouvi um som de vozes. – Eu preciso desligar, Lucca. Ande logo! – Falou e desligou sem permitir que eu dissesse mais alguma coisa. Aquela ligação havia sido no mínimo estranha. Passei as mãos pelo cabelo e fechei os olhos suspirando. Eu sei que não deveria investigar meu próprio pai, mas sabe como é quando seu pai tem uma serie de atitudes suspeitas fica meio difícil não ficar de olhos bem abertos.

Senti Alice aproximar-se sem nem precisar abrir os olhos. Ela depositou um beijo em minha bochecha e depois me deu um selinho.

- Eu preciso ir. – Sussurrou com os lábios próximos aos meus. Envolvi seu corpo e puxei-a para mim roubando um beijo seu rapidamente. Ela sorriu e continuou a me beijar terminando o beijo com um selinho demorado. – Te vejo mais tarde? – Perguntou olhando em meus olhos.

- Você sabe que sim. – Disse fazendo-a sorrir. Alice se afastou relutante pegou sua bolsa e foi em direção à porta. Abriu-a e me lançou um beijo antes de sair. Passei as mãos pelo cabelo nervosamente. Em que porra meu pai havia se envolvido dessa vez?

Peguei a chave da caminhonete e desci as escadas. Entrei no escritório do meu pai e peguei a bendita pasta azul. Venci o desejo de abri-la e sai do escritório.

O bosque estava bastante movimentado devido aos preparos para o grande espetáculo do Flying Circus. Olhei ao redor procurando meu pai e vi que ele estava com o secretario do estado e um outro homem um pouco afastado de toda aquela movimentação. Dirigi-me até eles em passos rápidos afinal eu ainda queria passar um tempo com minha namorada.

- … eu sei, eu sei. Tudo vai sair conforme o planejado, Gomes. – Ouvi eu pai dizer para o secretario. Não sei por que, mas meu instinto fez com que eu me escondesse atrás de um grande pinheiro que havia próximo a eles. - Seu empreendimento será um sucesso. – Disse e deu um tapinha amigável no ombro do outro homem que eu não sabia quem era. Sei de traz do pinheiro e fiz barulho para parecer que havia chegado naquele momento.

- Ah Lucca, não era sem tempo! – Meu pai disse ao virar-se e me ver.

- Boa tarde, Sr. Secretario. – Falei ao cumprimentá-lo. Apertei sua mão brevemente e dirigi-me ao outro homem. Apertei sua mão.

- É um prazer finalmente conhecer o famoso filho do prefeito de St. Archangel. – Disse soltando minha mão. – Eu me chamo Louis. Louis Flamel. – Falou. Então era isso, meu pai estava envolvido com a grande empreiteira Flamel.

Entreguei a pasta para o meu pai e dei uma desculpa qualquer para poder sair logo dali. Dirigi um pouco pela cidade imerso em pensamentos. Em St. Archangel não havia grandes terrenos para que um empreiteiro com Louis se interessasse. Eu deveria ter visto o que havia naquela pasta.

Eu precisa descobrir qual era o esquema de Louis com meu pai.  

Cheguei em casa e subi para o meu quarto.

Liguei o computador e comecei a fazer uma serie de pesquisas sobre as empresas de Louis Flamel. E encontrei algo que me fez ficar surpreso.

Louis estava envolvido em vários esquemas de lavagem de dinheiro, compra de terrenos públicos que não deveriam ser vendidos e até havia um artigo associando-o ao trafico de garotas.

Só podia ser isso.

Meu pai deveria estar tentando vender algum terreno para Louis. Esse era meu pai, sempre se envolvendo em esquemas que ele não era capaz de sair.  

Peguei o celular e disquei o numero que eu já sabia de cor.

- Aloha, pequeno gafanhoto! – Seu Paolo disse ao atender. Sorri ao ouvir seu cumprimento tão incomum.

- Fala, seu Paolo! Tudo bem? – Perguntei.

- Claro, Lucas. – Disse. Era incrível como ele nunca acertava meu nome.

- É, eu descobri uma coisa e preciso muito da sua ajuda. Mas a Alice não pode ficar sabendo. – Falei esperando ansiosamente sua resposta.

- Hm, você fez alguma coisa para machucar minha neta, Lucas? – Peguntou. – Por que você sabe, né? Se você tiver feito eu vou ter que te machucar bem seriamente. – falou me arrancando uma gargalhada.

- Eu não fiz nada para machucar a Lice, seu Paolo. Tem a ver com a ONG. – Disse atraindo totalmente sua atenção.

- Vamos nos encontrar na praia, pode ser? – Perguntou ansiosamente.

- Combinado. – disse e desliguei o telefone.

-Então o calhorda do Louis descobriu St. Archangel!- Seu Paolo bradou. – Eu conheço esse homem, Lucas! Ele não é nem um pouco honesto. Você precisa descobrir qual é o terreno que ele esta interessado.

- Como eu farei isso,seu Paolo? – Falei olhando para o senhor em minha frente.

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Apesar da sua avançada idade, seu Paolo tinha uma energia que me deixava impressionado. Ele era responsável pela ONG de defesa à fauna e flora de St. Archangel. E mesmo ele negando tenho certeza que daria um ótimo prefeito. Melhor até que meu pai.

- Nós vamos fazer o seguinte, Lucas. Primeiro eu quero que você se afaste da Alice. – Olhei para ele assustado.

- Não! Nem pensar! – Falei.

- Olha, Lucca, o Louis é um cara da pesada, se ele sonhar que você está investigando a negociação dele com seu pai ele vai arrumar um jeito de te fazer parar. E bem, você não tem nada que não seja de seu pai além é claro da minha neta. – Falou encostando a mão em meu ombro. – Eu sei que você a ama. Mas precisamos protegê-la, Lucca. – Falou. Eu sabia que ele estava certo, mas perder a Alice era demais para mim. – Você não vai perdê-la, Luc. Lembre-se: é temporário. E outra, nenhum rapazola é capaz de despertar o menor sentimento em minha neta alem de você.

Então era isso. Para impedir meu pai de fazer uma merda eu ia ter que me afastar da única garota que eu já amei em minha vida.

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Today of December 23, The first pulmonary respiration first anniversary!( last image is a state of the morning,The others are states of the night)

12月23日の今日は、ベムの初めての肺呼吸一周年です。

朝にはエラがほぼ吸収されカエルらしい形になってましたが、まだ口が裂けてませんでした。夜遅めに脱皮、やっと口が大きく開いて水面に顔を出しました。この日は家で仕事をしていたので、目まぐるしく変貌を遂げる姿を見守る事が出来てとても幸せでした。ちなみに一番最後の画像が朝10時の状態、上3枚は夜の11時頃。

(あっベムさん、おしりに赤い生き物が…..。)

As usual in my medical training, knowing little, I was put in charge of all. I needed someone who knew the nuts and bolts of the Unit. I ran to the night nurse, and made it clear I was her pawn. Pleased, she used me, and began teaching me things never mentioned in my four rarified BMS years filled with enzyme kinetics and zebriac diseases. I became a technician, getting off on how to set a respirator’s dials.
—  Samuel Shem, House of God
Ciúmes é exatamente igual uma gota gelada num banho quente. Você finge que não sente, mas no fundo te incomoda e muito.
—  somente respire
Há momentos em que desejo fazer o tempo voltar e apagar toda a tristeza, mas eu tenho a sensação de que, se o fizesse, também apagaria a alegria.
—  Um amor para recordar