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Por esta razón se volvió ilegal la cocaína y fue removida de la coca-cola

http://www.leanoticias.com/2013/02/21/por-esta-razon-se-volvio-ilegal-la-cocaina-y-fue-removida-de-la-coca-cola/

Por esta razón se volvió ilegal la cocaína y fue removida de la coca-cola

Cuando la cocaína y el alcohol se mezclan en el cuerpo de una persona, crean una tercera y única droga llamada cocaetileno. El efecto de esta sustancia es parecido al de la cocaína pero provoca más euforia.

En 1863 el químico Parisino Angelo Marian combinó coca y vino y comenzó a venderlo bajo el nombre de Vin Marian. La bebida se volvió extremadamente popular, entre las figuras literarias que la consumían se encuentran Jules Verne, Alexander Dumas y Arthur Conan Doyle. El jefe rabino de Francia dijo: “¡Loas para el Vin Marian!” El Papa Leo XIII cargaba una ánfora de esta bebida y le dio a Mariani una medalla.

Enterado del éxito comercial de la bebida, Dr. John Stith Pemberton en Atlanta, hizo su propia versión llamada Pemeberton’s French Wine Coca y la vendió como panacea. Pemberton afirmó que su bebida era “el vigorizador sexual más maravilloso”, entre otros cumplidos.

Cuando el negocio de Pemberton comenzó a despegar, la prohibición pasó en el estado de Georgia. Pronto la French Wine Coca era ilegal pero por el alcohol, no por la cocaína. El astuto Pemberton reemplazó el alcohol por jarabe de azúcar. Su nuevo producto lanzado al mercado en 1886 fue bautizado como “Coca-Cola, la bebida de la sobriedad”.

Después de eso, como Grace Elizabeth Hale afirmó en The New York Times, la Coca-Cola se asoció rápidamente como una “bebida intelectual” entre los blancos de clase alta. Pero cuando la compañía comenzó a venderla embotellada en 1899, las minorías que no podían acceder a esta bebida con facilidad, ahora la tenían a la mano.

Hale explica: “Cualquiera con poco dinero, negro o blanco, podía ahora beber la infusión de coca. Los blancos de clase media se preocuparon porque la bebida contribuía a la explosión del uso de la coca por los afroamericanos. Los periódicos sureños reportaron que los “ negros endemoniados por la coca” estaban violando mujeres blancas y los policías no contaban con la fuerza necesaria para detenerlos.

Hacia 1903, Asa Candler, el entonces director de la compañía Coca-Cola, sucumbió a los temores de los blancos y a la ola de legislación antinarcóticos e hizo eliminar la cocaína de la bebida. La sustancia fue reemplazada con más azúcar y cafeína.

El artículo de Hale es sobre el rol del racismo y la injusticia social en la eliminación de la cocaína de la Coca Cola, corroborados por la subsecuente movimiento de regulación de la coca.

La cocaína no era ilegal hasta 1914 –11 años después del cambio en la composición de la Coca-cola– pero en ese momento la coca se encontraba en su pico más alto de consumo. El uso recreativo aumentó 5 veces en un periodo de menos de dos décadas.

Los argumentos para la prohibición de la cocaína fueron en gran parte raciales, orientados hacia violaciones y otras manifestaciones violentas, y los efectos sociales eran mucho más que preocupaciones de salud. La hipersexualidad que era cada vez más requerida como producto de venta durante el corto periodo del Vin Mariani fue otro factor sumado a la condena de la sustancia.

El oficial, Dr. Hamilton Wright, Comisionado del Opio en EU, dijo en 1910 “El uso de la cocaína por los negros del sur es uno de las cuestiones más problemáticas cuestiones que exigen el refuerzo de la ley. La cocaína es a menudo el incentivo directo para que los negros cometan crímenes.” El Dr. Edward Williams describió en el Medical Standard en 1914, “El negro que se ha vuelto cocainómano es una amenaza constante para la comunidad. Su naturaleza completa está vertida a lo peor, los negros tranquilos desarrollan un grado de coraje que es increíble.”

La Coca-Cola en la actualidad contiene coca pero la ecgonina alcaloide es eliminada. Perfeccionar la extracción de coca en la bebida tomó hasta 1929, antes de eso todavía se encontraban elementos psicoactivos en ella. Como describe Dominic Streatfield en Cocaine: An Unautorized Biography, la extracción está ahora hecha en New Jersey por una compañía llamada Stepan. En 2003, Stepan importó 175, 000 kilogramos de coca para Coca-Cola. Eso es suficiente para producir $200 millones de dólares a expensas de la coca. El término del extracto de cocaína en la industria refresquera es “Merchandise No. 5”.

#21

Anote este nome: Guatapé. Se um dia você vier à Colômbia não deixe de conhecer. Guatapé era uma cidade no interior do Departamento de Antioquia. Há alguns vários anos a cidade foi inundada para a construção de uma represa que hoje fornece 30% da energia consumida no país. A história é bastante similar a construção de Itaipu. As pessoas daqui também foram ‘removidas’ da cidade em nome do progresso. Uma nova cidadezinha foi construída. As pessoas e o governo de lá aproveitam muito e muito bem o potencial turístico da cidade. Além disso, as (várias) opções turísticas oferecidas não são caras.

Depois do contexto vem a diversão!

Passamos o dia em Guatapé. Nossas atividades foram:

1)      Subida da pedra de Guatapé. 740 fucking degraus delicadamente distribuídos em 200 metros de subida (morri no degrau 450). A subida custa 10 mil pesos (12 reais) A pedra é conhecida também como o “Pão de Açúcar” colombiano. O formato é realmente similar. A beleza do que se vê lá de cima também. Sem descrições, qualquer palavra seria pouco. Vejam!

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2)      Passeio de barco pela represa. A água é verde esmeralda, uma belezinha! O passeio dura uma hora e pouco. O barco tinha três andares e era muito parecido com os que estão no Amazonas. Custava 20 mil pesos (25 reais), e vale muito a pena. Tocava muita música local durante o passeio, a vista era linda e tinha um carinha que dava muita informação sobre a cidade e tudo.

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A foto a seguir é de uma amiguita que fiz hoje. Nada a ver, mas quis mostrar a fauna local para vocês hahahahha

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A verdade é que não tenho muito o que contar. Não, a verdade é que tenho sim, mas acho que as fotos vão falar mais do que minhas palavras.

Notas:

Além desses pontos turísticos também tinha a Karina Chichanoski. As senhoras das lojinhas falavam os preços pra ela tudo em inglês. HAHAHA Era engraçado. Perguntavam pra mim se a pronuncia estava certa e falavam pra ela. Estávamos descendo da pedra e um senhor perguntou para nós se estávamos falando alemão (era português). Me assusto muito como eles não entendem tão bem quando ouvem conversa em português, diferente de nós.

Tomamos um sorvete artesanal de queijo com doce de leite: MUY BUENO!

Um carinha que estuda línguas nos ouviu conversando e achou que estávamos falando em inglês (era português) e depois que dissemos que somos brasileiras começou a falar português (?).

Na volta, encontramos uma peruana no ônibus. Foi ótimo! Nos deu muitas dicas sobre Lima e a ida até Cuzco.

Karina e eu descemos em Santuário. Nos sentimos em casa aqui já.

Especificações do Lenovo Yoga 3 11 vazam antes do lançamento oficial (via TechTudo): A versão alemã da Amazon vazou a lista completa de especificações do Yoga 3 11, próximo ultrabook conversível da Lenovo. Ainda não lançado oficialmente, o gadget deverá apresentar tela de 11,6 polegadas e processador Intel Core M Broadwell. A página, que já foi removida, também exibia fotos e preço do produto, que varia de € 599 a € 999 (cerca de R$ 1.950 a R$ 3.250). Amazon alemã vazou especificações do Lenovo Yoga 3 11 (Foto: Reprodução/Tab Tec) A diferença de preço se explica pelo fato de a Lenovo oferecer três modelos diferentes do Yoga 3 11. O mais barato deles vem com M-5Y10C, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento SSD. O intermediário possui a mesma CPU, mas tem o dobro de RAM e armazenamento. O mais avançado também possui 8 GB de RAM e 256 GB de espaço, porém é equipado com um Intel Core M-5Y71. O novo modelo mede 290 mm x 197 mm x 15,8 mm, sendo um pouco menor que o Yoga 3 Pro, embora pese praticamente a mesma coisa: 1,2 kg. Ele roda o Windows 8.1 e se parece com um laptop à primeira vista. Mas a dobradiça que liga o visor ao teclado possui rotação de 360 graus, permitindo usar o dispositivo com um tablet. Outros detalhes incluem resolução de tela de 1920 x 1080 pixels, webcam de 720p, sintonizador de TV, Bluetooth 4.0, duas portas USB 3.0, saída micro HDMI, leitor de cartões 4 em 1 e bateria Li-Po de 34 Wh, que deve oferecer duração de até 6,5 horas de uso. O notebook ainda terá uma configuração de alto-falante que tira proveito da tecnologia Maxx Audio, da Waves. Parte do PDF contendo especificações do Lenovo Yoga 3 11 (Foto: Reprodução/Tab Tec) Se as informações vazadas estiverem corretas, o Yoga 3 11 será um conversível voltado para profissionais, mas não os que precisam usar gráficos pesados. O Intel Core M tem a vantagem de deixar o dispositivo mais leve e dar maior autonomia à bateria, mas em compensação é menos potente. A expectativa é de que os rumores sejam elucidados na CES 2015 , que acontece em janeiro. Via Tab Tec

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Gente que esta mal pela luta: 

Kiria - Ferimentos

Milo - Desacordado num canto ai

Sam - provavelmente não pode andar. 

Kit - As balas não foram removidas, esta extremamente fraco. 

Lua Nova - bla bla bla um monte de coisas

Ver um ator como Robert Pattinson andando enquanto um vento falso faz sua camiseta voar ou observar a velocidade com que uma camiseta pode ser removida pra estancar um corte na testa, ou mesmo como ela pode ser simplesmente dispensada do vestuário, não é o problema desse filme. O maior problema desse filme é a história em si que é quase um atentado contra a inteligência das pessoas. Mas será que isso é um problema mesmo? Ou melhor, será que esse filme é tão culpado mesmo? Olha só eu colocando perguntinhas no parágrafo de introdução pra ficar interessante.

Continuando, esperei pra falar sobre esse filme porque acho mais legal falar sobre algo que todos viram, dando pensamentos a respeito, ao invés de sair correndo e escrever uma crítica sobre algo que ninguém ainda viu. Qualquer site de cinema pode fazer isso e eu não quero fazer algo que qualquer um pode fazer. Pois é, rumo à dominação mundial hehehe.

Sendo assim, agora posso falar o que eu quiser sem medo de revelar nada. Inclusive, se você não viu o filme e não quer que eu estrague a sua diversão, não continue a ler, vai lá, assiste, se diverte, mas volta pra ler o resto, ok?


Aquele resumão beleza
A história toda começa quando o Sr “vampiro com cara de eu sei que eu tô atuando” (aka Edward) resolver ir embora da vida da menina com cara de pé de alface (ou Bella) antes que seja responsável pela morte dela. Ele chega a essa conclusão depois de empurrá-la na parede como se ela fosse um pacote de merda depois do “vampiro da família ainda não treinado” ter perdido o controle quando a queridinha corta o dedo. O amor do Sr vampiro era tão grande, tão uau, tão “meu deus, como eu amo” que a coisa toda pode ser resumida assim “vou sair fora porque sou um babaca do caralho que agiu como idiota e seu agir assim de novo pode ser que eu mate você com a minha força de brutamontes vampiro e meu cérebro de feijão”, porque como todos sabemos da próxima vez que der uma merda dessa é só usar a cabeça e não empurrar a menina, né? Mas tudo bem, continuemos.

- er… cabaço, olha que se fez…
- Porra, taca a mãe agora. Eu que não vou limpar essa merda

Aí o vampirão se manda com a família dele dando como desculpa uma historia de que estão desconfiando que o “papai” da família que é médico na cidade não envelhece. Porra, que historinha, heim? Ele não envelhecer é o de menos, pela cara dele você sabe que tem algo errado, sério, que porcaria de maquiagem é aquela? Mas beleza, ok, voltemos ao drama do cara de 110 anos que ao invés de ficar de boa em casa ou tentar viver uma vida mais construtiva, gosta de ir pra escola se interessar por meninas alfaces que tem quase 10 vezes menos vivência que ele. Assim que ele se manda a menina alface fica no maior sofrimento do caralho, olhando pela janela a câmera rodando e os meses aparecendo escrito na tela enquanto uma musiquinha indie semi depressiva toca. É, o cara leva ela pra dar uma volta, fala que vai embora e se manda, e a besta quadrada não sabe nem argumentar, nem perguntar porque ele se vai e ainda acreditar na atuação do Robert Pattinson dizendo “eu não te gosto blá blá blá” com aquela cara habitual de “eu sei que estou atuando”.

- De boa, véi… o problema sou eu, firmão…?

Aí, a menina sem vida, sem ação, sem argumentação e com carisma duvidoso resolve que quer ser motoqueira, que quer realizar atividades onde arrisca sua vida e começa a dar mole pro cara índio que parecia um cara do metal, mas que de repente revela 2 fatos sobrenaturais a seu respeito. O primeiro é que ele tem 16 anos (É! Pois é!) o segundo é que ele é um lobisomem da espécie sem camisa. Aí fica uma melação foda do lobisomem querendo o amor da menina alface e um mistério idiota que mostra que um cara que parecia ser um lobo malvado que joga os colegas de precipícios pra cair no rio lá em baixo na verdade era o senhor gente fina protetor da região contra vampiros malvados do outro filme que aparecem da mesma forma sem sentido que todo o resto dos outros personagens.

Quando finalmente parece que a menina pé de alface vai ficar com o lobo sem camisa, ficamos sabendo que o vampiro sem cérebro resolveu que vai se matar, porque devido a um pequeno mal entendido acha que a queridinha se matou. Num piscar de olhos a menina alface larga o pobre lobo e está na Itália com a irmã visionária do vampiro suicida que foi lá ver se ela tinha morrido mesmo (tá vendo? Ela é mais espera que o Edward). Ela chega numa cidade misteriosa onde mora a família real vampiresca, bem a tempo de impedir que o vampiro mirradinho que teve mais de 100 anos de vida pra ficar bombado igual ao lobo que só com 16 já conseguiu, fizesse merda.

Antes de poder voltar com seu lindo pra casa, entra em cena mais um conflito sem sentido. Na hora que os caras bizarros da família real viram a menina alface, é claro que quiseram conhecê-la, como toda criatura bizarra que cruza o caminho dela (  : D ). Aí rola uma lutinha, uma discussão sem sentido de que “temos que matá-la porque ela é uma humana que sabe demais sobre nós vampiros” e no final todos se salvam por causa de uma visãozinha horrível do futuro feita pela vampira visionária que mostrava a menina alface correndo com o vampiro mirradinho, os dois como vampiros brilhando no sol, igual o Ronaldo no Corinthians. E aí, muito lógica, deixam ela ir embora com a promessa de que no futuro (sabe-se lá quando) ela vai deixar de ser uma humana que sabe demais pra ser uma vampira que sabe demais.

Eles voltam pra cidade deles e rola um encontro do lobo sem camista, o alface e o vampirão. O lobo que ainda estava na esperança de alguma coisa é obrigado a ouvir a queridinha falar que sempre gostou daquela merda de vampiro. Em outras palavras, a filha da puta só tava brincando com os sentimentos dele o filme inteiro. Aí o filme acaba com a promessa de que ela vai virar vampira quando terminar o colegial e o vampiro e a sua família de vampiros voltam a morar na cidade como se nada tivesse acontecido. Lindo, né?

- Porque não?
- Porque no fundo eu sei que você tem um lado cachorro…


Declarações Finais e Importantes
Não quero discutir a questão fã service e aspectos de visual e estilo e o que as pessoas vêem tanto no cara que faz o vampiro ou no cara que faz o lobo. As mulheres gostam, elas estão felizes, uhu, viva, isso acaba sendo o de menos porque no final toda forma de entretenimento tem que entreter (?!). É claro que eu acho que tem saber fazer esse tipo de coisa e eu realmente não acho que esse filme sabe fazer isso forma sutil. Em muitos momentos que não deveria dar vontade de rir, dá.

Pelas minhas singelas palavras utilizadas para contar o resumo da história acho que deu pra ter uma noção dos problemas que a história em si tem e como eu já disse lá no começo esse é meu maior problema com esse filme (na minha opinião, claro). O que faz todos esses caras que são legais se apaixonarem pela menina? O que ela tem de especial? Porque todos se apaixonam por ela apenas olhando pra ela e já gostam dela antes mesmo de conhecê-la? É macumba? Essas são perguntas importantes, mas tenho outras mais sérias, olha só o próximo parágrafo.

É mesmo aceitável deixar que uma geração de meninas cresça achando que elas não precisam ter nada de especial para que meninos com qualidades fantásticas se interessem por elas? É mesmo aceitável que uma geração de meninas ache que é certo não ter ação nenhuma e ficar tentando praticar atos de quase suicídio ou chorando no quarto por meses porque um cara covarde e idiota que não sabe conversar dá um pé na bunda dela? É mesmo aceitável saber que alguém gosta de você e se deixar levar pelo conforto desse sentimento sabendo desde o começo que você nunca vai retribuir? É mesmo aceitável deixar que as pessoas acreditem que sentimentos são coisas mágicas que se constroem sem a participação direta das ações e medos delas?

Eu não acho que as histórias tem que ser mega profundas e blá blá blá, mas não acho que elas possam ser irresponsáveis naquilo que passam como certo pras pessoas ou que elas possam ser ilógicas por uma decisão de quem escreve a história.

Geralmente quando alguém aparece com uma história assim naturalmente as pessoas rejeitam isso e não engolem mesmo. Porque aqui as pessoas aceitam? Eu tenho uma teoria de que tem a ver com essa mística em torno do amor incondicional, da imagem de príncipe que sempre está lá, mas que esteve bastante escondida nos últimos anos no consciente coletivo das pessoas.

Não importa se a história é ilógica. Não importa se a Bella e o Edward não fazem sentido como um casal, não importa se não tem mesmo um enredo redondinho e tudo mais. Importa é que no final eles ficam juntos e de certa forma é isso o que as pessoas mais precisam hoje em dia. Uma história, um exemplo, que mostre pra eles que aquela história de “uhu vamos curtir e pegar vários, galere” não é que o realiza de fato ninguém. E essa coisa da Bella ser um personagem que é uma menina comum sem nada especial também ajuda nisso, ajuda nas pessoas se sentirem parte daquilo, sentirem que elas também poderiam ser a Bella. No fundo, no fundo mesmo, as pessoas querem um alguém com o qual não se sintam sozinhos. E acho que isso tem a ver inclusive com o sucesso que a historia consegue fazer com mulheres mais velhas, já mães e tudo mais.

Por causa disso, apesar de eu ter tirado sarro do filme com um monte de coisas, acredito que se a história motivar as pessoas a buscarem um amor pra elas e não uma coisa covarde do tipo “uma curtição sem compromisso e desafios”, ou ajudar elas a se sentirem melhor diante das coisas que elas querem pra vida ou com quem elas são, acho aceitável tudo isso. Como cinema, como história, como arte, como atuações brilhantes, o filme é ruim, é só passável, mas acho que isso não é um problema. Mas é claro que eu ficaria mais feliz se fizessem tudo isso, que passassem toda essa mensagem com uma história artística e coerente, mas tudo ok, vai, quem sabe isso não serve de porta pra alguma coisa?

- Eu não concordo com esse idiota…
- Olha, eu até que gostei
- Eu nem li, achei que ele escreveu demais…

O Instagram já tinha revelado que iria começar a desativar as contas inativas, falsas ou utilizadas somente como spam. E esta medida aparenta ter começado agora a ser aplicada.

Com esta medida, segundo revela Business Insider, as celebridades aparenta ter sido as principais a serem afetadas, com várias milhares de contas removidas dos perfis. Entre os exemplos encontra-se o caso da conta pertencente ao cantor Justin Bieber, que perdeu quase 3.5 milhões de seguidores.Outros exemplos encontram-se na cantora Ariana Grande, que perdeu cerca de 1.5 milhões de seguidores, e em Kim Kardashian, com cerca de 1.3 milhões.

Existe mesmo o caso do utilizador “chiragchirag78”, que terá passado dos 3 660 468 seguidores para apenas 8. Com esta medida o utilizador acabou por eliminar a conta do serviço.

Em resposta, o Instagram já revelou que as contas agora removidas Já se encontravam inativas ou suspensas há vários meses, sendo que apenas agora foram removidas efetivamente do sistema.

Tem uma em cada canto do Rio, e um em cada cinco cariocas mora em uma delas. Foi nas comunidades que surgiu boa parte da cultura carioca e elas têm muita história para contar — e mostrar. “Abram alas pro morro”, vamos
fotografar.

Algumas começaram como chácaras, vilas de pescador, pequenas roças. O “Morro da Favela” original foi na Providência, onde os soldados que voltaram de Canudos foram ficando. Imigrantes do campo e de outros estados e operários foram ocupando as colinas e o Rio foi dividido entre o asfalto e o morro. A disparada populacional no século 20 levou ao crescimento das comunidades e algumas fundiram-se em “complexos”. O Morro fomentou boa parte da cultura carioca, mas, mesmo assim, até os anos 1970 as favelas eram “removidas” para conjuntos distantes, como a Cidade de Deus. A partir dos anos 1990 os moradores do morro e do asfalto começaram a reatar a
“cidade partida”, trazendo maior infraestrtura, acesso e, principalmente, cidadania às comunidades.

Bora subir e fotografar os morros e comunidades do Rio. Valem os históricos Providência, Estácio e Mangueira; a Rocinha, maior de todas e o Complexo do Alemão, o mais espraiado. Aproveite a vista do Vidigal, Pavão, Chapéu
Mangueira, mas clique também as praças, quadras, vielas. Mostre a sua comunidade, ou a do seu bairro, mas também vá visitar as outras. Que tal pegar o teleférico para conhecer a Praça do Conhecimento no Alemão e o
Museu a Céu Aberto da Providência, ou ainda tomar o Plano Inclinado do Santa Marta e o elevador panorâmico do Pavão-Cantagalo? Documente o morro hoje, as transformações, o esporte, a música — mas tome cuidado com a
privacidade dos moradores.

A tag é #Rio450_Morro e o prazo vai até a meia noite de quinta,25/12/2014. O décimo quarto período do projeto (1980-2000) tem curadoria de imagens de @betopestana, @tiagopetrik e @fhmedeiros e texto de @juliosilveiro e
@anitalucchesi.

Imagem ilustrativa: @paty_guerra, selecionada na missão #Rio365_Favela do @Rio365 primeira edição.

#Rio450 é produzido por @Rio365, com apoio do Comitê Rio450/Prefeitura do Rio de Janeiro.

#Rio450anos

"Nunca acreditei
Que as coisas acontecem por uma razão
Mas como isso acabou
Removidas todas as minhas duvidas

então acredite
Que por você eu faria isso
Tudo outra vez
Faça tudo de novo
Tudo o que eu passei me levou a você
Então, eu faria tudo novamente
Para você
Eu perdi o primeiro trem
Fiquei na chuva o dia todo

Mal sabia eu
Quando eu peguei o próximo trem
Lá você estava a varrer-me o caminho
Acho que é o que eu esperava.”

—  Bruno Mars

Fido: Seus olhos começaram a gotejar lagrimas vermelhas, mas era indolor. E lentamente você viu a escuridão tomar conta de tudo. 

Ford: Ela sorriu com o canto da boca levantado sarcasticamente. 

-o qual especial você é… ruivo, alto, e com sangue doce… impressionante. O que pode me dizer sobre… os seus amigos? Estava te seguindo, mas achei mais interessante parar e pedir informações. Hmm, quase posso sentir o gosto - E discretamente passou a língua pelos lábios e seu rosto tomou um expressão de total indiferença. 

-Só lembrando que posso abrir sua garganta antes que possa me empalar com uma dassas suas… seus…tentáculos? Além disso… depois que estiver morto, eu vou regenerar e sair daqui. - Ela sorriu como uma criança inocente. 

Sam e Jim: A bala foi removida com facilidade, mesmo nas condições ruins que estão, mas o sangue continuava a sair pela perna quando o buraco da bala nas costas já tinha sido fechado, Jim estava pálido, tonto e fraco, mesmo sem sentir dor, tinha aquela insegurança e incerteza sobre se conseguiria sobreviver ou não.  A  bala da perna tinha atravessado e então a ferida foi finalmente fechada. Não estava bem,  mas pelo menos não estava mais sangrando. 

Me encontré con esta foto que tomé en los llanos hace unas semanas. Dice tanto. En estos días, en que llego con el alma removida de tepuy, ando sensible. Lloro por nada, sonrío por todo y me hago preguntas. Llegué con muchas de ellas y algún par de certezas.
Por eso no puedo dejar de agradecerle a mi madre el que me enseñara a ser libre, a amar lo que hago, a ver, a recorrer, a sentir apasionadamente.
Con los años, el seguir su camino me ha ido guiando al mío propio.
Aquí estamos, cada una en lo suyo, compartiendo una misma pasión.
@valendeviaje by arianuchis http://ift.tt/1ziczsT